-
Ausência de novo líder supremo do Irã marca segundo dia do funeral de Ali Khamenei
-
Real Madrid anuncia contratação do holandês Denzel Dumfries
-
Djokovic avança às quartas de final de Wimbledon e supera recorde de Federer
-
Governo Trump minimiza desfile supremacista no 250º aniversário dos EUA
-
Charles Leclerc vence GP da Grã-Bretanha de F1; Bortoleto é 8º
-
Opep+ aumenta cotas de produção após conflitos no Oriente Médio
-
Calor extremo alimenta incêndios florestais na Europa
-
Iranianos prestam homenagens a Ali Khamenei na ausência de novo líder supremo
-
Trump elogia os EUA e critica 'comunistas' em seu discurso pelos 250 anos do país
-
Inglaterra e Tuchel, preparados para o 'tempero picante' do México e sua torcida
-
México enfrenta Inglaterra com a esperança de mudar sua história em Copas do Mundo
-
Clima extremo atrapalha comemoração pelos 250 anos dos EUA, chefiada por Trump
-
Milhares protestam na Albânia contra projeto turístico ligado a Ivanka Trump
-
'Também sabemos jogar o futebol sujo', comemora Mbappé, após vitória sobre o Paraguai
-
Principal evento do 4 de julho em Washington é evacuado por ameaça de tempestade
-
Incêndio perto da costa turística da Catalunha queima 2.300 hectares
-
França vence Paraguai com gol de pênalti de Mbappé e vai enfrentar Marrocos nas quartas da Copa
-
Incomodar Kane, a prioridade do técnico do México contra a Inglaterra
-
Líder camponês organizador de protestos é detido na Bolívia
-
"É uma equipe difícil, com estrutura e qualidade", diz Ancelotti sobre a Noruega
-
Sena é reaberto aos banhistas durante o verão em Paris
-
Países 'amigos' terão tratamento 'especial' em taxas em Ormuz, diz diplomata do Irã
-
Hervé Renard deixa cargo de técnico da Tunísia após apenas dois jogos
-
Mortos em terremotos na Venezuela se aproximam de três mil
-
Técnico da Noruega diz que Brasil é favorito mas aposta no equilíbrio
-
Lamine-Nuno Mendes, Rodri-Vitinha e CR7-Laporte: os duelos de Espanha-Portugal
-
'Vou com ele': o medo de perder corpos de vítimas dos terremotos na Venezuela
-
Harry irá a Londres sem Meghan e os filhos, diz fonte próxima ao príncipe
-
Marrocos vence Canadá (3-0) e vai às quartas de final da Copa do Mundo
-
Sindicato FIFPro pede medidas contra insultos a jogadores
-
Ucrânia ataca São Petersburgo com drones e nega tomada de cidade crucial pela Rússia
-
Sobe para 2.954 o número de mortos em terremotos na Venezuela
-
Um 'jardim dentro do Garden': revelados novos detalhes do casamento de Taylor Swift
-
Zverev avança às oitavas e iguala sua melhor campanha em Wimbledon
-
Funeral do aiatolá Ali Khamenei tem afluência maciça de fiéis em Teerã
-
Um 'anjo' em meio à escuridão dos violentos terremotos na Venezuela
Congresso dos EUA aumenta penas por tráfico de fentanil
O Congresso dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (12) um projeto de lei que endurece as penas por tráfico de fentanil, um opioide que causa estragos no país.
Mais de 80 mil mortes por overdose foram registradas nos Estados Unidos em 2024, das quais 48.422 causadas por fentanil, um número bem menor do que no ano anterior, quando o opioide sintético causou 76 mil mortes.
O presidente Donald Trump tornou a luta contra o fentanil uma de suas prioridades, e acusa Canadá e México de não fazerem o suficiente para combater o opioide, o que o levou a impor tarifas a esses países.
A lei "HALT Fentanyl" foi aprovada na Câmara dos Representantes por 321 votos a 104. Como já foi aprovada no Senado, precisa apenas da assinatura de Trump para ser promulgada.
A lei prevê uma pena mínima de 10 anos de prisão por tráfico de mais de 100 gramas de fentanil ou de substância análoga.
Os congressistas tentam fechar o cerco, após perceberem que os cartéis mudam a composição dos análogos do fentanil à medida que eles são declarados ilegais. Por isso, classificam de forma permanente "as imitações ilícitas de fentanil" na lista 1, formada por drogas que não têm uso médico aceito atualmente e com alto potencial de abuso. Elas já se encontravam nesse nível desde 2018, mas de forma temporária.
O líder da maioria republicana no Senado, John Thune, ressaltou hoje que "morrem anualmente mais americanos de overdose de drogas do que em toda a guerra do Vietnã".
Segundo a Leadership Conference on Civil and Human Rights, "em vez de abordar verdadeiramente a crise de overdose, o projeto de lei apenas repetirá os erros da guerra contra as drogas" travada pelos Estados Unidos desde o começo da década de 1970. Com as penas mínimas, "os juízes não podem modular a punição de um réu com base em seu passado", acrescentou.
A epidemia de opioides nos Estados Unidos remonta à década de 1990, quando as empresas farmacêuticas comercializaram em massa analgésicos prescritos.
Mais de 1 milhão de americanos morreram de overdose nas últimas duas décadas.
O.Krause--BTB