-
Espanha x França: uma rivalidade de longa data, agora mais equilibrada
-
Senador americano rompe silêncio sobre afastamento por motivo de saúde
-
Senador Lindsey Graham, aliado de Trump, morre aos 71 anos
-
Camisas 9 e 10 exibem suas transformações na Copa do Mundo de 2026
-
Copa do Mundo faz uma pausa antes das semifinais que (quase) todo mundo queria
-
EUA inicia novos ataques contra o Irã
-
Incêndio em bar deixa 27 mortos em Bangcoc
-
Os dez últimos campeões de Wimbledon
-
Parlamento sírio realiza primeira sessão após derrubada de Assad
-
"Lamine precisa acalmar um pouco essa ansiedade que ele às vezes tem", diz Rodri
-
Irã anuncia fechamento de Ormuz e bombardeia Golfo em resposta a ataques dos EUA
-
Número de mortos em terremotos na Venezuela chega a quase 4.500
-
Jannik Sinner vence Alexander Zverev e é bicampeão de Wimbledon
-
Argentina vs Inglaterra: os duelos de uma rivalidade histórica na Copa do Mundo
-
Motorista atropela e mata seis pessoas em feira no Chile
-
Políticos franceses denunciam 'racismo' de ex-primeiro-ministro espanhol por artigo sobre seleção
-
Luisa Stefani perde final de duplas em Wimbledon
-
Senegal anuncia demissão do técnico Pape Thiaw
-
Irã responde ataques americanos com bombardeios no Golfo e anuncia fechamento de Ormuz
-
Zelensky anuncia mudanças no governo e substiuição da primeira-ministra
-
Tufão Bavi atinge a China e perde intensidade
-
Senador americano Lindsey Graham, aliado de Trump, morre aos 71 anos
-
Нуша Аубель і Потсдам: довіра втрачена
-
Noosha Aubel e Potsdam: a confiança inicial foi perdida
-
Tiroteio deixa dois mortos e vários feridos em Toronto
-
努莎·奧貝爾與波茨坦:先前的信任已蕩然無存
-
Irã ataca países do Golfo e fecha Ormuz após ofensiva dos Estados Unidos
-
"Estamos acostumados a sofrer", diz Thiago Almada, após classificação da Argentina
-
Técnico da Suíça critica expulsão de Embolo contra a Argentina
-
"Vamos com tudo", diz Julián Álvarez após garantir vaga nas semifinais
-
'Hoje nós sofremos', admite Scaloni, após vitória da Argentina sobre a Suíça
-
Argentina vence Suíça na prorrogação (3-1) e vai enfrentar Inglaterra na semifinal da Copa
Harris e republicana Cheney fazem comício democrata em reduto conservador
A vice-presidente dos Estados Unidos e candidata democrata, Kamala Harris, apareceu em um comício de campanha ao lado da porta-voz dos republicanos que se opõem a Donald Trump, a ex-deputada Liz Cheney, que pediu aos americanos que rejeitem a "crueldade depravada" do ex-presidente e elejam sua adversária.
A filha do ex-vice-presidente conservador Dick Cheney pediu aos republicanos moderados e aos independentes que coloquem o patriotismo antes do partidarismo, em um evento de campanha no importante estado de Wisconsin.
"Peço que defendam a verdade, que rejeitem a crueldade depravada de Donald Trump" e peço "que nos ajudem a eleger Kamala Harris para presidente", disse Cheney à multidão em Ripon, o berço simbólico do Partido Republicano em 1854.
Harris descreveu a republicana Cheney como "uma verdadeira patriota" e agradeceu por sua coragem e "convicção em falar a verdade".
"Ela possui algumas das qualidades que mais respeito em qualquer indivíduo e líder, a coragem, especialmente em um momento como este", quando tantos estão tentando "deixar as pessoas com medo", disse a candidata democrata em Wisconsin, um dos sete principais estados para as eleições presidenciais de 5 de novembro.
Liz Cheney participou da investigação do Congresso dos EUA sobre o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 por uma multidão de apoiadores de Trump que queriam impedir a certificação da vitória de Joe Biden nas eleições.
"Temos que derrotar Donald Trump" porque "ele é mau, vingativo e cruel, e... não está apto para liderar" o país, disse Cheney.
- Trump em Michigan -
Horas antes de a candidata democrata encorajar a superação das divisões partidárias, Trump discursou no Michigan, onde repetiu as falsas acusações de fraude nas eleições que Joe Biden venceu em 2020.
"Vencemos em 2020. A eleição foi fraudada", disse em um comício em Saginaw, no Michigan, outro estado importante na região dos Grandes Lagos.
Seu ato político ocorreu após uma audiência na quarta-feira de seu julgamento por suposta conspiração para anular as eleições de 2020, com novas evidências de sua suposta má conduta.
Trump criticou a resposta do governo Biden ao mortal furacão Helene que devastou o sudeste do país e acusou Kamala Harris, sem provas, de "importar" criminosos do exterior.
Como o sistema de votação nos Estados Unidos é indireto, as eleições presidenciais não são decididas pelos votos expressos em todo o país, mas pelos votos dos delegados designados por cada estado.
O ex-presidente sabe que a eleição será provavelmente decidida por votos de eleitores ainda indecisos nos famosos estados-pêndulo.
- Insultos -
Em Saginaw, voltou a insultar publicamente a vice-presidente democrata, chamando-a de "louca".
"Se quiserem que teu país virem um inferno (…) votem em Kamala", disse o milionário de 78 anos, que se definiu como o "herói" dos trabalhadores.
O candidato republicano prometeu que, se vencer, sujeitará as importações a tarifas altas, aparentemente para proteger as indústrias americanas.
Trump e Harris permanecem lado a lado nas pesquisas em uma campanha histórica, com Harris substituindo Biden como candidato democrata em julho e com duas tentativas de assassinato contra Trump.
Muitos dos apoiadores de Donald Trump, incluindo o empresário Elon Musk, espalham teorias da conspiração segundo as quais os democratas levam estrangeiros em massa para os EUA e os legalizam para obter seus votos.
Y.Bouchard--BTB