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Recuperação, renúncia ou morte: os três cenários para o papa
O papa Francisco continua hospitalizado em Roma com pneumonia bilateral, com diagnóstico "reservado", apesar da melhora nas últimas horas. Estes são os cenários que se apresentam após 14 dias de internação no hospital Gemelli:
- Uma longa convalescença
Apesar dos 88 anos e dos inúmeros problemas de saúde do passado, o papa argentino, conhecido por sua força de caráter, parece estar melhor.
"O papa dormiu bem ontem à noite e agora está descansando", afirmou o Vaticano em um breve comunicado na manhã desta quinta-feira, horas após o boletim médico mais recente anunciar uma "leve melhora" com um prognóstico "reservado".
A pneumonia em ambos os pulmões requer um mínimo de três semanas de convalescença, embora a equipe médica ainda não tenha comentado sobre a duração de sua internação hospitalar.
Aconteça o que acontecer, a gravidade desta situação, que exigiu a mais longa internação hospitalar desde sua eleição como chefe da Igreja Católica em 2013, provavelmente o forçará a diminuir o ritmo de trabalho, pelo menos inicialmente.
Uma novidade para o jesuíta argentino, conhecido por seu ritmo de trabalho acelerado e sua alergia a férias.
"É difícil imaginar que Francisco retome suas atividades no mesmo ritmo depois de um alerta tão alto", disse uma fonte do Vaticano, que preferiu permanecer anônima. "Haverá necessariamente um período de transição", observou.
Em junho de 2023, após 10 dias de internação para uma operação abdominal, o Santo Padre teve que passar por um período de convalescença. Mas isso aconteceu no verão, um período geralmente mais tranquilo.
A principal questão agora será se ele conseguirá cumprir seus compromissos de curto prazo, começando pela Semana Santa em abril.
Em março do ano passado, ele teve que cancelar de última hora sua participação na Via Sacra da Sexta-feira Santa no Coliseu por motivos de saúde.
Outra questão é se ele poderá presidir os eventos planejados ao longo do ano como parte do Jubileu.
Por fim, ainda não se sabe se ele poderá viajar novamente. A próxima viagem ao exterior, que ainda não foi oficializada, será em maio, para a Turquia, por ocasião dos 1.700 anos do Concílio de Niceia.
- Morte e protocolo milimétrico
Em caso de morte, a Santa Sé prevê um protocolo extremamente rigoroso.
Após a morte do papa, o cardeal camerlengo, monsenhor Kevin Farrell, ficaria responsável por administrar os assuntos da Igreja até que um novo pontífice seja eleito. Seus poderes durante esse período seriam reduzidos e eminentemente administrativos.
Ele é responsável por convocar reuniões de cardeais, chamadas "congregações", e decidir em acordo com eles o dia e a hora designados para velar o papa falecido, assim como a data do sepultamento, que deve ocorrer entre o quarto e o sexto dia após a morte.
O funeral, que Francisco quer que seja simples, ocorrerá na Basílica de São Pedro, no Vaticano, e o sepultamento na Basílica de Santa Maria Maggiore, no centro de Roma, a seu pedido.
O conclave, responsável por eleger o novo papa, deve começar entre 15 e 20 dias após a morte.
Os cardeais eleitores, aqueles com menos de 80 anos, que atualmente são 138, seriam chamados a votar em sigilo e a portas fechadas na suntuosa Capela Sistina.
- Renúncia e especulações
As especulações sobre a possível renúncia do papa se intensificaram desde sua internação no hospital Gemelli em 14 de fevereiro e devem continuar assim nos próximos meses.
"Se o papa sobreviver, muitos imaginam que ele desejará terminar o ano do Jubileu, mas depois, aos 89 anos [em dezembro], ele terá que lidar com a questão de se deve renunciar ou não", disse à AFP o especialista italiano em Vaticano, Marco Politi.
Francisco convocou um consistório, isto é, uma reunião de cardeais, para a proclamação de novos santos. Foi justamente esse o contexto escolhido por seu antecessor, Bento XVI, para anunciar sua renúncia em 2013. No momento, não há uma data definida para o consistório.
Nos últimos anos, o jesuíta argentino levantou dúvidas sobre a possibilidade de sua renúncia. Porém, mais recentemente, ele esclareceu que esse extremo não pode se tornar "uma moda".
De qualquer forma, o fato de ele ter retomado o trabalho em seu quarto de hospital para, entre outras coisas, aprovar a canonização de santos, indica que Francisco continua no comando.
F.Müller--BTB