-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
Ameaças de novas enchentes prolongam o drama no Rio Grande do Sul
Novas cheias em rios e lagos após o forte temporal do fim de semana no Rio Grande do Sul mantêm, nesta segunda-feira (13), a pressão para colocar a população ameaçada em segurança, em um "drama sem fim", segundo as autoridades.
O número de vítimas da catástrofe climática que atinge o estado desde o início do mês não para de aumentar. Segundo um último balanço da Defesa Civil, as enchentes deixaram 147 mortos, 127 desaparecidos e 806 feridos.
As chuvas diminuíram nesta segunda, mas o governador Eduardo Leite (PSDB), pediu aos evacuados que não voltem para suas casas, em especial em Porto Alegre e arredores, onde o rio Guaíba pode alcançar um novo recorde.
"Não é hora de voltar para casa ainda nas áreas de risco", alertou em uma coletiva de imprensa.
O nível do rio, em cujas margens se situam várias cidades devastadas, pode superar o pico histórico de 5,35 metros alcançados em 5 de maio e chegar a 5,6 metros nos próximos dias, disse a Defesa Civil.
A agência meteorológica MetSul alertou, nesta segunda, sobre a chegada de uma frente fria ao Rio Grande do Sul, que complicará a situação dos evacuados.
"Estamos vivendo a continuidade de uma situação dramática sem fim aqui no Rio Grande do Sul desde o final de abril, quando começaram essas chuvas torrenciais", disse o vice-governador Gabriel Souza (MDB) à TV Globo.
O desastre, que especialistas e o governo brasileiro vinculam à mudança climática e ao fenômeno El Niño, obrigou mais de 600.000 pessoas a deixarem suas casas.
Destas, quase 81.000 estão em abrigos montados em escolas, clubes e outros estabelecimentos.
As autoridades trabalham para distribuir suprimentos e doações enviadas de todo o país e do exterior entre os desabrigados e nos abrigos.
Leite disse que essa é a maior operação logística da história do estado.
- Ajuda a indígenas -
A vida no estado mudou abruptamente, com quase 360.000 estudantes sem aulas e o atendimento médico sendo realizado em hospitais de campanha.
Importantes autoestradas e rodovias continuam total ou parcialmente bloqueadas. Jornalistas da AFP constataram o bloqueio de uma via de acesso a Lajeado, na região do Vale do Taquari, fortemente atingida no centro do estado.
O aeroporto internacional Salgado Filho, que atende Porto Alegre, segue debaixo d'água.
As chuvas e enchentes sem precedentes afetaram diretamente pelo menos 80 comunidades indígenas, algumas de forma extremamente grave, segundo o Conselho Indigenista Missionário (CIMI).
A Defesa Civil disse que entregou cestas básicas e água potável a três comunidades indígenas do Vale do Taquari para 240 famílias, segundo um comunicado.
- Lula suspende viagem ao Chile -
A Presidência informou, em nota, que a viagem foi adiada "pela necessidade de acompanhamento da situação das enchentes no Rio Grande do Sul e de coordenação no atendimento à população afetada e nas tarefas de reconstrução".
O comunicado, porém, não divulgou uma nova data para a viagem.
B.Shevchenko--BTB