-
Rússia nega estar por trás do drone com explosivos encontrado em aeroporto alemão
-
De la Espriella: um milionário pró-Trump na Presidência da Colômbia
-
Vasco anuncia contratação do atacante argentino Facundo Colidio
-
Ex-advogado de Trump pronto para ser confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Espanha lança ultimato à Itália para que levante controles fronteiriços
-
Obras do salão de baile de Trump são bloqueadas em recurso
-
Cambridge revisará seu processo de contratação após escândalo por suposto plágio
-
Novo técnico da Bélgica conversará com Courtois sobre seu futuro na seleção
-
Diretor da McLaren exalta 'harmonia reforçada' entre Norris e Piastri
-
Real Madrid empresta Mastantuono à Fiorentina
-
México e Peru restabelecem relações diplomáticas após ruptura por asilo
-
Bayern de Munique vence Aston Villa em amistoso em Hong Kong
-
EUA perde empregos, um golpe às afirmações de Trump sobre a economia
-
OMS propõe testar na RDC uma vacina já existente contra outra cepa do ebola
-
Notre-Dame, Champs-Élysées e vítimas de abusos: a agenda do papa na França
-
Arábia Saudita, Paquistão e Turquia assinam pacto de defesa em meio a tensão com Irã
-
Coreia do Norte recomenda sopa de cachorro para enfrentar o calor
-
Desemprego na França sobe para 8,3%, seu nível mais alto desde a pandemia
-
De la Espriella toma posse na Colômbia como aliado de Trump na guerra contra o tráfico
-
Rebeldes houthis matam mais de 60 soldados das forças governamentais no Iêmen
-
Adolescente mata avós, alunos e professores na Tailândia
-
Governo e oposição têm primeiro encontro rumo a transição política na Venezuela
-
Protesto contra projeto de lei termina em confronto na Argentina
-
Governo e oposição têm primeiro encontro para transição política na Venezuela
-
Meta é condenada a pagar US$ 567 milhões para estado dos EUA por caso envolvendo menores nas redes
-
Lucro da Petrobras dobra com produção recorde e alta do petróleo
-
Governo e oposição iniciam diálogo com vistas a uma transição política na Venezuela
-
Manifestantes entram em confronto com polícia na Argentina por projeto de lei em favor da propriedade privada
-
Trump assina decreto contra 'turismo' da cidadania por nascimento
-
Kompany confia nos reforços do Bayern para conquistar a Champions
-
Pegula elimina Rakhimova e vai às oitavas do WTA 1000 de Toronto
-
Governo interino e delegados da oposição iniciam diálogo na Venezuela
-
PSG anuncia contratação do meia-atacante Maghnes Akliouche
-
Ônibus-bomba deixa dois mortos na Síria
-
Rodrigo Paz defende sua gestão nos primeiros nove meses à frente da Bolívia
-
Ex-Inter, Enner Valencia é anunciado pelo Boca Juniors
-
EUA saúdam chegada de opositora à Venezuela para iniciar diálogo
-
França anuncia caso de hantavírus da cepa Andes em turista franco-argentino
-
Rodri dá sinal verde ao Barcelona para negociar com o Manchester City
-
Autoridades registram um caso de sarampo em parque da Universal Studios na Califórnia
-
Crianças migrantes correm risco de sofrer abusos nas ruas de Ceuta, alertam ONGs
-
Vini Jr. renova com o Real Madrid até 2032
Ex-senador envolvido em assassinato de presidente do Haiti pega prisão perpétua nos EUA
A Justiça dos Estados Unidos condenou, nesta terça-feira (19), à prisão perpétua um ex-senador haitiano acusado de conspirar com outras pessoas para assassinar o presidente haitiano Jovenel Moïse em 7 de julho de 2021, na capital da ilha, Porto Príncipe.
Joseph Joel John, de 52 anos, compareceu pela manhã a um tribunal federal de Miami, na Flórida, para ouvir a sentença.
Vestido com um uniforme de presidiário marrom e algemado, se dirigiu ao tribunal em francês para explicar que não queria matar Moïse, mas fazer com que ele respondesse à Justiça haitiana por sua má gestão no comando do país.
Quando os demais conspiradores decidiram assassinar o presidente, não pôde voltar atrás por medo de morrer, garantiu ao juiz Jose Martinez.
"Magistrado, tenha piedade de mim", disse, antes de pedir perdão às pessoas próximas da vítima e ao povo haitiano por um "crime odioso que jamais deveria ter ocorrido".
Em outubro, John se declarou culpado de propiciar veículos e outros recursos para o magnicídio, além de se reunir várias vezes com os outros conspiradores, tanto no Haiti como no sul da Flórida.
O fato de parte da trama ter sido esquematizada na Flórida foi o que permitiu que a Justiça dos Estados Unidos reivindicasse jurisdição sobre o caso, no qual prendeu e apresentou denúncias contra 11 pessoas.
John é o terceiro condenado nos Estados Unidos pelo assassinato. Antes dele, Rodolphe Jaar, um empresário haitiano-chileno, e Germán Rivera, um oficial reformado do Exército colombiano, receberam sentenças de prisão perpétua este ano.
Em 7 de julho de 2021, um comando de mercenários colombianos assassinou Moïse, de 53 anos, a tiros em sua residência particular de Porto Príncipe, sem que houvesse a intervenção de seus guarda-costas.
Segundo a Promotoria dos Estados Unidos, dois diretores de uma empresa de segurança de Miami planejaram sequestrar Moïse e substitui-lo por Christian Sanon, um cidadão haitiano-americano que queria ser presidente do país caribenho.
O objetivo desses instigadores - o venezuelano Antonio Intriago e o colombiano Arcángel Pretel Ortiz - era firmar contratos lucrativos com um futuro governo liderado por Sanon, contra quem também foi apresentada uma denúncia nos Estados Unidos.
Ao não conseguirem sequestrar Moïse, os conspiradores decidiram matá-lo.
O Haiti deteve 17 pessoas pelo assassinato, segundo o jornal Miami Herald, mas nenhuma delas foi acusada formalmente.
O pequeno país, considerado o mais pobre das Américas, está mergulhado em um caos profundo desde a morte de seu presidente. Grupos armados controlam 80% de Porto Príncipe, e crimes violentos como sequestro, assalto a mão armada e roubo de carro dispararam.
As autoridades não realizaram nenhuma eleição desde 2016 e a Presidência está vacante desde o assassinato de Moïse.
O.Krause--BTB