-
Alexandre de Moraes e André Mendonça, os ministros em guerra no STF
-
Começa o Emmy nos EUA com "O Segredo de Widow's Bay" e "The Pitt" como favoritos
-
Detidos em "Alcatraz dos Jacarés" ficavam em celas do tamanho de uma cabine telefônica
-
Filho de Trump confirma que empresário russo pagou festas de seu casamento
-
Zelensky diz que Ucrânia está pronta para "medidas de desescalada"
-
Betis vira sobre Villarreal e sobe para 3º no Campeonato Espanhol
-
EUA elimina normas climáticas para usinas de energia durante reunião do G20
-
Leeds goleia Newcastle e sobe para 3º no Campeonato Inglês
-
Roma e Inter pisam no acelerador e seguem 100% no Italiano
-
Philippe Coutinho diz que espera reencontrar "paixão" pelo futebol no Santos
-
Trump chama de "farsa" alertas sobre ameaça da IA à humanidade
-
Nova York fecha 12 sites de pornografia "deepfake" com imagens de celebridades e políticos
-
Grêmio anuncia retorno do técnico Renato Gaúcho
-
Ataques russos à rede ferroviária da Ucrânia 'se intensificam', diz diretor à AFP
-
Venezuela é convidada para reuniões do G20 nos EUA sobre 'abundância energética'
-
Ministro israelense pede investigação das fontes do documentário 'NAZA'
-
Houthis atacam base saudita e Irã nega envolvimento na guerra no Iêmen
-
Maior refinaria da África abre seu capital na bolsa
-
Tottenham não relaciona Richarlison para Copa da Liga Inglesa
-
Rússia intensifica ataques contra Ucrânia e aumenta pressão sobre a Europa
-
Oasis anuncia nova turnê mundial para 2027
-
Trump diz que há uma 'conspiração doentia' contra a IA
-
Trump denuncia suposta 'conspiração doentia' contra a inteligência artificial
-
Líderes de Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
A inteligência artificial pode aniquilar a humanidade?
-
Cantos ofensivos a Diogo Jota geram críticas no futebol saudita
-
Atletas dos Jogos Asiáticos criticam condições de alojamentos no Japão
-
ONU pede 'ação urgente' para conter IA por riscos sem precedentes
-
Para Laura Linney, filme sobre a doença de Parkinson marcou um ponto de virada
-
Rússia minimiza ataque perto da Polônia e afirma que visa toda a Ucrânia
-
Bebês prematuros compartilham incubadora em hospital de Gaza
-
Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, encurta nome para 'Novo'
-
EUA impede presença de chefe do setor nuclear do Irã em reunião em Viena
-
Irã nega envolvimento na guerra do Iêmen
-
Líderes da Escócia, Gales e Irlanda do Norte afirmam 'direito à autodeterminação'
-
Suécia enfrenta incerteza política após eleições acirradas
-
Kennedy Center enfrenta risco de falência e fechamento, afirma Washington Post
-
Governantes europeus discutem situação do Ártico
-
Líder de extrema direita australiana provoca indignação ao chamar indígenas de 'primitivos'
-
Houthis anunciam ataques contra alvos militares na Arábia Saudita
-
Rússia quer 'intimidar' aliados da Ucrânia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
Indonésia retoma busca de desaparecidos após naufrágio de balsa
-
Resultado indefinido nas eleições da Suécia; extrema direita perde terreno
-
Claro lança serviço de filtro de telemarketing e entra na disputa com Vivo
-
Como os semáforos inteligentes com IA estão reduzindo o trânsito em grandes cidades
-
Renault Kardian ou Duster: qual SUV usado vale mais a pena?
-
Autonomia de carros elétricos após oito anos: perda média e fatores
-
Noosha Aubel káže o odpovědnosti, rozbité silnice v Postupimi však odhalují slabiny jejího vedení
-
Noosha Aubel prega responsabilidade em Potsdam, mas as ruas degradadas expõem falhas de gestão
-
Нуша Аубель учит ответственности, но разбитые дороги Потсдама выдают провалы управления
Israel envia tropas a uma cidade da Cisjordânia em meio a críticas dos EUA
Israel enviou tropas nesta quinta-feira (13) a uma localidade da Cisjordânia ocupada, onde um grupo de colonos cercou casas palestinas, o que levou o embaixador dos Estados Unidos a denunciar um "ato de terrorismo" em uma declaração de tom excepcionalmente duro.
Paralelamente, as autoridades israelenses inauguraram oficialmente uma colônia em outra área do território ocupado, mais de 20 anos depois de ela ter sido desmantelada.
Desde domingo, colonos israelenses mantêm várias residências palestinas cercadas em Qusra, perto de Nablus, no norte da Cisjordânia, território ocupado por Israel desde 1967.
Entre as propriedades afetadas está a de um cidadão americano.
Os moradores afirmam que ficaram isolados e sem acesso a alimentos ou a outros suprimentos básicos.
O Exército israelense enviou tropas à região "para proteger os moradores e manter a segurança", segundo um comunicado.
Na quarta-feira, já havia enviado tropas à região e retirado uma tenda instalada pelos colonos, além de prender um israelense, segundo um comunicado.
"A tenda e as coisas dos colonos não estão mais lá", mas estão "na colina vizinha", declarou à AFP Aicha Hasan, que mora em uma das casas afetadas, em meio a uma "área completamente isolada pelo Exército".
As câmeras da AFP registraram soldados patrulhando as ruas.
— "Fracasso" do governo —
"As ações daqueles que cometeram esse ato horrível de terrorismo destinado a intimidar e assediar essa família são repugnantes", escreveu na rede social X o embaixador americano, Mike Huckabee.
"Não há desculpa para um comportamento tão típico de arruaceiros", acrescentou.
Suas declarações são especialmente marcantes porque Huckabee, pastor evangélico e figura próxima ao movimento dos colonos, já apoiou os assentamentos israelenses na Cisjordânia e rejeitou a criação de um Estado palestino.
Segundo Huckabee, Israel agiu a pedido dos Estados Unidos, seu principal aliado, apesar das divergências que seus líderes, Donald Trump e Benjamin Netanyahu, vêm exibindo nos últimos meses, especialmente em relação à proposta americana para a Faixa de Gaza.
Para Gadi Eisenkot (centro), principal rival do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nas próximas eleições legislativas, "os acontecimentos de Qusra ilustram mais uma vez o fracasso e a fraqueza deste governo".
A ONU pediu a Israel que "respeite as obrigações que lhe cabem nos termos do direito de ocupação, a fim de garantir a segurança da população palestina local".
Uma porta-voz do serviço diplomático da UE, Anitta Hipper, também instou Israel a tomar "medidas concretas para impedir os atos violentos dos colonos".
Pouco depois das declarações do embaixador americano, vários dirigentes israelenses, incluindo o ministro da Defesa, Israel Katz, foram ao assentamento de Ganim, no norte da Cisjordânia, que foi reinaugurado nesta quinta-feira.
Ganim foi um dos quatro assentamentos desmantelados em 2005.
No entanto, três deles foram reconstruídos durante o atual governo de Netanyahu, em um contexto de aceleração da expansão das colônias israelenses e de legalização de postos avançados erguidos sem autorização oficial.
"Voltamos a Ganim e voltamos para ficar", declarou durante a cerimônia o ministro da Defesa, Israel Katz.
Atualmente, mais de 500 mil israelenses vivem em assentamentos na Cisjordânia, considerados ilegais segundo o direito internacional, em um território habitado por cerca de três milhões de palestinos.
if-yif-sct-mdh/hme/meb-jvb/am
I.Meyer--BTB