-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
Chefe da Comissão Europeia propõe sanções contra ministros 'extremistas' de Israel
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs nesta quarta-feira (10) sanções contra os ministros "extremistas" de Israel e uma suspensão parcial do acordo entre a União Europeia (UE) e o país diante da situação "inaceitável" em Gaza.
"Vamos propor sanções contra os ministros extremistas e os colonos violentos. Também vamos propor uma suspensão parcial do acordo de associação em questões relacionadas ao comércio", declarou ao Parlamento Europeu em Estrasburgo, embora tenha reconhecido que seria "difícil" encontrar uma maioria de Estados-membros a favor dessas medidas.
"A fome provocada pelo homem nunca pode servir como arma de guerra", destacou Von der Leyen, referindo-se a uma situação "inaceitável" na Faixa de Gaza.
A ONU declarou em 22 de agosto que, em algumas partes do território palestino sitiado por Israel, prevalecia uma situação de fome, algo rejeitado por Israel.
O chanceler israelense, Gideon Saar, criticou nesta quarta-feira as declarações da presidente da Comissão, que classificou como "lamentáveis" e até mesmo considerou um "eco da falsa propaganda do Hamas e seus aliados".
"Mais uma vez, a Europa está enviando uma mensagem equivocada, que fortalece o Hamas e o eixo radical no Oriente Médio", declarou Saar no X.
Em seu discurso, Von der Leyen também expressou que as recentes decisões do governo israelense, como os últimos projetos de colonização na Cisjordânia que ameaçam dividi-la em dois, são igualmente "inaceitáveis".
"Tudo isso demonstra uma clara tentativa de minar a solução de dois Estados (...) Não devemos permitir que algo assim aconteça", declarou.
No entanto, os 27 países da UE têm se mostrado até agora muito divididos sobre a atitude que devem adotar em relação a Israel desde o início de sua guerra contra o Hamas, lançada em resposta ao ataque de 7 de outubro de 2023 em território israelense pelo movimento islamista palestino.
Essa falta de maioria inclusive impediu a adoção da suspensão de um programa de ajuda a empreendimentos israelenses, proposta anteriormente pela Comissão.
Desta vez, Von der Leyen quer ir além e propõe interromper o capítulo comercial do acordo de associação entre a UE e Israel, uma medida exigida há muito tempo por vários Estados-membros, entre eles Espanha e Bélgica.
O bloco europeu é o principal parceiro comercial de Israel e, embora a suspensão do acordo não impeça esses intercâmbios, anularia os direitos preferenciais de alfândega e suas isenções.
No entanto, a iniciativa requer uma maioria qualificada dos Estados-membros, o que torna sua adoção complexa.
Diante do impasse da UE, vários países decidiram agir por conta própria.
A Bélgica decidiu na semana passada impor unilateralmente uma série de sanções contra Israel e alguns de seus ministros, enquanto se comprometeu a se juntar aos países que reconhecerão o Estado da Palestina durante a próxima Assembleia Geral das Nações Unidas.
K.Brown--BTB