-
Explosões são ouvidas em Kiev durante ataque russo
-
EUA e aliados pedem que Colômbia garanta 'transição pacífica'
-
EUA realiza primeiros pagamentos a vítimas da 'Síndrome de Havana'
-
Inglaterra de Kane encara Noruega de Haaland nas quartas de final da Copa do Mundo
-
Liderada por Messi, Argentina desafia monopólio europeu na Copa do Mundo
-
Apple processa OpenAI por violação de segredos comerciais
-
'É legal fazer sofrer um pouco', brinca Nico Williams, após classificação dramática da Espanha
-
França, a força tranquila antes do duelo contra a Espanha nas semifinais da Copa
-
"Se vencermos a Copa do Mundo, ninguém vai se lembrar se eu marquei gols", diz Yamal
-
Declan Rice, Reece James e Guéhi voltam a treinar com a seleção da Inglaterra
-
Espanha vence Bélgica (2-1) e vai enfrentar França nas semifinais da Copa
-
Zagueiro espanhol Mario Gila deixa Lazio e assina com Milan
-
Charles III recebe príncipe Harry e sua família pela primeira vez desde 2022
-
Testemunhas contradizem versão do ICE sobre morte de mexicano baleado em Houston
-
'Haaland-mania' chega ao Peru, com centenas de bebês registrados com nome do astro norueguês
-
Djokovic gostaria de jogar em Wimbledon 'pelo menos mais uma vez'
-
Brasileira Luisa Stefani vai disputar final feminina de duplas em Wimbledon
-
Muchova-Noskova, uma final de Wimbledon 100% tcheca valendo título inédito de Grand Slam
-
Trump reforça que cessar-fogo 'terminou', mas aceita negociar com Irã
-
Pelo menos 12 mortos de diferentes nacionalidades em incêndio no sul da Espanha
-
Camundongo adaptado a altitudes extremas abre caminhos para medicina
-
Federação colombiana condena ameaças a Campaz após eliminação na Copa do Mundo
-
Sinner vence Djokovic e vai enfrentar Zverev na final de Wimbledon
-
Cristiano Ronaldo "nunca será um problema" para Portugal, diz Jorge Jesus
-
Passageiro quase foi sugado para fora de avião que decolou da Grécia
-
Vini Jr pede desculpas à torcida brasileira pela "enorme frustração" com eliminação na Copa do Mundo
-
Seleção do Egito é ovacionada em seu retorno ao país
-
IA 'não pode criar nada', afirma cineasta Christopher Nolan
-
Anistia Internacional considera 'ilegal' a recente deportação de migrantes dos EUA para Essuatíni
-
Zverev vai à final de Wimbledon após recente título de Roland Garros
-
Hugo Broos deixa cargo de técnico da África do Sul
-
Netanyahu se apressa em cumprir promessas feitas a aliados antes das eleições
-
Pelo menos 12 mortos e 23 desaparecidos em incêndio no sul da Espanha
-
Espanha enfrenta Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo
-
UE exige que Meta modifique o 'design viciante' do Facebook e do Instagram
-
Pelo menos 11 mortos e 19 desaparecidos em incêndio no sul da Espanha
-
Tufão Bavi provoca 15 mortes nas Filipinas e deixa Taiwan em alerta
-
Tapeçaria de Bayeux chega a Londres para empréstimo histórico
-
Incêndio florestal deixa 11 mortos no sul da Espanha
Suécia convoca reunião com Amazon e outras plataformas por venda de bonecas sexuais
O governo sueco anunciou nesta quarta-feira (12) que convocou a Amazon e várias plataformas de comércio eletrônico para uma reunião devido à venda de bonecas sexuais com aparência infantil em seus sites.
A organização sueca de direitos da infância ChildX apresentou na segunda-feira uma queixa policial contra a Amazon — incluindo todas as suas filiais nacionais — e contra outros dois portais que vendem as bonecas na Suécia, alegando que esta comercialização poderia violar as leis sobre exploração sexual infantil.
A ChildX alertou que a venda desse tipo de produto em mercados mundiais pode normalizar o abuso sexual infantil e aumentar a demanda por conteúdos que exploram crianças.
A ministra sueca de Serviços Sociais, Camilla Waltersson Grönvall, convocou para 28 de novembro uma reunião com representantes das plataformas de comércio eletrônico, organizações de proteção infantil e outras autoridades para analisar como conter este problema.
"Devemos explorar coletivamente as possibilidades de impedir a existência destas bonecas", declarou a ministra em um comunicado.
A Amazon confirmou à AFP que participará da reunião e garantiu ter retirado os produtos em questão.
"Temos políticas estritas no segmento de produtos para adultos e sempre proibidos estritamente a pornografia infantil", afirmou um porta-voz da empresa.
A ChildX exigiu que a plataforma assumisse uma maior responsabilidade sobre os itens vendidos em seu site.
"Ao retirar os anúncios, a Amazon reconhece que existe um problema e que há graves deficiências", afirmou Ida Östensson, secretária-geral da organização. "Eles já foram criticados em 2018, mas as bonecas voltaram a ser vendidas três dias depois. Exigimos que assumam sua responsabilidade", acrescentou.
Segundo a legislação sueca, a distribuição e posse de imagens de abuso sexual infantil são ilegais, bem como a posse de bonecas sexuais com aparência de menores. Para a ChildX, a venda destas bonecas também deveria ser ilegal, embora um caso deste tipo nunca tenha sido julgado nos tribunais.
A polêmica internacional sobre estes produtos está aumentando. A plataforma chinesa Shein proibiu recentemente sua venda após as ameaças da França de vetar a empresa no país por permitir sua comercialização.
E.Schubert--BTB