-
Jannik Sinner vence Alexander Zverev e é bicampeão de Wimbledon
-
Argentina vs Inglaterra: os duelos de uma rivalidade histórica na Copa do Mundo
-
Motorista atropela e mata seis pessoas em feira no Chile
-
Políticos franceses denunciam 'racismo' de ex-primeiro-ministro espanhol por artigo sobre seleção
-
Luisa Stefani perde final de duplas em Wimbledon
-
Senegal anuncia demissão do técnico Pape Thiaw
-
Irã responde ataques americanos com bombardeios no Golfo e anuncia fechamento de Ormuz
-
Zelensky anuncia mudanças no governo e substiuição da primeira-ministra
-
Tufão Bavi atinge a China e perde intensidade
-
Senador americano Lindsey Graham, aliado de Trump, morre aos 71 anos
-
Нуша Аубель і Потсдам: довіра втрачена
-
Noosha Aubel e Potsdam: a confiança inicial foi perdida
-
Tiroteio deixa dois mortos e vários feridos em Toronto
-
努莎·奧貝爾與波茨坦:先前的信任已蕩然無存
-
Irã ataca países do Golfo e fecha Ormuz após ofensiva dos Estados Unidos
-
"Estamos acostumados a sofrer", diz Thiago Almada, após classificação da Argentina
-
Técnico da Suíça critica expulsão de Embolo contra a Argentina
-
"Vamos com tudo", diz Julián Álvarez após garantir vaga nas semifinais
-
'Hoje nós sofremos', admite Scaloni, após vitória da Argentina sobre a Suíça
-
Argentina vence Suíça na prorrogação (3-1) e vai enfrentar Inglaterra na semifinal da Copa
-
"Colocamos a Noruega no mapa", diz Haaland, que se despede da Copa com orgulho
-
"Nenhuma evidência" de que a bola tenha atingido cabo de câmera antes do gol de Bellingham, diz Fifa
-
"Queremos ir mais longe", diz Bellingham, destacando força mental da Inglaterra
-
'Complicamos a nossa vida hoje', diz Tuchel, apesar da vitória da Inglaterra
-
Albaneses protestam contra Kanye West e complexo turístico ligado a Donald Trump
-
Inglaterra vence Noruega (2-1) na prorrogação e vai à semifinal da Copa do Mundo
-
EUA lança novos ataques contra o Irã (Centcom)
-
Guarda Revolucionária do Irã anuncia fechamento de Ormuz (agência)
-
Argentina mostra seu orgulho diante de suspeitas de favorecimento
-
Paolo Maldini é o novo diretor técnico da Federação de Futebol Italiana
-
Espanha espera a melhor versão de Lamine Yamal para derrubar a França
-
Número de mortos em terremotos na Venezuela ultrapassa 4.300
-
Tufão Bavi atinge a China após a evacuação de quase 2 milhões de pessoas
Coreia do Norte dinamita trechos de rodovias que ligavam o país ao Sul
A Coreia do Norte dinamitou nesta terça-feira (15) trechos de rodovias que ligavam cidades do país à Coreia do Sul, poucos dias após o anúncio do bloqueio permanente da fronteira, anunciaram as autoridades militares sul-coreanas, que dispararam tiros de resposta.
Pyongyang anunciou na semana passada que fechará de maneira permanente sua fronteira sul e construirá posições defensivas, depois de passar meses instalando minas e construindo barreiras antitanques.
"A Coreia do Norte detonou trechos das rodovias de Gyeongui e Donghae, ao norte da Linha de Demarcação Militar" que separa os dois países, afirmou o Estado-Maior Conjunto sul-coreano em um comunicado.
O exército sul-coreano publicou vídeos que mostram as forças do Norte explodindo trechos das duas estradas. Em resposta, as Forças Armadas sul-coreanas dispararam "tiros de resposta" em seu próprio território.
As rodovias e ferrovias entre as duas Coreias estão fechadas há anos, mas a sua destruição envia uma mensagem clara de que o líder norte-coreano Kim Jong Un não está disposto a negociar com o Sul, afirmam os analistas.
A destruição das estradas "é uma medida militar prática" do Norte, que poderia tentar construir mais barreiras físicas ao longo da fronteira, disse à AFP Yang Moo-jin, presidente da Universidade de Estudos Norte-Coreanos de Seul.
Ele acrescentou que a destruição das rodovias "pode ser o trabalho de preparação para a construção dos muros".
As relações bilaterais pioraram consideravelmente desde a chegada ao poder em Seul, em 2022, do presidente conservador Yoon Suk Yeol, partidário de uma política firme com o vizinho do Norte e de um fortalecimento da aliança militar com Estados Unidos e Japão.
Os três aliados organizam com frequência exercícios conjuntos, que Pyongyang considera ensaios para uma invasão do Norte.
A China pediu nesta terça-feira aos dois países que evitem uma "nova escalada" que, afirmou, seria "contrária aos interesses comuns".
- "Principal inimigo" -
Kim declarou este ano a Coreia do Sul como "principal inimigo" de seu país e, desde então, o Norte instalou minas terrestres, barreiras antitanque e posicionou mísseis com capacidade de transportar ogivas nucleares na área fortificada de fronteira.
Na semana passada, a Coreia do Norte acusou Seul de utilizar drones para lançar panfletos de propaganda sobre a capital Pyongyang e, em resposta, prometeu fechar de modo permanente sua fronteira sul. Também alertou que uma nova presença de drone seria considerada uma "declaração de guerra".
Kim presidiu na segunda-feira uma reunião do gabinete de segurança para formular um plano de "ação militar imediata", informou a imprensa estatal nesta terça-feira.
Durante a reunião, as autoridades receberam um relatório sobre as "graves provocações do inimigo", segundo a agência oficial KCNA, que acrescentou que Kim "expressou uma firme postura política e militar".
As Forças Armadas sul-coreanas negaram em um primeiro momento que enviaram drones ao país vizinho, mas depois se recusaram a abordar a questão, mesmo quando Pyongyang acusou Seul diretamente.
Kim Yo Jong, a influente irmã do líder norte-coreano, afirmou nesta terça-feira que Pyongyang conseguiu "evidências claras" de que o exército sul-coreano está por trás dos drones que chegaram à capital norte-coreana.
"Os provocadores pagarão um preço elevado", alertou Kim Yo Jong.
Ativistas no lado sul-coreano da fronteira enviam, há vários anos, balões com propaganda para o Norte, o que provoca a irritação de Pyongyang.
A Coreia do Norte já enviou drones ao Sul. Em 2022, cinco drones de Pyongyang cruzaram a fronteira, o que levou o exército sul-coreano a dar tiros de advertência e mobilizar aviões de combate.
O.Bulka--BTB