-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela após exílio
-
Rennes vence Strasbourg e assume liderança do Campeonato Francês
-
Brasil escolhe entre Bolsonaro e Lula, que denuncia obstáculos para votar
-
Rubio diz que retorno de Machado à Venezuela é resultado de diálogos respaldados pelos EUA
-
Bayern vence Freiburg e vai para clássico com Dortmund na liderança do Alemão
-
Manchester United perde para Bournemouth e emenda 8 jogos sem vitória
-
Acuado por protestos, premiê albanês ameaça multar manifestantes
-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela
-
Marine Le Pen promete restaurar ordem ao lançar campanha presidencial na França
-
Mobilizados, apoiadores de Lula cruzam os dedos no Rio de Janeiro, reduto do bolsonarismo
-
Líder opositora María Corina Machado anuncia retorno à Venezuela
-
Inter de Milão vira sobre Fiorentina e volta à liderança do Italiano
-
Arábia Saudita retoma voos no aeroporto da capital apesar de ataques houthis no Iêmen
-
Musetti vence Fritz na final e é campeão do ATP 250 de Lyon
-
Filipinas investiga laptop com abuso infantil encontrado em antiga residência do pai de Meghan Markle
-
Lucas Pinheiro Braathen vence 1ª etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino
-
França registra 1.314 detidos e 53 policiais feridos em novos protestos no sábado
-
Portugal desmonta mais acampamentos em defesa do direito à moradia
-
Brasileiros votam para definir o presidente entre Lula e Bolsonaro
-
Líder da extrema direita francesa faz primeiro grande comício antes da eleição presidencial
-
Lula 4 ou o retorno dos Bolsonaros? Brasil vota em 2º turno presidencial acirrado
-
Explosões abalam a capital saudita antes da reabertura do aeroporto
-
Irã afirma que retomada da guerra não mudará sua política
-
Bulgária vota para presidente entre temores de segurança e divisão por guerra na Ucrânia
-
Obama critica 'caos e crueldade' de Trump durante campanha por candidatos democratas
-
Israel anuncia bloqueio da Cisjordânia no dia das eleições
-
Kimi Antonelli faz a pole position do GP dos EUA, onde pode ser campeão de F1
-
Arquidiocese de Nova York concorda em pagar mais de US$ 800 milhões em indenizações a vítimas de abusos sexuais
-
Lula e Bolsonaro reúnem multidões antes de duelo final nas urnas
-
Paris FC perde para Lens e deixa escapar oportunidade de assumir liderança do Francês
-
Atlético de Madrid vence Deportivo com gol de Julián Álvarez
-
Confrontos entre manifestantes e polícia na Albânia durante novo protesto contra corrupção
-
Ronaldinho jogará pelo Ravenna na Serie C italiana no dia 15 de novembro
-
Israel desloca milhares de palestinos de Hebron após ataque mortal
-
Milhares de pessoas protestam na Itália sob forte dispositivo de segurança
'Tudo vai ficar bem': ex-advogado de Trump confiava na proteção do magnata
Michael Cohen, ex-advogado de Donald Trump, disse que confiou na proteção do seu ex-chefe para evitar ser investigado pelos pagamentos disfarçados à ex-atriz pornô Stormy Daniels, ao retornar nesta terça-feira (14) ao tribunal de Manhattan para ser interrogado pela defesa do ex-presidente.
Em um processo cada vez mais politizado, Trump recebeu apoio judicial do presidente da Câmara, Mike Johnson, e do seu antigo rival à nomeação republicana e potencial candidato à vice-presidência, Vivek Ramaswamy.
Cohen, que trabalhou para Trump de 2006 a 2018 como advogado pessoal e "faz-tudo", pagou US$ 130 mil (R$ 668 mil na cotação atual) do próprio bolso a Daniels na reta final das eleições de 2016, para que ela não revelasse uma suposta relação sexual com Trump ocorrida dez anos antes, com o objetivo de evitar um escândalo que poderia ter sido fatal para as pretensões do republicano.
O ex-presidente devolveu 420 mil dólares (R$ 2,16 milhões, na cotação atual), que incluíam impostos e serviços prestados entre outros itens, em 11 cheques, a maioria assinados de próprio punho, depois de Cohen ter apresentado faturas.
O último pagamento foi feito em 1º de dezembro de 2017, quando Trump ainda era presidente, conforme documentos apresentados em juízo.
"Não se preocupe, tudo vai ficar bem. Eu sou o presidente dos Estados Unidos", teria dito Trump a Cohen.
- "Violei minha bússola moral" -
"Lamento ter feito por ele coisas que não deveria, ter mentido, ter intimidado pessoas para atingir um objetivo", disse Cohen.
"Para manter a lealdade e fazer as coisas que ele me pediu, violei minha bússola moral e paguei o preço, assim como minha família", acrescentou.
Cohen, apelidado de "pitbull" pelo zelo em proteger seu ex-chefe, já se declarou culpado e foi condenado em 2018 a três anos de prisão por mentir ao Congresso, e também por crimes financeiros e eleitorais, além de ter perdido a licença para advogar.
O caso Stormy Daniels foi um dos vários escândalos que Trump tentou abafar às vésperas da eleição na qual derrotou a ex-primeira-dama e ex-secretária de Estado Hillary Clinton.
O atual candidato republicano às eleições de novembro teria, então, manifestado seu receio pelo efeito "catastrófico" que estas revelações e o "ódio" por parte do eleitorado feminino iriam causar.
Um tribunal de apelações negou o recurso de Trump de anular a ordem de silêncio imposta pelo juiz que conduz o julgamento, Juan Merchan, que lhe proíbe de falar em público com as testemunhas, jurados e funcionários da corte.
- "Julgamento contra os Estados Unidos" -
"Este não é um julgamento de Donald Trump. É um caso do Partido Democrata contra os Estados Unidos", afirmou o candidato do Partido Republicano às eleições de novembro, contra o atual ocupante da Casa Branca, Joe Biden.
"É o maior esforço para interferir e roubar uma eleição federal na história política americana", disse Trump ao chegar ao tribunal, que também contou, nesta terça-feira, com a presença do presidente da Câmara dos Representantes do Congresso.
Johson declarou que o sistema de justiça está sendo "instrumentalizado" contra Trump, que frequentemente diz ser vítima de um "caça às bruxas".
A Promotoria de Manhattan acusa Trump de 34 crimes de falsificações contábeis: 11 cheques, 11 faturas e 12 lançamentos contabilísticos.
Cohen disse na segunda-feira que Trump sabia que as falsificações tinham o objetivo de disfarçar o reembolso como despesas legais ordinárias, um elemento crucial do processo.
Ainda que seja condenado à prisão, o ex-mandatário, que tem 77 anos, poderá concorrer à presidência nas eleições de 5 de novembro e, se for eleito, vai retornar à Casa Branca em 20 de janeiro de 2025.
Além do caso de Nova York, Trump foi acusado em Washington e na Geórgia de tentar anular os resultados das eleições de 2020 e de levar documentos confidenciais ao deixar o governo em 2021, embora este último julgamento tenha sido adiado indefinidamente.
burs-nr/eml/cjc/nn/dd/fp/jb/mvv
A.Gasser--BTB