-
Os dez últimos campeões de Wimbledon
-
Parlamento sírio realiza primeira sessão após derrubada de Assad
-
"Lamine precisa acalmar um pouco essa ansiedade que ele às vezes tem", diz Rodri
-
Irã anuncia fechamento de Ormuz e bombardeia Golfo em resposta a ataques dos EUA
-
Número de mortos em terremotos na Venezuela chega a quase 4.500
-
Jannik Sinner vence Alexander Zverev e é bicampeão de Wimbledon
-
Argentina vs Inglaterra: os duelos de uma rivalidade histórica na Copa do Mundo
-
Motorista atropela e mata seis pessoas em feira no Chile
-
Políticos franceses denunciam 'racismo' de ex-primeiro-ministro espanhol por artigo sobre seleção
-
Luisa Stefani perde final de duplas em Wimbledon
-
Senegal anuncia demissão do técnico Pape Thiaw
-
Irã responde ataques americanos com bombardeios no Golfo e anuncia fechamento de Ormuz
-
Zelensky anuncia mudanças no governo e substiuição da primeira-ministra
-
Tufão Bavi atinge a China e perde intensidade
-
Senador americano Lindsey Graham, aliado de Trump, morre aos 71 anos
-
Нуша Аубель і Потсдам: довіра втрачена
-
Noosha Aubel e Potsdam: a confiança inicial foi perdida
-
Tiroteio deixa dois mortos e vários feridos em Toronto
-
努莎·奧貝爾與波茨坦:先前的信任已蕩然無存
-
Irã ataca países do Golfo e fecha Ormuz após ofensiva dos Estados Unidos
-
"Estamos acostumados a sofrer", diz Thiago Almada, após classificação da Argentina
-
Técnico da Suíça critica expulsão de Embolo contra a Argentina
-
"Vamos com tudo", diz Julián Álvarez após garantir vaga nas semifinais
-
'Hoje nós sofremos', admite Scaloni, após vitória da Argentina sobre a Suíça
-
Argentina vence Suíça na prorrogação (3-1) e vai enfrentar Inglaterra na semifinal da Copa
-
"Colocamos a Noruega no mapa", diz Haaland, que se despede da Copa com orgulho
-
"Nenhuma evidência" de que a bola tenha atingido cabo de câmera antes do gol de Bellingham, diz Fifa
-
"Queremos ir mais longe", diz Bellingham, destacando força mental da Inglaterra
-
'Complicamos a nossa vida hoje', diz Tuchel, apesar da vitória da Inglaterra
-
Albaneses protestam contra Kanye West e complexo turístico ligado a Donald Trump
-
Inglaterra vence Noruega (2-1) na prorrogação e vai à semifinal da Copa do Mundo
-
EUA lança novos ataques contra o Irã (Centcom)
-
Guarda Revolucionária do Irã anuncia fechamento de Ormuz (agência)
-
Argentina mostra seu orgulho diante de suspeitas de favorecimento
Trump demoniza imigrantes em comício no Colorado
Donald Trump prometeu que 5 de novembro será o “dia da libertação”, enquanto pintou um quadro apocalíptico de um país "ocupado" por hordas de estrangeiros criminosos, durante comício em uma cidade que, segundo ele, foi tomada pela gangue venezuelana Trem de Aragua.
Na reta final da corrida pela Casa Branca, o ex-presidente combinou um discurso econômico protecionista com a demonização dos imigrantes para estimular suas bases, formadas, principalmente, por cidadãos brancos da classe trabalhadora. Já sua adversária eleitoral, Kamala Harris, prefere transmitir uma mensagem de união.
Em um discurso mais extremista do que o habitual, Trump soltou as rédeas de sua retórica contra os imigrantes. "Os Estados Unidos são conhecidos em todo o mundo como país ocupado. Estamos sendo ocupados por uma força criminosa", afirmou o republicano em Aurora, Colorado. "Mas prometo a vocês: 5 de novembro de 2024 será o dia da libertação nos Estados Unidos."
Trump acusou Kamala de ter importado "um exército de membros de gangues estrangeiros ilegais e imigrantes criminosos das masmorras do Terceiro Mundo" e de tê-los "realocado" em Aurora.
Apoiadores da direita radical afirmam que a cidade é aterrorizada por imigrantes da América Latina desde a divulgação de um vídeo que mostra latinos armados em um prédio, apesar dos desmentidos de autoridades.
- 'Inimigo interno' -
Trump chamou a vice-presidente de "criminosa" e afirmou falsamente que gangues venezuelanas no Colorado foram autorizadas a atirar contra a polícia. Segundo ele, existe um “inimigo interno”: “Toda a escória com que temos que lidar que odeia o nosso país."
O republicano prometeu deportar os membros de gangues até não restar nenhum, e descreveu algumas das medidas que tomará se vencer as eleições, entre elas restaurar o Título 42, norma sanitária implementada durante a pandemia de Covid-19 que permitia bloquear praticamente todos os imigrantes.
“Estão muito, muito doentes, com doenças altamente contagiosas, e são trazidos para infectar o nosso país", afirmou Trump sobre os imigrantes, que já acusou de “envenenar” os Estados Unidos e comer animais de estimação.
“Enviarei ao Congresso um projeto de lei para proibir todas as cidades-santuário”, que protegem os imigrantes da expulsão, “e iniciaremos a maior operação de deportação da história americana”, continuou o magnata.
Kamala, por sua vez, fez campanha em Scottsdale, Arizona, onde prometeu criar um "conselho bipartidário de assessores" e repetiu que incluiria um republicano em seu gabinete.
"Nos últimos anos, algumas forças poderosas em nosso país tentam nos dividir como americanos. Temos mais em comum do que coisas que nos separam", afirmou a candidata democrata.
A ex-secretária de Estado americana Hillary Clinton advertiu em entrevista divulgada hoje que Kamala precisa "estar preparada para surpresas de última hora em outubro".Em 2016, quando Hillary era a candidata democrata contra Trump, ela enfrentou a divulgação, pouco antes das eleições, de milhares de e-mails de sua campanha obtidos por agentes russos, segundo a CIA.
J.Fankhauser--BTB