-
Colonos israelenses incendiam edifícios e carros na Cisjordânia Ocupada
-
Botafogo demite técnico argentino Martín Anselmi
-
'Conselho de Comércio' EUA-China pode estreitar laços, mas preocupar o mercado
-
Dimitri Payet anuncia aposentadoria do futebol
-
Cuba se prepara para 'possível ataque' dos EUA
-
Aston Villa vence West Ham e se consolida no G4; Tottenham segue em queda livre
-
Trump ordena envio de agentes do ICE para aeroportos em meio a paralisação orçamentária
-
Irã ameaça atacar infraestruturas energéticas após ultimato de Trump
-
Barcelona vence Rayo Vallecano e abre 7 pontos do Real Madrid antes de clássico com Atlético
-
Cruzeiro anuncia Artur Jorge como novo técnico
-
O bloqueio do Estreito de Ormuz em números
-
França realiza segundo turno de disputadas eleições municipais
-
Itália vota em referendo uma controversa reforma judiciária
-
Primeiro-ministro chinês promete expandir o 'bolo' do comércio mundial
-
Show do BTS reuniu mais de 100 mil pessoas na capital sul-coreana
-
PSG goleia Nice e recupera liderança do Campeonato Francês
-
Liverpool e Chelsea perdem e abrem caminho para Aston Villa em luta por vaga na Champions
-
Irã ataca instalação nuclear em Israel
-
Milan vence Torino e recupera vice-liderança do Campeonato Italiano
-
De Gaza ao Líbano, o cirurgião que opera crianças feridas na guerra
-
Guerra de Trump contra Irã abala indecisos às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Bayern goleia Union Berlin e segue líder isolado do Alemão
-
EUA afirma ter destruído instalação iraniana no Estreito de Ormuz
-
Arsenal x City: o discípulo Arteta e o professor Guardiola duelam pela Copa da Liga Inglesa
-
Arbeloa diz que Mbappé está '100%' antes de clássico contra Atlético de Madrid
-
Hezbollah confirma confrontos com exército israelense em duas cidades do sul do Líbano
-
Borussia Dortmund renova contrato do capitão Emre Can, apesar de lesão
-
Liverpool perde para Brighton e segue fora do G4 no Inglês
-
Reis do k-pop BTS fazem show de retorno em Seul
-
Iranianos celebram fim do Ramadã sem Khamenei
-
Lens goleia Angers (5-1) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Juiz dos EUA declara restrições do Pentágono à imprensa como inconstitucionais
-
EUA autoriza venda e entrega de petróleo iraniano carregado em navios
-
Napoli sofre mas vence na visita ao Cagliari (1-0) e assume vice-liderança da Serie A
-
Manchester United fica em vantagem duas vezes, mas cede empate na visita ao Bournemouth (2-2)
-
Villarreal vence Real Sociedad (3-1) e sobe provisoriamente ao 3º lugar no Espanhol
-
Trump prevê 'reduzir' operações militares contra o Irã
-
Venda de maconha a turistas, uma 'mudança possível' no Uruguai
-
RB Leipzig goleia Hoffenheim (5-0) e assume 3º lugar no Alemão
-
PIB da Argentina cresceu 4,4% em 2025
-
Troféu da Copa do Mundo visita Chichén Itzá, berço do jogo de bola maia
-
Três homens são presos na França por suspeita de abuso sexual em escolas
-
Guerra ameaça protagonismo do Golfo no mapa esportivo global
-
Presidente colombiano é investigado nos EUA por suposta ligação com narcotraficantes
-
Jonathan Wheatley deixa chefia da Audi F1 e pode se transferir para Aston Martin
-
Khamenei afirma que Irã desferiu 'golpe fulminante' no inimigo
-
Lesionado, Mohamed Salah vai desfalcar Liverpool e Egito
-
Joan García está entre as novidades na lista de convocados da Espanha para amistosos de março
-
Ex-ministro da Segurança da Costa Rica acusado de narcotráfico é extraditado para os EUA
-
Argentina vai enfrentar Mauritânia em amistoso em Buenos Aires no dia 27 de março
Astronautas de missão fracassada da Boeing vão voltar à Terra com a SpaceX
O que era para ser uma viagem de oito dias ao espaço acabou se tornando uma saga de oito meses: os dois astronautas transportados em junho pela Boeing para a Estação Espacial Internacional (ISS) não poderão voltar à Terra com a nave Starliner e terão que retornar com a empresa privada SpaceX, em fevereiro, anunciou a Nasa neste sábado.
A solução encontrada pela agência espacial americana representa um revés para a parceira histórica Boeing, com consequências para a tripulação, devido à longa permanência dos astronautas Butch Wilmore e Suni Williams na ISS, e também porque eles terão que retornar em uma nave da empresa concorrente, que pertence ao magnata Elon Musk.
“A Nasa decidiu que Butch e Suni voltarão com a tripulação da missão Crew-9 em fevereiro, e que a Starliner vai retornar vazia", anunciou hoje o chefe da Nasa, Bill Nelson, após uma reunião do comitê de tomada de decisões operacionais.
A decisão representa um novo golpe para a gigante americana, que enfrentou repetidos reveses devido a falhas em sua fabricação de aviões comerciais e a atrasos em projetos espaciais.
- Solução radical -
Os astronautas Butch Wilmore e Suni Williams decolaram no começo de junho a bordo da Starliner e permanecem desde então na ISS, à qual sua nave permanece acoplada.
A Starliner os deveria ter trazido de volta à Terra em oito dias, mas problemas detectados em seu sistema de propulsão levaram a Nasa a questionar a sua confiabilidade e a buscar alternativas. Equipes da Boeing e da Nasa fizeram testes para entender a causa dos problemas detectados em voo, principalmente com os propulsores da nave.
A maior preocupação é que a Starliner não consiga atingir o impulso necessário para sair da órbita e iniciar sua descida à Terra. A Nasa decidiu, portanto, que não existem condições absolutas de segurança para a nave, que vai retornar vazia.
Uma missão regular da SpaceX chamada Crew-9 deve decolar no fim de setembro rumo à ISS, com dois astronautas, em vez de quatro. A nave permaneceria acoplada à ISS até o seu retorno planejado à Terra, em fevereiro.
“É um problema de imagem”, disse Cai von Rumohr, analista aeronáutico da TD Cowen, referindo-se à Boeing. “Poderia comprometer futuros contratos com a Nasa.”
- Cautela -
“Não é um bom momento para a Boeing”, comentou Erik Seedhouse, professor da Universidade Aeronáutica Embry-Riddle, que considerou a decisão “embaraçosa” para a gigante americana.
A Boeing havia informado no começo do mês que confiava na capacidade da Starliner “de retornar em segurança com a tripulação”. Mas a Nasa, extremamente cautelosa desde os acidentes fatais com os ônibus espaciais Challenger e Columbia, persistiu em exigir análises adicionais.
Há dez anos, a agência espacial americana encomendou uma nova nave à Boeing e outra à SpaceX, para transportar seus astronautas até a ISS. Com dois veículos disponíveis, haveria uma solução viável em caso de problemas em um deles.
Mas a empresa do magnata Elon Musk prevaleceu sobre a Boeing e foi a única transportadora espacial de tripulantes americana nos últimos quatro anos.
O primeiro voo tripulado da Starliner, que decolou com anos de atraso, seria o teste final antes do início de suas operações regulares, mas acabou fracassando.
F.Pavlenko--BTB