-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
Ortega propõe reforma que amplia seu poder na Nicarágua
O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, propôs uma reforma constitucional que eleva sua mulher, a vice-presidente Rosario Murillo, à figura de “copresidente”, e aumenta o seu controle sobre a sociedade, segundo documento ao qual a imprensa teve acesso.
A proposta, que aumenta o mandato presidencial de cinco para seis anos, foi submetida à Assembleia Nacional, controlada pela governante Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), e deve ser aprovada sem dificuldade.
“A Presidência da República é integrada por um copresidente e uma copresidente”, que serão designados em eleições que acontecerão "a cada seis anos", diz o texto.
Ortega, um ex-guerrilheiro de 78 anos que governou a Nicarágua na década de 1980 e está no poder desde 2007, é acusado pelos Estados Unidos, pela União Europeia e por países latino-americanos de instaurar uma autocracia no país.
A reforma determina que “os traidores da Pátria perdem a nacionalidade nicaraguense”, como fez o governo com cerca de 450 políticos, empresários, jornalistas, intelectuais, ativistas dos direitos humanos e religiosos que foram expulsos do país e tiveram sua nacionalidade retirada após os protestos de 2018.
Ortega e sua mulher acusam a Igreja, jornalistas e ONGs de terem apoiado esses protestos, que deixaram mais de 300 mortos, segundo a ONU, e que eles consideram uma tentativa de golpe de Estado patrocinada por Washington.
A proposta estabelece controles para a imprensa e a Igreja, para que não respondam a “interesses estrangeiros”. E no caso das entidades econômicas, para que não apliquem sanções como as impostas pelos Estados Unidos.
Um total de 278 jornalistas se exilaram e exercem suas funções a partir da Costa Rica e dos Estados Unidos, enquanto meia centena de religiosos foram enviados para o exterior, principalmente para o Vaticano.
O goveno também propõe a criação da “Polícia Voluntária”, composta por civis, como “corpo de apoio” às forças de segurança.
D.Schneider--BTB