-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
Primeiro-ministro japonês anuncia que reconhecerá o Estado da Palestina
O primeiro-ministro do Japão, Shigeru Ishiba, anunciou na terça-feira na ONU que o reconhecimento do Estado da Palestina por seu país é uma questão de tempo e afirmou que ficou "indignado" com as declarações recentes das autoridades israelenses sobre o tema.
Quase 80% dos países membros da ONU reconhecem o Estado palestino, incluindo Reino Unido, Canadá e França, que anunciaram o reconhecimento esta semana, após quase dois anos de guerra na Faixa de Gaza.
"Sinto-me profundamente indignado com as declarações de funcionários de alto escalão do governo israelense que parecem rejeitar categoricamente a própria noção de um Estado palestino", declarou Ishiba.
"Para o nosso país, a questão não é se reconhecemos o Estado palestino, e sim quando. As contínuas ações unilaterais do governo israelense nunca podem ser aceitas", acrescentou.
A recente onda de reconhecimentos aconteceu após a ofensiva israelense em Gaza, desencadeada pelo ataque do movimento islamista Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023.
Israel rejeitou os reconhecimentos ao afirmar que são um prêmio ao "terrorismo" do Hamas.
O ataque do Hamas em outubro de 2023 matou 1.219 israelenses, a maioria civis, segundo dados oficiais.
Nos quase dois anos de guerra, as operações israelenses mataram mais de 65.000 palestinos, a maioria civis, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza, território governado pelo Hamas, que a ONU considera confiáveis.
W.Lapointe--BTB