-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
Tributos a Ezekiel Williams, jovem futebolista e mentor morto em Milton Keynes
-
Amir de Qatar Cria Autoridade de Segurança Alimentar e Nova Lei de Trânsito
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
-
Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
-
Niterói escolhe Corte Momesca do Carnaval 2027 na quadra da Viradouro
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos e envia texto à promulgação
-
Sporting derrota Shakhtar Donetsk por 1-0 na Liga dos Campeões
-
Cancro do pâncreas causou mais de duas mil mortes em Portugal num ano
-
Montenegro convoca PS e Chega para reuniões sobre crise da habitação
-
Lucro do novobanco recua 4,1% para 585,6 milhões de euros até setembro
-
Ministro espanhol dos Transportes demite-se após acidente ferroviário mortal
-
Óculos inteligentes da Meta levantam novas dúvidas sobre privacidade e vigilância
-
Trump responsabiliza guerra no Irão pela derrota republicana nas intercalares
-
Francisco Rodrigues dos Santos deixa CDS e critica aproximação à direita radical
-
Artigo de opinião questiona prestação de contas do PS no concelho da Moita
-
Artigo de opinião alerta para dificuldades financeiras dos bombeiros voluntários
-
Obra sobre os Círios da Arrábida reúne música, memória e património religioso
-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Chervon nomeia Doug Palmer vice-presidente de Finanças para o Canadá
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Índia busca triplicar estoques de carvão para evitar apagões no verão
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
PF faz buscas na casa de Bolsonaro por suposta fraude em dados de vacinação
A Polícia Federal (PF) realizou buscas na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (3), em Brasília, como parte de uma investigação sobre a suposta falsificação de cartões de vacinação contra a covid-19 - acusação que ele negou.
O ex-presidente (2019-2022) confirmou as buscas em sua residência, nas quais, segundo ele, seu celular foi apreendido. Ele acusou as autoridades de tentar fabricar um processo contra ele.
"Não há adulteração de minha parte, eu não tomei a vacina", disse Bolsonaro em declarações a jornalistas em frente à sua casa na capital federal. "Eu realmente fico surpreso", acrescentou.
O ex-presidente sempre se apresentou como ferrenho opositor às vacinas contra a covid-19, e repetiu em várias ocasiões durante seu mandato que não se vacinaria, chegando a dizer que quem o fizesse poderia se virar "jacaré".
Foi muito criticado por sua gestão da pandemia, que deixou mais de 700.000 mortos no país.
Sem mencionar Bolsonaro, a Polícia Federal explicou em nota que investigava "uma associação criminosa" suspeita de inserir dados falsos de vacinação contra a covid-19 nos sistemas públicos de saúde.
"As inserções falsas, que ocorreram entre novembro de 2021 e dezembro de 2022, tiveram como consequência a alteração da verdade sobre fato juridicamente relevante, qual seja, a condição de imunizado contra a covid-19 dos beneficiários", afirma o comunicado da PF.
A suposta falsificação permitiu que pessoas pudessem "emitir os respectivos certificados de vacinação e utilizá-los para burlarem as restrições sanitárias vigentes impostas pelos poderes públicos (Brasil e Estados Unidos), destinadas a impedir a propagação de doença contagiosa, no caso, a pandemia de covid-19", acrescenta a nota.
Derrotado nas eleições de outubro, Bolsonaro viajou para os Estados Unidos em 30 de dezembro, dois dias antes da posse de Luiz Inácio Lula da Silva. Lá permaneceu até 30 de março.
O certificado de vacinação contra a covid-19 é obrigatório para entrar nos Estados Unidos. O governo americano anunciou na segunda-feira que esta obrigação só será suspensa a partir de 11 de maio.
Supostos dados falsos de vacinação teriam sido inseridos no banco de dados do Sistema Único de Saúde (SUS) antes da viagem de Bolsonaro e depois removidos, de acordo com a TV Globo.
"O tratamento para chefe de Estado é diferente de cidadão comum. Nas minhas idas aos Estados Unidos, nunca foi exigido o cartão vacinal", explicou Bolsonaro nesta quarta à Jovem Pan.
Embora estivesse isento desse requisito ao entrar no país, não se sabe como as autoridades dos EUA gerenciaram o caso de Bolsonaro depois que seu mandato terminou, em 1º de janeiro.
Após essa data, o ex-presidente teve que solicitar um novo visto para permanecer em território americano.
- "Corrupção gravíssima" -
A Polícia Federal chegou à casa de Bolsonaro por volta das 06h, conforme relatado pelo ex-presidente à Jovem Pan.
"Fui tratado muito bem. Não houve exagero, voz mais alta", relatou, embora tenha dito ter sentido "constrangimento de alguns policiais" que "fizeram uma varredura na casa".
Bolsonaro foi convocado a depor perante as autoridades na sede da PF, mas seus advogados recomendaram que ele permanecesse em silêncio e solicitaram o adiantamento da data da convocação.
"Bolsonaro irá o quanto antes, (...) mas precisamos ter acesso aos autos", disse o advogado de defesa Paulo Cunha Bueno ao jornal Folha de S. Paulo.
A Polícia Federal informou que, como parte da operação, executava 16 mandados de busca e apreensão em Brasília e no Rio de Janeiro, e também seis ordens de prisão.
Segundo a imprensa, a PF deteve, entre outros, o coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, considerado seu braço direito durante a Presidência.
Desde que voltou ao Brasil, no final de março, Bolsonaro já foi interrogado duas vezes pela Polícia Federal.
Em 5 de abril, prestou depoimento no âmbito da investigação sobre a entrada irregular ao Brasil de joias valiosas presentadas pela Arábia Saudita em 2021.
Na semana passada, Bolsonaro precisou depor à PF em outra investigação sobre seu suposto papel nos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro, em Brasília, quando seus apoiadores invadiram os prédios em uma tentativa de depor Lula, empossado sete dias antes.
No total, Bolsonaro enfrenta quatro investigações no Supremo Tribunal Federal que podem enviá-lo à prisão, e outras 16 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O TSE, que investiga principalmente as afirmações não comprovadas de Bolsonaro sobre uma fraude generalizada no sistema eleitoral, pode torná-lo inelegível por oito anos, tirando-o das eleições presidenciais de 2026.
T.Bondarenko--BTB