-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
Irã pediu ajuda aos EUA após acidente que matou Raisi
Os Estados Unidos afirmaram, nesta segunda-feira (20), que o Irã, seu rival histórico, pediu ajuda após o acidente de helicóptero que matou o presidente Ebrahim Raisi, enquanto Washington ofereceu suas condolências, apesar de dizer que o mandatário iraniano tinha "sangue nas mãos".
O Departamento de Estado americano informou que Teerã, que não mantém relações diplomáticas com Washington desde a Revolução Islâmica de 1979, entrou em contato depois que a aeronave caiu em meio a um nevoeiro no domingo.
"O governo do Irã nos pediu ajuda", disse a jornalistas o porta-voz Matthew Miller. "Dissemos que estaríamos dispostos a ajudar, algo que faríamos em relação a qualquer governo nesta situação", acrescentou.
"No final, em grande parte por razões logísticas, não fomos capazes de fornecer essa assistência", afirmou.
Miller se recusou a entrar em detalhes ou descrever como os dois países se comunicaram, mas disse que o Irã procurou ajuda imediata para encontrar o helicóptero de Raisi, que morreu junto ao seu ministro das Relações Exteriores, Hossein Amir Abdolahian, e outras sete pessoas.
O acidente ocorreu na sequência de conversas entre Estados Unidos e Irã em Omã, com o objetivo de aumentar a estabilidade no Oriente Médio após os últimos confrontos entre Teerã e Israel. O Departamento de Estado ofereceu "condolências oficiais" pelas mortes em um comunicado.
“Enquanto o Irã elege um novo presidente, reafirmamos o nosso apoio ao povo iraniano e à sua luta pelos direitos humanos e pelas liberdades fundamentais”, disse.
A administração do presidente Joe Biden considerou as condolências um padrão e não uma demonstração de apoio a Raisi, que como juiz conduziu execuções em massa de presos políticos e sob cuja presidência as autoridades reprimiram grandes protestos liderados por mulheres.
"Ele era um homem com sangue nas mãos", disse o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional americano, John Kirby, aos jornalistas, afirmando que Raisi era responsável por abusos "flagrantes" dos direitos humanos no Irã e que apoiava grupos na região como o Hamas.
No entanto, observou que "como em qualquer outro caso, geralmente lamentamos a morte e oferecemos condolências oficiais como de costume".
No passado, os Estados Unidos ofereceram frequentemente, embora nem sempre, condolências aos líderes aos quais se opunham, com mensagens deste tipo enviadas sobre o soviético Joseph Stalin, o norte-coreano Kim Il Sung e o cubano Fidel Castro.
C.Kovalenko--BTB