-
Conselho de Estado discute coesão social, habitação, educação e saúde
-
Mercado automóvel cresce 2,4% em outubro e elétricos ganham peso
-
Benfica vence Alverca por 1-0 e continua na perseguição ao FC Porto
-
Debate sobre habitação reacende confronto político em torno da liberdade
-
Coesão nacional depende de políticas públicas e compromisso coletivo
-
Palmelense protagoniza gesto de desportivismo em partida no Seixal
-
Presidente do Racing Power é acusada de agredir agente de arbitragem
-
João Nívea pede maior competitividade e atitude ao Vitória FC
-
Diplomata brasileiro leva experiência de Gaza para missão consular em Lisboa
-
Tecnologia pressiona Wall Street apesar da forte queda do petróleo
-
Receitas trimestrais da Apple avançam 12% para 114,5 mil milhões de dólares
-
Brent para janeiro recua 7,63% e fecha a 104,77 dólares
-
Flamengo alerta para perda de R$ 430 milhões em audiência no STF sobre proibição de bets
-
Prejuízo da Anthropic aumenta para 104 mil milhões de dólares até setembro
-
Jornal Económico apresenta a primeira página de 3 de novembro
-
Deslocamento forçado exige respostas de longo prazo e investimento coletivo
-
Indicadores levantam dúvida sobre valorização da TAP desde 2024
-
Autarquias expõem receios do MPLA sobre mudanças na ordem de poder
-
Trump classifica intercalares como decisivas e afasta novo ataque ao Irão
-
Lucro da Corticeira Amorim recua 22% até setembro
-
Petróleo cai mais de 7% com sinais de avanço diplomático no Médio Oriente
-
Ministério Público terá de levar limite horário de protestos ao Constitucional
-
Seguro relaciona coesão social à confiança nas instituições democráticas
-
Cinco náufragos, incluindo duas crianças, são resgatados após três meses à deriva no Pacífico
-
Apple supera estimativas de receita e lucro no primeiro teste de John Ternus
-
Ciberataque afeta refrigeração de sete supermercados Intermarché
-
Melhores TVs com Roku OS para comprar em 2026: análise de modelos e especificações
-
Apple alerta que preços de iPhones podem subir em 2027 devido à crise de chips
-
Mercados e economia: os principais acontecimentos de 2 de novembro
-
Volkswagen Virtus 2027: veja preços, versões e equipamentos do sedã compacto
-
Boca Livre e Edu Lobo encerram domingo da FLIM com apresentação gratuita
-
Leapmotor B03X chega ao Brasil com duas versões para evitar erro do B10
-
Finados leva famílias ao Cemitério São Gonçalo
-
Niterói amplia ações do Novembro Azul contra tabu dos exames preventivos
-
Atacante Jesús de Miguel morre após colisão fatal com goleiro no futebol espanhol
-
Túmulo de Paulinho Milagreiro mantém tradição de fé em Niterói
-
Sinistralidade do seguro de crédito interno dispara para 292,4% em agosto
-
Três pessoas baleadas em diferentes bairros de São Gonçalo na tarde de domingo
-
Adolescente de 14 anos morre afogado em lago de São Gonçalo
-
Concurso da Guarda Municipal mantém inscrições abertas até 18 de novembro
-
Exposição itinerante do Museu do Aljube chega a Palmela e Pinhal Novo
-
Novas regras para atendimento ao consumidor entram em vigor
-
Ministra anuncia apoio de até 15 mil euros para compra de carros elétricos a famílias carenciadas
-
Duas pessoas morrem em acidente de asa-delta em São Conrado
-
Megafone debate mobilidade e direitos na Área Metropolitana de Lisboa
-
Gabigol contesta queda do Santos e questiona arbitragem após derrota
-
Andrey Santos explica opção pelo Vasco após conversas com o Palmeiras
-
Madrugada de quarta-feira será a mais fria da semana com mínimas perto dos 0 ºC
-
Novo formato mantém acesso à Série B em aberto na reta final
-
Google desmantela rede criminosa com backdoors em caixas Android TV
Hezbollah dispara contra Israel no dia do feriado de Yom Kippur
O movimento islamista libanês Hezbollah disparou mísseis contra uma base militar em Israel neste sábado (12), enquanto as tropas israelenses lutavam no Líbano e na Faixa de Gaza durante o Yom Kippur, o dia mais sagrado do judaísmo.
Sirenes de alarme soaram no centro de Israel neste sábado e o Exército israelense disse ter interceptado um "projétil disparado do Líbano".
O Hezbollah, cujo líder e uma longa lista de altos funcionários morreram em bombardeios israelenses desde o início da guerra no Líbano, disse neste sábado que atacou uma base militar ao sul da cidade de Haifa com mísseis.
Os combatentes do Hezbollah atacaram "uma fábrica de materiais explosivos", afirmou o grupo pró-iraniano em comunicado.
Segundo um correspondente da AFP, o Exército israelense bombardeou o sul do Líbano, onde há três semanas iniciou uma vasta ofensiva aérea e terrestre contra o Hezbollah.
O porta-voz militar para o público de língua árabe, Avichay Adraee, ordenou aos moradores do sul do Líbano neste sábado "que não retornassem às suas casas" para a sua "própria segurança".
Os disparos coincidem com o feriado de Yom Kippur, que Israel celebra desde a noite de sexta-feira até o pôr do sol deste sábado.
Durante este "dia da expiação", que é o feriado mais importante do judaísmo, o país para: as fronteiras, os aeroportos e a maior parte das empresas permanecem fechados e os transportes públicos estão suspensos.
Mas com o país em guerra contra o Hezbollah no Líbano e o movimento palestino Hamas na Faixa de Gaza, ambos aliados e apoiados pelo Irã, as tropas israelenses continuaram lutando nas fronteiras norte e sul em meio a uma onda de críticas porque quatro soldados da paz da ONU foram feridos no Líbano na quinta-feira.
Horas antes do início do Yom Kippur, Israel enfrentou uma onda de condenação internacional após um "ataque" a uma posição da força de paz das Nações Unidas no Líbano, a Unifil.
O Exército israelense garantiu que disparou na direção de uma "ameaça" perto da posição das forças da ONU e garantiu que realiza uma investigação para esclarecer o ocorrido.
- Represália contra o Irã -
Após o feriado de Yom Kippur, é provável que as atenções se concentrem mais uma vez na esperada retaliação contra o Irã, que lançou cerca de 200 mísseis contra Israel em 1º de outubro.
O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, prometeu esta semana que a resposta de seu país seria "mortal, precisa e surpreendente".
No entanto, a administração do presidente dos EUA, Joe Biden, pressiona para que a resposta israelense seja "proporcional" e não empurre a região para uma guerra mais ampla.
Biden instou Israel a evitar atacar instalações nucleares ou infraestruturas energéticas iranianas.
O Hezbollah abriu uma frente contra Israel na fronteira entre os dois países há um ano para apoiar o seu aliado Hamas, em guerra na Faixa de Gaza com Israel após o ataque do movimento islamista em 7 de outubro de 2023 em solo israelense.
Desde 23 de setembro, Israel intensificou a campanha militar contra a milícia pró-iraniana e uma semana depois iniciou incursões terrestres no Líbano.
Mais de 2.100 pessoas morreram no Líbano em um ano, mais de 1.200 delas desde a intensificação dos bombardeios há três semanas, segundo uma contagem da AFP baseada em números oficiais.
Os esforços diplomáticos para negociar o fim dos combates falharam até agora, mas o primeiro-ministro libanês, Najib Mikati, apelou na sexta-feira ao Conselho de Segurança da ONU para um cessar-fogo "imediato".
Segundo a ONU, há quase 700 mil pessoas deslocadas dentro do Líbano e cerca de 400 mil pessoas fugiram para a Síria.
- Bombardeios em Gaza -
Embora nas últimas semanas Israel tenha concentrado a maior parte das suas operações na frente libanesa, continua a bombardear a Faixa de Gaza na sua luta contra o Hamas, depois de mais de um ano de combates no território palestino.
Atualmente, o Exército israelense cerca a cidade de Jabaliya, no norte da Faixa, onde acusa o Hamas de reconstituir as suas forças.
A Defesa Civil de Gaza relatou 30 mortes na sexta-feira em uma série de bombardeios israelenses naquela cidade.
Um jornalista da AFP também relatou tiros e explosões no bairro de Al Zeitun, na cidade de Gaza, neste sábado.
O conflito entre Israel e o Hamas eclodiu após o ataque sem precedentes de milicianos islamistas em solo israelense, em 7 de outubro de 2023, que causou a morte de 1.206 pessoas, a maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em números oficiais israelenses.
Das 251 pessoas raptadas naquele dia, 97 ainda estão detidas em Gaza, 34 das quais foram declaradas mortas pelo Exército israelense.
Em resposta, Israel lançou uma ofensiva implacável na Faixa de Gaza, território governado pelo Hamas, onde já morreram 42.175 palestinos, a maioria civis, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza, que a ONU considera confiáveis.
burs-adp/ser/bc/jvb/aa
K.Brown--BTB