-
Editor-chefe do veículo independente Novaya Gazeta é libertado na Rússia
-
Trump descarta transmissão de execução de condenado por massacre em base militar
-
Zelensky desafia Trump com mais ataques a refinarias russas
-
Editor-chefe do veículo independente Novaya Gazeta é detido na Rússia
-
Mexicano é detido com cobras e lagartos em aeroporto na Alemanha
-
Avanço de Flávio Bolsonaro preocupa guardiões da Amazônia
-
Câncer de Leão XIV abala seu papado
-
Desabamento de teto de escola mata 32 alunos e uma professora no Paquistão
-
IA, uma possível ferramenta para o clima para além de sua pegada de carbono
-
Novos confrontos entre manifestantes e policiais na capital da Albânia
-
ONU alerta para o aumento da pobreza após choque provocado pela guerra no Irã
-
Harry e Meghan fazem primeira aparição pública juntos desde retorno ao Reino Unido
-
Harry Meghan fazem primeira aparição pública juntos desde retorno ao Reino Unido
-
Papa Leão XIV passou 'bem a noite' no hospital, afirma o Vaticano
-
Musk afirma que Zelensky deve deixar o poder na Ucrânia
-
Desabamento de teto de escola mata 27 alunos e um professor no Paquistão
-
Senado aprova PEC do fim da escala 6x1
-
Palmeiras vence Fluminense (2-1) na ida das semifinais da Libertadores
-
Flamengo visita Estudiantes na ida das semifinais da Libertadores
-
Rússia usava gasodutos como "arma", afirma defesa no caso Nord Stream
-
Atlético-MG vence City Torque (3-0) na ida das semifinais da Sul-Americana
-
México pressiona redes sociais a remover conteúdo que incite à violência
-
OMP e Eastman mostram como acelerar a tomada de decisão no Gartner Supply Chain Planning Summit 2026
-
Secretário do Tesouro americano pede FMI mais forte contra 'políticas que geram distorções'
-
Ucrânia acusa EUA de ajudar Rússia enquanto Kiev sofre novos ataques
-
Com 6 a 0 sobre Fenerbahçe na Champions, Villa aplica sua maior goleada em torneios europeus
-
Com gol de Endrick, Real Madrid vence Roma de virada (4-3) na Champions
-
Costa Rica inaugura presídio inspirado na polêmica megaprisão de Bukele
-
Colômbia inaugura embaixada em Jerusalém e estreita laços com Israel
-
Bodo/Glimt volta a surpreender e vence Dortmund (1-0) na Champions
-
PSG vence Manchester City (4-2) fora de casa pela 2ª rodada da Champions
-
Fortalecido, Infantino encara seus críticos no conselho da Fifa
-
Inflação volta a subir nos EUA em setembro, a dois meses das legislativas
-
Governo dos EUA recorrerá de decisão que dá acesso à CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca
-
Conselho de Segurança da ONU renova embargo de armas ao Haiti
-
'Um leão ferido é perigoso', diz Seedorf ao assumir o Corinthians
-
Ex-chefe de segurança de Israel processa Netanyahu por difamação sobre o 7/10
-
Papa evolui favoravelmente após cirurgia de câncer de pulmão
-
Barcola brilha com hat-trick em vitória do Liverpool sobre o LASK (6-3) na Champipons
-
Milhares protestam na Colômbia na primeira manifestação contra governo de direita
-
Novos confrontos entre manifestantes e policiais na Albânia
-
Vini Jr. recebe 4 jogos de suspensão e está fora do 'el Clásico'
-
'Cidade do papa' Leão XIV no Peru reza por sua saúde e espera seu retorno
-
Lufthansa vence oferta comercial de ações da TAP Air Portugal
-
Rei da Espanha pede ao Marrocos relação baseada na "boa-fé"
-
Credenciais de nova porta-voz da Casa Branca despertam dúvidas
-
Advogado das irmãs de Maradona pede penas de até 10 anos por morte do astro argentino
-
Arbeloa é multado por criticar árbitro na Inglaterra
-
Tenista francês Gaël Monfils se aposenta
-
Macron afirma que estudantes franceses estão sendo instrumentalizados por forças políticas
Recorde de participação na Hungria, onde rival de Orbán se declarou 'cautelosamente otimista'
Os húngaros votaram neste domingo (12) em eleições marcadas por uma participação recorde, pleito que pode pôr fim a 16 anos no poder do primeiro-ministro ultranacionalista Viktor Orbán e abrir caminho para a alternância defendida pelo conservador pró-europeu Péter Magyar.
Os 7,5 milhões de eleitores no país, assim como os mais de 500 mil registrados no exterior, puderam escolher entre cinco partidos, em um sistema eleitoral majoritário misto muito favorável ao partido de Orbán, Fidesz (União Cívica Húngara), há 16 anos no governo.
Orbán, de 62 anos, tornou-se uma referência da extrema direita internacional, tanto dentro quanto fora da Europa, por suas posições contrárias à imigração e sua oposição aos direitos LGBTQ e sua rejeição ao apoio contínuo dos países ocidentais à Ucrânia em sua guerra contra a Rússia.
Os locais de votação fecharam às 19h00 no horário local (14h00 de Brasília) e, meia hora antes, a participação já era de 77,8%, um nível acima da taxa máxima de 70,5% registrada nas eleições de 2002.
Pesquisas de institutos independentes preveem uma ampla vitória do partido de oposição Tisza, de Magyar, de 45 anos, que em dois anos conseguiu construir um movimento capaz de fazer frente ao primeiro-ministro, cuja popularidade caiu devido à desaceleração da economia.
Analistas projetam que a alta participação pode beneficiar a oposição.
Com base nas últimas pesquisas, "os dados de participação e as informações que recebemos, somos otimistas, ou melhor, cautelosamente otimistas", declarou Magyar.
Espera-se que os primeiros resultados sejam divulgados ainda neste domingo, mas, se a disputa for muito apertada, é possível que não se declare um vencedor até a conclusão da contagem total dos votos no próximo sábado, segundo a Comissão Eleitoral.
- "Cheia de esperança" -
Entre os apoiadores de Magyar reunidos em Budapeste em um ambiente festivo, também há otimismo.
"Estou muito emocionada. Vim a este evento cheia de esperança (...) Sou otimista em relação à mudança", declarou à AFP Orsolya Rozgonyi, uma executiva de recursos humanos de 28 anos.
O candidato afirmou, ao votar em Budapeste, que essas eleições representam uma escolha "entre o Oriente e o Ocidente, entre a propaganda e um debate público honesto, entre a corrupção e uma vida pública íntegra".
Orbán transformou este país de 9,5 milhões de habitantes em um modelo de democracia antiliberal.
Entre os líderes da União Europeia, ele é uma exceção por sua proximidade com o presidente russo Vladimir Putin, e tem criticado as sanções do bloco contra a Rússia desde que esse país invadiu a Ucrânia em 2022.
Por sua vez, instituições próximas ao poder preveem uma vitória da coalizão Fidesz-KDNP de Orbán, que busca um quinto mandato consecutivo.
"Com base em nossas próprias pesquisas, podemos dizer que os partidos do governo têm uma possibilidade realista de obter os 100 assentos necessários para formar uma maioria", declarou, após o fechamento das urnas, Gergely Gulyas, chefe de gabinete de Orbán.
Sinais de nervosismo são perceptíveis nas fileiras do partido governista Fidesz, que recebeu o apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
"Felizmente, temos muitos amigos no mundo. Da América à China, passando pela Rússia e o mundo turco", declarou Orbán após votar, acrescentando que não permitirá que Bruxelas "prive" a Hungria de "seu futuro e sua soberania".
Maria Toth, dona de casa de 31 anos e mãe de dois filhos, afirmou após votar na capital Budapeste que acredita que se trata de "uma eleição decisiva para a Hungria".
"Tenho a impressão de que a Hungria está cercada por todos os lados e que grandes potências como Bruxelas tentam ditar nosso modo de vida. Se ele perder, fico preocupada com o futuro dos meus filhos", acrescentou.
- "Nenhuma irregularidade" -
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, visitou Budapeste esta semana para apoiar Orbán e criticar a interferência dos "burocratas de Bruxelas".
O próprio Trump intensificou suas mensagens na sexta-feira, prometendo colocar a "potência econômica" dos Estados Unidos a serviço de Orbán, que encarna a luta contra a imigração e a defesa da "civilização ocidental".
Embora a União Europeia tenha evitado se manifestar abertamente, "a maioria dos Estados-membros ficará bastante feliz em se livrar" do líder nacionalista, afirma um diplomata europeu.
Orbán entra frequentemente em choque com os outros 26 Estados-membros. Bruxelas o acusa de minar o Estado de direito e congelou bilhões de euros em fundos.
Durante a campanha, Orbán prometeu prosseguir sua repressão contra "falsas organizações da sociedade civil, jornalistas vendidos, juízes e políticos".
Orbán também se apresenta como um baluarte contra a Ucrânia, a quem acusa de querer arrastar os húngaros para a guerra.
Em um tom muito diferente, Magyar, que percorre a Hungria sem descanso desde fevereiro, comprometeu-se a melhorar os serviços públicos, especialmente na saúde e na educação.
A oposição teme que Orbán possa não reconhecer os resultados, mas Gulyas afirmou que, por enquanto, não vê "nenhuma irregularidade que possa colocar em dúvida o resultado final".
O.Lorenz--BTB