-
Irã rejeita que inspetores da AIEA acessem instalações nucleares bombardeadas
-
Atacantes brilham na Copa, enquanto Cristiano Ronaldo tem nova chance nesta terça
-
Simetria quase perfeita: dois casais de gêmeos se casam na Nigéria
-
Presidente Arévalo descarta operações militares dos EUA na Guatemala
-
Euro digital é aposta para acabar com dependência europeia de Visa e Mastercard
-
Onda de calor avança na Europa
-
Comissão da ONU denuncia 'genocídio' em Gaza por ataques contra crianças
-
Bolsas na Ásia e Europa operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Fundador de startup indiana é o novo diretor do WhatsApp
-
Irã reitera que pretende manter controle de Ormuz
-
Candidato de esquerda pede anulação dos votos do exterior na eleição peruana
-
Argélia elimina Jordânia (2-1) e segue viva no Grupo J da Copa; Argentina avança como líder
-
Bucks negociam superastro Giannis Antetokounmpo com Miami Heat
-
Colômbia busca parceiro ideal para Luis Díaz no duelo contra RD Congo
-
Antoine Semenyo, um jogador-chave de Gana e ameaça 'interna' para a Inglaterra
-
Técnico de Portugal exalta o 'ícone' Cristiano Ronaldo
-
Noruega vence Senegal (3-2) com dois de Haaland e vai aos 16-avos da Copa
-
Evo Morales suspende bloqueio de rodovias na Bolívia após estado de exceção
-
Inglaterra 'pode vencer qualquer adversário' na Copa, garante Rice
-
França vence Iraque (3-0) com dois de Mbappé e vai aos 16-avos de final da Copa
-
Panamá e Croácia tentam se manter vivos na Copa no jogo 200 de Modric pela seleção
-
Jogo entre França e Iraque é suspenso devido a alerta de tempestade severa na Filadélfia (Fifa)
-
Julián Álvarez pede para deixar o Atlético de Madrid
-
Juiz vê retaliação política em intimações do governo Trump
-
Thiago Silva volta ao Fluminense
-
Candidato de esquerda da Colômbia pede "calma" após protestos contra vitória da extrema direita
-
Respeito e adoração por Messi na Argentina
-
Quarenta anos depois da 'Mão de Deus' de Maradona, a glória de Messi
-
Os 18 gols de Lionel Messi em Copas do Mundo
-
'Messi está em outro nível', admite técnico da Áustria
-
Ataque a tiros em Montreal deixa três mortos, incluindo o suspeito
-
Inglaterra tem dúvidas na defesa, apesar de início com fôlego na Copa do Mundo
-
Gana enfrentará o jogo 'mais fácil' da Copa do Mundo contra a Inglaterra, diz Queiroz
-
Brasil vai correr mais 'para potencializar Neymar e Vini Jr', garante Martinelli
-
'Foi muito equilibrado, muito intenso', diz Messi após vitória sobre a Áustria
-
Após deixar concentração da Bélgica, Doku está em Londres para o nascimento de seu filho
-
Com 2 de Messi, Argentina vence Áustria (2-0) e se classifica para próxima fase da Copa
-
Wikipedia se opõe ao uso da IA para editar artigos
-
Messi faz 2 contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
-
Estádio da Filadélfia abre portões para jogo entre França e Iraque após ameaça de tempestade
-
RB Leipzig anuncia argentino Martín Demichelis como novo técnico
-
Messi marca contra Áustria e se isola como maior artilheiro da história das Copas
-
O mercado não para: estrelas fecham contratos milionários em plena Copa do Mundo
-
Manchester United compra terrenos para construir seu novo estádio
-
Retrospectiva de Frida Kahlo chega ao Tate Modern com recorde de ingressos vendidos
-
Brasil treina sem Alisson antes de enfrentar Escócia na Copa do Mundo
-
Quarenta anos depois da 'Mão de Deus' de Maradona, chega a vez de Messi
-
Ex-campeã de Wimbledon, Marketa Vondrousova é suspensa por 4 anos por recusar teste antidoping
-
Starmer renuncia e abre caminho para ala de esquerda do Partido Trabalhista
-
Claudia Sheinbaum recebe pato Merlín, mascote do México na Copa do Mundo
Trump adverte que 'uma civilização inteira morrerá' por falta de acordo com Irã
Horas antes de seu ultimato expirar, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou que "uma civilização inteira morrerá" caso não se chegue, nesta terça-feira (7), a um acordo com o Irã, que relatou ataques à sua infraestrutura, incluindo duas pontes e uma rodovia.
"Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais retornar. Não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá", escreveu Trump em sua plataforma, Truth Social.
O mandatário não forneceu detalhes, mas já havia declarado anteriormente que as forças armadas de seu país poderiam bombardear pontes, usinas de energia e outras infraestruturas civis do Irã para fazer o país regredir à "Idade da Pedra".
Trump estabeleceu um prazo até a meia-noite GMT (20h em Washington, 21h em Brasília) para que o Irã encerre o bloqueio do Estreito de Ormuz, uma via navegável usada para o transporte de petróleo e outras matérias-primas.
Na segunda-feira, ele afirmou que a proposta de cessar-fogo temporário que está circulando é insuficiente.
O Irã rejeita a pressão de Washington. Segundo a mídia estatal, as autoridades não buscam um mero cessar-fogo, mas sim o fim da guerra iniciada em 28 de fevereiro com uma ofensiva conjunta de Israel e dos Estados Unidos contra seu território.
Longe de se render, a Guarda Revolucionária — o exército ideológico do Irã — ameaçou realizar ações contra infraestruturas que "privariam os Estados Unidos e seus aliados do petróleo e gás da região por anos".
- "Além da região" -
"Se o exército terrorista americano cruzar as linhas vermelhas, nossa resposta se estenderá para além da região", acrescentou.
Na rede Truth Social, Trump deixou a porta aberta para um acordo de última hora. "Agora que temos uma mudança de regime completa e total, na qual mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionariamente maravilhoso possa acontecer. QUEM SABE? Descobriremos esta noite", escreveu, usando letras maiúsculas, como costuma fazer.
Durante uma visita a Budapeste, seu vice-presidente, JD Vance, previu negociações intensas nas próximas horas, mas alertou que Washington possui "ferramentas" que ainda não utilizou.
Neste 39º dia de guerra, foram relatados bombardeios na província de Alboz (norte), segundo a imprensa local. Dezoito pessoas morreram em uma área residencial, incluindo duas crianças.
Duas pontes também foram atingidas ao sul de Teerã — uma em Kashan, onde duas pessoas morreram, e outra perto de Qom.
Autoridades interditaram uma importante rodovia que liga Tabriz (norte) à capital após um ataque, segundo a imprensa iraniana.
Além disso, os trens com origem e destino a Mashhad, a segunda maior cidade do Irã, foram cancelados depois que Israel aconselhou os moradores a não utilizarem esse meio de transporte até as 17h30 GMT.
Ataques também foram realizados contra a ilha de Kharg, no Golfo, um centro vital para a indústria petrolífera do Irã, segundo a agência Mehr e um jornalista do site americano Axios.
Em um comunicado, o exército israelense afirmou ter realizado "uma onda de ataques em larga escala contra dezenas de instalações de infraestruturas" em várias regiões do Irã. Não especificaram quais instalações foram atingidas nem suas localizações.
- "Estou apavorada" -
Os iranianos oscilam entre o medo e a indiferença. "Estou apavorada e todos neste país deveriam estar também", disse à AFP Metanat, uma estudante de 27 anos que afirma ter perdido um colega de classe em um ataque.
"Algumas pessoas zombam de Trump e de suas ameaças", mas "isto é uma guerra, e não há nada de engraçado nisso", afirma.
Morteza Hamidi, um aposentado de 62 anos, minimiza o novo ultimato. "Ele mudou as datas tantas vezes que nos tornamos insensíveis às suas ameaças", declara.
Segundo o Axios, vários países mediadores propuseram a ideia de um cessar-fogo de 45 dias.
De acordo com a agência de notícias iraniana IRNA, Teerã exige "o fim dos conflitos na região, um protocolo para a passagem segura pelo Estreito de Ormuz", e também "a reconstrução e a suspensão das sanções".
- Dois milhões por embarcação -
O Irã estaria, segundo relatos, disposto a levantar seu bloqueio ao Estreito de Ormuz, impondo uma taxa de trânsito de US$ 2 milhões por navio (R$ 10,3 milhões), que compartilharia com o Sultanato de Omã, no lado oposto da via, segundo o 'The New York Times'.
O país utilizaria esses recursos para reconstruir a infraestrutura destruída por ataques israelenses e americanos, em vez de exigir compensações diretas.
Sina Toossi, do Centro de Política Internacional em Washington, acredita que o Irã "não cederá em seus interesses vitais, particularmente em seu controle sobre o Estreito de Ormuz, aconteça o que acontecer".
Por enquanto, a República Islâmica continua atacando diariamente as nações do Golfo, às quais acusa de ajudar aos Estados Unidos.
Nas últimas horas, o enorme complexo petroquímico de Jubail, no leste da Arábia Saudita, foi atingido, relatou uma testemunha à AFP.
"Se essa escalada não for contida, acabaremos em uma situação que não poderá mais ser controlada. E estamos muito próximos desse ponto", alertou Majed al-Ansari, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar.
burx-bar/arm/pc-erl/an/jc/mvv
J.Horn--BTB