-
Paramount Skydance conclui compra da Warner Bros Discovery
-
Governo francês nega 'repressão policial' em protestos estudantis
-
Aos 39 anos, Djokovic conquista 102º título da carreira no ATP 500 de Pequim
-
Shakira e Piqué discutem em tribunal de Barcelona regime de visitas dos filhos
-
Crise ameaça um dos maiores símbolos do socialismo em Cuba
-
Startup francesa Mistral anuncia seu maior modelo de IA para desafiar gigantes mundiais
-
Ucrânia instala redes em pontes de Kiev após ataques de drones russos
-
Sétimo suspeito detido por incidente perto de base militar britânica usada pelos EUA
-
Pela primeira vez desde 1945, extrema direita alemã conquista presidência de Parlamento regional
-
América Latina reduz ritmo de crescimento para 2,2% em 2026, diz Banco Mundial
-
Dívida de empresas de IA dispara e acelera alta das taxas de juros
-
Marco Rubio afirma que Islândia é um 'baluarte estratégico' para a segurança
-
Vencedor do Nobel de Medicina de 2026 espera lançar luz sobre o cérebro
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataque a aeroporto de Riade e negam ter perdido território
-
Milhares de estudantes protestam de novo na França sob forte vigilância policial
-
Rússia nega ter ordenado restrições devido a suposto caso de peste pneumônica
-
Alex Bodi își continuă expansiunea: planuri pentru deschiderea unui showroom ALIX LASERS la București
-
Sánchez apresenta ao Congresso espanhol decretos de moradia com novas medidas
-
Francis Halzen ganha o Nobel de Física por descobrir neutrinos de origem cósmica
-
Ultradireitista Le Pen promete cortes drásticos para evitar inadimplência da França
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec, segundo resultados preliminares
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec (estimativas)
-
NFL suspende dois árbitros por incidentes com jogadores
-
Huthis anunciam ataque a aeroporto saudita
-
Trump faz aceno a Flávio Bolsonaro, que sai na frente contra Lula
-
Caras novas e velhos problemas para o Brasil de Ancelotti
-
Bolsa bate recorde após vitória de Flávio no primeiro turno
-
França de Zidane volta a vencer a Bélgica (4-1) na Liga das Nações
-
Itália de Mancini vence Turquia (3-1) na Liga das Nações e continua evoluindo
-
Argentina se despede de Messi em amistoso com ares de mudança de era
-
Milan perde Alexis Saelemaekers por lesão até 2027
-
Por que as pesquisas subestimaram mais uma vez a direita no Brasil
-
Iêmen lança represália contra houthis; Paquistão e Turquia apoiam sauditas
-
Rússia descarta caso de peste pneumônica após morte de técnica de laboratório
-
EUA retira todos os seus bombardeiros de base aérea britânica após "ameaças"
-
Trump celebra vitória de Flávio mas prevê eleição disputada
-
Rubio chega à Islândia para reforçar controle americano sobre o Ártico
-
Modric espera apoio da torcida contra Espanha após humilhação diante da Inglaterra
-
TPI ordena a prisão de dois ministros talibãs por perseguição de gênero
-
Empresas de IA são incapazes de controlar seus modelos, alerta ex-pesquisador da OpenAI
-
Svitolina e Swiatek avançam às oitavas do WTA 1000 de Pequim
-
Alcaraz vence Munar de virada e vai enfrentar Leheck na final do ATP 500 de Tóquio
-
Medvedev é desclassificado em Pequim por acertar bolada em espectador e Djokovic vai à final
-
Esposa de Maduro tem 'problema muito delicado no coração'
-
Província canadense de Quebec vota com separatistas à frente nas pesquisas
-
Cinco mortos em ataques russos na Ucrânia
-
Adolescente perde uma mão durante protestos estudantis na França
-
Ex-porta-voz de Trump Karoline Leavitt entra para a Fox News
-
Cifras sobre as eleições legislativas de meio de mandato nos EUA
Hong Kong condena ativistas pró-democracia por 'incitação à subversão'
Um tribunal de Hong Kong condenou nesta sexta-feira (21) dois ativistas pró-democracia que organizavam vigílias anuais em memória da violenta repressão de Tiananmen (Praça da Paz Celestial), na China, pelo crime de "incitação à subversão"
As cidades semiautônomas de Hong Kong e Macau eram os únicos territórios chineses que permitiam eventos públicos para recordar as pessoas que morreram em 4 de junho de 1989, quando Pequim enviou tropas e tanques para reprimir os protestos que exigiam reformas políticas na Praça Tiananmen, na capital do país.
Os eventos estão proibidos de fato no ex-território britânico desde que o governo chinês impôs, em 2020, uma Lei de Segurança Nacional após as grandes manifestações pró-democracia, em alguns casos violentas, que abalaram o centro financeiro no ano anterior.
Os dois ativistas declarados culpados, Lee Cheuk-yan, de 69 anos, e Chow Hang-tung, de 41, lideravam a Aliança de Hong Kong, um grupo agora dissolvido que organizava vigílias no Parque Victoria. Eles foram acusados em 2021 e permanecem detidos desde então.
Um painel de três juízes os considerou responsáveis por incitar "outras pessoas a organizar, planejar, cometer ou participar de atos por meios ilegais com o objetivo de subverter o poder do Estado", segundo um comunicado do tribunal.
Eles enfrentam o risco de uma pena máxima de 10 anos de prisão. A data do anúncio da sentença não foi revelada.
Os dois ativistas permaneceram em silêncio no banco dos réus enquanto os juízes anunciavam o veredicto.
Um terceiro acusado, o ex-deputado Albert Ho, de 74 anos, se declarou culpado em janeiro, o que pode resultar em uma redução da pena.
A condenação demonstra "como as manifestações públicas de luto se tornaram um crime em Hong Kong", reagiu Elaine Pearson, diretora para a Ásia da Human Rights Watch.
"Os ativistas expuseram os temores do governo chinês sobre a recordação de suas próprias atrocidades, que considera a memória uma ameaça à segurança nacional", acrescentou.
Chow escreveu em seu blog, antes do veredicto, que "a justiça reside nos corações das pessoas" e denunciou que, desde o início do julgamento, os agentes penitenciários mudaram a forma de escoltá-la.
Ela escreveu que os agentes passaram a imobilizá-la "completamente" com algemas e correntes, quase um "cão na coleira".
Em fevereiro, Jimmy Lai, o magnata fundador do extinto jornal pró-democracia de Hong Kong Apple Daily, foi condenado a 20 anos de prisão por conluio com o exterior e publicação sediciosa, a pena mais severa imposta com base na Lei de Segurança Nacional.
O.Bulka--BTB