-
Trump dá trégua por encerrada e alerta que atacará Irã 'com muita força esta noite'
-
Robert Wun, o criativo de Hong Kong que brilha nos tapetes vermelhos e na alta-costura
-
London City Lionnesses confirma contratação de Alexia Putellas
-
ONG FairSquare apresentará denúncia contra Infantino ao COI
-
Arthur Féry, 114º do mundo, vence Cobolli e vai às semifinais de Wimbledon
-
Zverev vence Fritz e vai enfrentar Féry nas semifinais de Wimbledon
-
'The Pitt' e 'Hacks' lideram indicações ao Emmy
-
Trump modera o tom e joga cartada da unidade com aliados da Otan
-
ONU busca mais recursos para Venezuela, que pede liberação de ativos congelados
-
Oito seleções em busca da glória na Copa do Mundo de 2026
-
Trump alerta que atacará Irã 'com muita força esta noite'
-
Kostyuk e Nosková se enfrentarão nas semifinais de Wimbledon
-
Técnico da Croácia Zlatko Dalic pede demissão após nove anos no cargo
-
FMI reduz previsão de crescimento global para 3% em 2026
-
Egito pede exclusão de árbitro que apitou partida contra a Argentina
-
Copa do Mundo tem dia de pausa antes das quartas de final na quinta-feira
-
Le Pen lança campanha presidencial apesar de condenação
-
Venezuelanos enfrentam pesadelo de perder suas casas pelos terremotos
-
Apple perde recurso contra regulação digital europeia
-
Trump dá por encerrada trégua com Irã após ataques cruzados
-
Trump critica duramente aliados no início da reunião da Otan
-
OpenAI lançará na quinta-feira sua nova série de modelos de IA
-
Trump afirma que está 'muito irritado' com a Otan e distrubui críticas
-
Trump diz que cessar-fogo com o Irã 'acabou'
-
Cidades sagradas do Iraque recebem cortejo fúnebre do líder iraniano Khamenei
-
Exército dos EUA ataca mais de 80 alvos do Irã
-
Última etapa do funeral do ex-líder iraniano Khamenei é realizada no Iraque
-
Alvaro Arbeloa, ex-treinador do Real Madrid, é nomeado técnico do Fulham
-
Mulheres acusam arcebispo de Rabat de violência sexual
-
Argentina 'não é invencível', diz técnico da Suíça, adversária nas quartas de final da Copa
-
Griezmann vive seu 'sonho' americano com ida para o Orlando City
-
Suíça vence Colômbia nos pênaltis e vai enfrentar Argentina nas quartas de final da Copa
-
Presidente eleito da Colômbia acusa Petro de querer dar 'golpe de Estado'
-
Djokovic sofre, mas vence Auger-Aliassime e vai enfrentar Sinner nas semis de Wimbledon
-
Principal aeroporto da Venezuela vai retomar voos comerciais, informa presidente
-
Lesionado, Onana vai desfalcar a Bélgica no restante da Copa do Mundo
-
'Foi felicidade e alívio', diz Messi após virada da Argentina
-
Parreira passa por traqueostomia e segue em estado grave, diz hospital
-
Cuba, sem combustível, restabelece gradualmente rede elétrica após apagão
-
Meio de campo: a grande batalha entre França e Marrocos
-
Blazy cria coleção de conto de fadas para alta-costura da Chanel
-
'Este grupo nunca desiste', diz Messi após virada da Argentina
-
Várias mulheres acusam arcebispo de Rabat de violência sexual
-
Técnico do Egito critica arbitragem 'injusta' após eliminação para Argentina
-
Seleção belga zomba de Trump após eliminar os Estados Unidos
-
Le Pen anuncia candidatura à Presidência da França, apesar de condenação
-
Jogadores egípcios lamentam derrota para Argentina em jogo que tinham 'nas mãos'
-
Viemos 'para vencer a Copa novamente', diz Enzo Fernández após virada da Argentina sobre o Egito
Putin se mostra favorável a uma trégua com a Ucrânia desde que 'assuntos importantes' sejam resolvidos
O presidente russo, Vladimir Putin, se mostrou, nesta quinta-feira (13), favorável a uma trégua de 30 dias com a Ucrânia desde que certos "assuntos importantes" sejam resolvidos antes de uma reunião com enviados americanos em Moscou.
Os emissários de Washington devem apresentar aos líderes russos a proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, para um cessar-fogo de 30 dias na Ucrânia.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, aceitou a iniciativa, sob pressão dos Estados Unidos desde que Trump o repreendeu publicamente em fevereiro no Salão Oval, chamando-o de ingrato.
Ainda nesta quinta, Trump disse que seria "muito decepcionante" que a Rússia rejeitasse a trégua, que busca pôr fim ao conflito iniciado pelo ataque russo de fevereiro de 2022. "Muitos dos detalhes de um acordo final já foram discutidos", afirmou.
Putin manifestou em uma coletiva de imprensa ser "a favor" do projeto de cessar-fogo, mas que havia "nuances". "Como garantir que essa situação não se reproduza? Como se organizará o controle? (...) São assuntos importantes", perguntou.
Tanto o dirigente russo como seu assessor diplomático, Yuri Ushakov, expressaram seu temor de que a Ucrânia aproveite a pausa para recrutar mais soldados e receber novas armas ocidentais.
"Estamos de acordo com as propostas para pôr fim às hostilidades, mas partimos da base de que essa trégua deva conduzir a uma paz duradoura e abordar as causas profundas dessa crise", declarou Putin.
- Iniciativa "apressada" -
A declaração de Putin é "muito promissora" mas "não completa", reagiu o presidente americano, que assumiu um novo mandato em janeiro.
O chefe de Estado russo se expressou após a chegada a Moscou do emissário americano Steve Witkoff. Seu objetivo é convencer o Kremlin para que aceite a proposta de trégua americana.
O conselheiro diplomático de Putin, no entanto, criticou a iniciativa antes de sua chegada à capital russa.
"São medidas precipitadas, que não favorecem uma solução a longo prazo", opinou Ushakov na televisão russa.
Qualquer solução, ele acrescentou, deve "levar em conta os interesses" e "as preocupações" de Moscou. A trégua temporária, no entanto, leva em consideração apenas a posição de Kiev, ele criticou.
Uma reunião entre Witkoff e Putin "não está descartada", disse o conselheiro diplomático.
Moscou exige a rendição da Ucrânia, que renuncie à sua iniciativa de entrar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e o reconhecimento do controle russo dos territórios ocupados.
- Kiev ordena evacuação de oito localidades -
No terreno, a situação continua evoluindo na província russa de Kursk, na fronteira com a Ucrânia, onde as forças de Kiev lançaram uma ofensiva surpresa em agosto do ano passado e reivindicaram o controle de 1.400 quilômetros quadrados.
Kiev esperava usar esses avanços como moeda de troca nas negociações com Moscou, que ocupa 20% de seu território.
No entanto, nas últimas semanas, o Kremlin continuou recuperando terreno em Kursk e nesta quinta-feira anunciou a captura da cidade de Sudzha, a principal conquista ucraniana na região.
Kiev ordenou a evacuação de oito localidades da província ucraniana de Sumy, localizada em frente à província russa de Kursk, devido à "piora da situação operacional na região" e dos "constantes bombardeios".
Caso um cessar das hostilidades se concretize, a Ucrânia quer que, em algum momento, uma força europeia de paz seja mobilizada para garantir seu cumprimento e dissuadir a Rússia de um futuro ataque.
A Rússia criticou mais uma vez a ideia nesta quinta-feira, alertando que tal deslocamento equivaleria a um "conflito armado direto".
Desde seu primeiro telefonema em 12 de fevereiro, Trump e Putin concordaram em consertar a relação bilateral após anos de hostilidade pela ofensiva de Moscou na Ucrânia e troca de expulsões de diplomatas.
Delegações dos dois países se reuniram na Arábia Saudita e na Turquia.
O encontro deu uma reviravolta na posição americana, para desgosto de Kiev e de seus parceiros europeus, agora mais afastados nessas negociações.
Trump adotou a narrativa russa sobre o conflito, responsabilizando até mesmo Kiev, quando foi Putin quem ordenou que suas forças invadissem a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022.
Mas uma vez aceita a ideia de trégua por Kiev, Washington anunciou a retomada de sua assistência, e pediu a Moscou que assinasse a proposta de cessar-fogo.
D.Schneider--BTB