-
Copa do Mundo faz uma pausa antes das semifinais que (quase) todo mundo queria
-
EUA inicia novos ataques contra o Irã
-
Incêndio em bar deixa 27 mortos em Bangcoc
-
Os dez últimos campeões de Wimbledon
-
Parlamento sírio realiza primeira sessão após derrubada de Assad
-
"Lamine precisa acalmar um pouco essa ansiedade que ele às vezes tem", diz Rodri
-
Irã anuncia fechamento de Ormuz e bombardeia Golfo em resposta a ataques dos EUA
-
Número de mortos em terremotos na Venezuela chega a quase 4.500
-
Jannik Sinner vence Alexander Zverev e é bicampeão de Wimbledon
-
Argentina vs Inglaterra: os duelos de uma rivalidade histórica na Copa do Mundo
-
Motorista atropela e mata seis pessoas em feira no Chile
-
Políticos franceses denunciam 'racismo' de ex-primeiro-ministro espanhol por artigo sobre seleção
-
Luisa Stefani perde final de duplas em Wimbledon
-
Senegal anuncia demissão do técnico Pape Thiaw
-
Irã responde ataques americanos com bombardeios no Golfo e anuncia fechamento de Ormuz
-
Zelensky anuncia mudanças no governo e substiuição da primeira-ministra
-
Tufão Bavi atinge a China e perde intensidade
-
Senador americano Lindsey Graham, aliado de Trump, morre aos 71 anos
-
Нуша Аубель і Потсдам: довіра втрачена
-
Noosha Aubel e Potsdam: a confiança inicial foi perdida
-
Tiroteio deixa dois mortos e vários feridos em Toronto
-
努莎·奧貝爾與波茨坦:先前的信任已蕩然無存
-
Irã ataca países do Golfo e fecha Ormuz após ofensiva dos Estados Unidos
-
"Estamos acostumados a sofrer", diz Thiago Almada, após classificação da Argentina
-
Técnico da Suíça critica expulsão de Embolo contra a Argentina
-
"Vamos com tudo", diz Julián Álvarez após garantir vaga nas semifinais
-
'Hoje nós sofremos', admite Scaloni, após vitória da Argentina sobre a Suíça
-
Argentina vence Suíça na prorrogação (3-1) e vai enfrentar Inglaterra na semifinal da Copa
-
"Colocamos a Noruega no mapa", diz Haaland, que se despede da Copa com orgulho
-
"Nenhuma evidência" de que a bola tenha atingido cabo de câmera antes do gol de Bellingham, diz Fifa
-
"Queremos ir mais longe", diz Bellingham, destacando força mental da Inglaterra
-
'Complicamos a nossa vida hoje', diz Tuchel, apesar da vitória da Inglaterra
-
Albaneses protestam contra Kanye West e complexo turístico ligado a Donald Trump
-
Inglaterra vence Noruega (2-1) na prorrogação e vai à semifinal da Copa do Mundo
-
EUA lança novos ataques contra o Irã (Centcom)
-
Guarda Revolucionária do Irã anuncia fechamento de Ormuz (agência)
Zelensky assina acordos com Croácia e pede unidade europeia para garantir a paz
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, assinou um acordo bilateral de cooperação e fortalecimento dos laços entre as indústrias de defesa nesta quarta-feira (9) na Croácia e apelou à unidade europeia para garantir a paz durante a cúpula Ucrânia-Sudeste da Europa.
Zelensky reuniu-se com o primeiro-ministro croata, Andrej Plenkovic, para discutir "cooperação na defesa e desminagem", cuidados "para os soldados feridos" e assinou "um acordo de cooperação e apoio a longo prazo", informou o presidente ucraniano na rede social X. "Juntos desenvolveremos a cooperação entre as nossas indústrias de defesa", acrescentou.
"A Croácia traz para a Ucrânia a sua experiência única em desminagem, julgamento de crimes de guerra, cuidado de veteranos e a nossa experiência no processo de adesão à União Europeia", escreveu Plenkovic, na mesma rede social.
Nos últimos dois anos, Zagrebe enviou ajuda no valor de 300 milhões de euros (1,8 bilhão de reais na cotação atual) à Ucrânia, principalmente militar, acrescentou Plenkovic, que visitou Kiev três vezes desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022.
Depois, durante a cúpula, Zelensky advertiu que "embora possa haver tensões políticas, devemos garantir que a nossa união dentro da Europa permaneça tão estável quanto possível. Se a Europa não estiver unida hoje, não estará em paz. Portanto, os processos de adesão (à União Europeia) devem ser concluídos".
A reunião conta com a presença de presidentes, chefes de governo e ministros das Relações Exteriores de Albânia, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Croácia, Grécia, Kosovo, Moldávia, Montenegro, Macedônia do Norte, Romênia, Sérvia, Eslovênia e Turquia.
Após o encontro, deve ser anunciada uma nova cooperação militar e assinada uma "Declaração de Dubrovnik" condenando a invasão russa, apoiando a integridade territorial da Ucrânia, a entrada de Kiev na UE e garantindo o apoio à reconstrução do país quando a guerra terminar.
Depois de Dubrovnik, Zelensky pretende viajar para o Vaticano, onde será recebido pelo papa Francisco no Palácio Apostólico durante meia hora.
O.Bulka--BTB