-
Zelensky obtém apoio europeu em meio a nova disputa com Trump
-
Irã nega envolvimento em ataques houthis e desmente Arábia Saudita
-
Bolívia recebe primeira visita de Estado de um presidente chileno em 71 anos
-
Jovem suspeito de ataque a tiros nos EUA parecia solitário e retraído, dizem vizinhos
-
Protestos abalam Albânia pelo quarto dia e premier denuncia interferência estrangeira
-
Conselho de Segurança veta candidatos a chefe da ONU em nova votação preliminar
-
'Sportswashing' ou investimento? Ruanda enfrenta desafio de receber a Fórmula 1
-
Vinícius Júnior encara desafio de recuperar sua melhor forma
-
Morre Chiaki Ishii, primeiro medalhista olímpico do Brasil no judô
-
Putin diz que um de seus principais objetivos é conquistar região de Donetsk
-
Real Madrid exige demissão do presidente da LaLiga por comparação com métodos da propaganda nazista
-
Porta-voz da Casa Branca deixa o cargo uma semana após ser nomeada por Trump
-
Após choque energético, ONU adverte sobre possível crise alimentar mundial
-
NBA restringe alguns tipos de apostas para nova temporada
-
Trump diz que sua nova porta-voz presidencial deveria 'reconsiderar' sua nomeação
-
Donos de boate que desabou na República Dominicana podem enfrentar até 20 anos de prisão
-
Das redes sociais ao voto, os jovens influenciadores na vanguarda conservadora no Brasil
-
Do hospital, papa pede cessar-fogo em região do sul da Ucrânia
-
Ex-zagueiro francês Raphaël Varane cria plataforma para assessorar jogadores
-
Alemanha aprova sistema de poupança para aposentadoria desde a infância
-
Sean 'Diddy' Combs é transferido de prisão após relatos de tratamento preferencial
-
Argentina iniciará era pós-Messi com amistosos contra Uruguai e Costa Rica
-
Presidente do Equador anuncia que Colômbia retoma a venda de eletricidade
-
Zelensky obtém apoio europeu em meio à nova disposta com Trump
-
Jogador de rúgbi sul-africano morre antes de jogo na França
-
Noosha Aubel: nieudolne zarządzanie zamiast nowego początku — czy nadburmistrzyni Poczdamu potrafi sprostać wymaganiom swojego urzędu?
-
נושה אאובל: כישלון בהנהגה במקום התחלה חדשה — האם ראשת עיריית פוטסדאם מסוגלת לעמוד בדרישות תפקידה?
-
Casa Branca nega que Trump tenha ordenado reduzir serviços da Starshield na Ucrânia
-
Colonos atacam jornalista americana na Cisjordânia ocupada
-
Carrick diz que Manchester United já virou a página após críticas de Lisandro Martínez
-
Swiatek avança à semifinal do WTA 1000 de Wuhan; Svitolina é eliminada
-
Jódar vai à semifinal do Masters 1000 de Xangai e se aproxima do ATP Finals
-
Νούσα Άουμπελ: Αποτυχία στην ηγεσία αντί για μια νέα αρχή — ανταποκρίνεται η δήμαρχος του Πότσδαμ στις απαιτήσεις του αξιώματός της;
-
Democratas superam republicanos na arrecadação de fundos antes das eleições
-
Técnico do Barça confirma recuperação de Raphinha, mas prega cautela quanto a retorno
-
Após quatro anos de guerra, Kiev ganha seu primeiro abrigo antiaéreo em via pública
-
Papa celebra missa no hospital três dias após cirurgia
-
França e Alemanha oficializam acordo que desacelera transição total a veículos elétricos
-
Cidade mexicana do 'papel picado' se enche de arte e cor no Dia dos Mortos
-
Noosha Aubel: Yeni bir başlangıç yerine yönetim başarısızlığı — Potsdam Belediye Başkanı görevinin gereklerini yerine getirebiliyor mu?
-
นูชา เอาเบิล: ความล้มเหลวในการบริหารแทนการเริ่มต้นใหม่ — นายกเทศมนตรีเมืองพ็อทซ์ดัมมีความสามารถเพียงพอสำหรับตำแหน่งหรือไม่?
-
'Desigualdade real': Protestos revelam o abismo educacional na França
-
नूशा आउबेल: नई शुरुआत के बजाय नेतृत्व की विफलता — क्या पोट्सडाम की महापौर अपने पद की जिम्मेदारियाँ निभाने में सक्षम हैं?
-
IA ajuda historiadores a decifrar mensagens napoleônicas e papiros carbonizados
-
누샤 아우벨: 새로운 출발 대신 드러난 리더십 실패 — 포츠담 시장은 과연 직무를 감당할 능력이 있는가?
-
ヌーシャ・アウベル:再出発どころか指導力の欠如――ポツダム市長に、その職責を果たす能力はあるのか?
-
noosha-aubel-lingdao-shibai-bocitan-shizhang-nengfou-shengren
-
نوشا أوبل: فشل قيادي بدلًا من بداية جديدة — هل رئيسة بلدية بوتسدام على قدر مسؤوليات منصبها؟
-
CEO da Nvidia prevê que todas as empresas serão companhias de IA
-
Нуша Аубель: провал управління замість нового початку — чи відповідає обербургомістерка Потсдама своїй посаді?
Guerra de Trump contra Irã abala indecisos às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA
A guerra do presidente Donald Trump contra o Irã está influenciando os eleitores indecisos dos Estados Unidos, um segmento-chave que pode decidir se o republicano manterá ou não o controle do Congresso nas eleições de meio de mandato em novembro.
Eles determinarão se Trump governará com um Congresso cooperativo ou se enfrentará uma maioria democrata com poderes para bloquear projetos de leis e abrir invetigações.
Em um restaurante da Pensilvânia, um estado decisivo em que os eleitores não se inclinam totalmente para um ou outro partido, havia uma mistura de raiva e confusão pelo novo conflito.
"Trump só está nos afundando em outra situação tipo Iraque ou Vietnã", disse Jolene Lloyd, de 65 anos, aposentada do serviço postal, ao se referir a essas duas longas guerras, frequentemente vistas como um fracasso dos Estados Unidos.
Lloyd nunca votou em Trump. Antes, ela dividia seus votos entre democratas e republicanos, mas neste ano, em novembro, só apoiará os democratas.
Os republicanos controlam o Congresso por uma margem muito estreita, onde todos os assentos da Câmara e cerca de um terço do Senado estão em disputa. Mesmo uma pequena perda de votos poderia causar problemas para eles.
Com o custo de vida já na mente de muitos eleitores, qualquer aumento de preço devido à guerra com o Irã será um dos temas abordados nos ataques da campanha dos democratas.
De acordo com uma pesquisa da Universidade de Quinnipiac, 60% dos eleitores independentes se opõem a uma ação militar contra o Irã, e 31% são a favor.
Essa divisão ficou evidente quando a AFP visitou Levittown, uma área operária nos arredores da Filadélfia repleta de concessionárias de carros e oficinas mecânicas.
- "Um pouco mais assustador" -
Sentado junto a Lloyd está o soldador Vince Lucisano, que votou em Trump em 2024 e diz que vê o Irã como uma ameaça para os Estados Unidos.
"Estou bem com isto, desde que não haja tropas em terra. Se houver, vou ficar mais preocupado com a questão", disse.
"Só precisamos lidar com isso e, basicamente, colocar o Irã em seu devido lugar. Quando isso se transforma em uma guerra em grande escala, começa a ficar um pouco mais assustador", acrescentou o homem de 42 anos.
Lucisano disse que ainda planeja votar nos republicanos em novembro, apesar das dúvidas sobre os gastos de Trump em política externa.
"O cara que fez campanha com 'América Primeiro' está jogando bilhões lá fora. Aí não estamos colocando os Estados Unidos em primeiro lugar, meu amigo", comentou Lucisano.
A pesquisa da Universidade de Quinnipiac revelou que 71% dos independentes acreditam que o governo Trump não tenha dado uma clara explicação das razões para a intervenção americana no Irã.
Analistas dizem que as mensagens vagas podem prejudicar os republicanos de Trump nas eleições de novembro.
Christopher Borick, diretor do Instituto de Opinião Pública do Muhlenberg College na Pensilvânia, destacou que o conflito se soma às preocupações já existentes sobre o custo de vida e imigração.
"O governo enfrenta dificuldades para apresentar um caso convincente e claro a favor das ações militares no Irã e os efeitos simultâneos no custo de vida nos Estados Unidos só agravaram a frágil posição dos republicanos entre os eleitores independentes", explicou.
- "Quebrar alguns ovos"
Bobby Marozzi, um funcionário do restaurante, disse que admira Trump por atuar para que o Irã não tenha armas nucleares, embora não tenha certeza de como as ações militares beneficiarão os americanos a longo prazo.
"Se for para pagar gasolina cara e supermercado caro durante os próximos quatro anos, tudo bem, desde que o governo Trump consiga fazer alguma coisa", disse o homem de 37 anos.
"Temos um ditado no ramo de alimentos: 'não dá pra fazer um omelete sem quebrar alguns ovos', sabe?", comentou Marozzi, que não quis falar sobre seu voto nas últimas eleições.
Jolene Lloyd, a aposentada que é cliente assídua no restaurante onde Marozzi trabalha, está muito mais distante de qualquer compromisso com a guerra. "Temos que parar", afirma.
I.Meyer--BTB