-
EUA analisa recente proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Musk e Altman, frente à frente em ação judicial sobre a OpenAI
-
Ruud sofre para vencer Tsitsipas e vai às quartas de final em Madri
-
Londres, em pé de guerra contra a praga do roubo de celulares
-
Bombardeios deixam 6 mortos na Rússia e na Ucrânia; Kiev registra explosões
-
Emirados Árabes Unidos deixarão Opep em maio para proteger 'interesse nacional'
-
Lucro líquido da montadora chinesa BYD cai 55% no 1º trimestre
-
Emirados Árabes Unidos vão deixar Opep a partir de maio
-
Preços das commodities sobem com guerra e outros fatores, diz Banco Mundial
-
Parlamento Europeu pede definição de estupro que inclua a noção de consentimento
-
Museu nas Filipinas resgata história da mortal e lucrativa rota dos galeões espanhóis
-
Jimmy Kimmel rebate críticas por piada sobre Melania Trump
-
Alta do combustível derruba voos de companhias aéreas de baixo custo
-
Batalha judicial entre Elon Musk e OpenAI começa na Califórnia
-
Militão passa por cirurgia e está praticamente fora da Copa do Mundo
-
Tribunal sul-coreano aumenta para 4 anos a pena de prisão contra ex-primeira-dama
-
Parlamento Europeu aprova normas para proteger gatos e cães no bloco
-
Jovem se declara culpado na Áustria de planejar atentado contra show de Taylor Swift
-
Quase 60 países participam de primeiro encontro na Colômbia para superar as energias fósseis
-
Colisão de trens na Indonésia deixa 15 mortos e dezenas de feridos
-
Israel usa acesso à água como arma contra os palestinos em Gaza, denuncia MSF
-
EUA analisam proposta do Irã para reabertura do Estreito de Ormuz
-
México captura possível sucessor de 'El Mencho' em operação militar
-
Colisão entre trens deixa 7 mortos e dezenas de feridos na Indonésia
-
Ex-atriz faz depoimento emotivo em novo julgamento por estupro contra Weinstein
-
Irã atribui a EUA fracasso das negociações no Paquistão e exige garantias de segurança
-
Personalidade de Elon Musk, no centro da batalha jurídica contra a OpenAI
-
Colisão entre trens perto de Jacarta deixa ao menos cinco mortos
-
Rei Charles III se reúne com Trump em tentativa de recompor relações
-
Acordo de paz na Colômbia também deve proteger as florestas, diz ex-presidente
-
Casemiro marca e aproxima Manchester United da Liga dos Campeões
-
Sabalenka e Zverev avançam em Madri, Gauff cai nas oitavas
-
Rei Charles III chega aos EUA para reforçar vínculos com Trump
-
Colômbia registra ataque de guerrilha mais letal em décadas
-
PSG-Bayern, um duelo de titãs por uma vaga na final da Champions
-
Começa seleção do júri na batalha legal de Musk contra OpenAI
-
Modric é operado de fratura no osso da face e poderá jogar a Copa
-
UE quer obrigar Google a abrir Android para concorrentes de IA
-
Chanceler do Irã se reúne com Putin após fracasso de diálogos de paz no Paquistão
-
Taylor Swift quer registrar sua voz como marca para se proteger da IA
-
Risco de corrida armamentista nuclear marca reunião da ONU sobre proliferação
-
Dinheiro vivo ou escambo: o agitado mercado de animais de El Salvador
-
Human Rights Watch teme uma Copa 'da exclusão e do medo' nos EUA
-
O seleto mundo dos bolos de casamento superluxuosos
-
Fatores para a proliferação nuclear estão 'se acelerando', diz chefe da ONU
-
Turismo despenca em Cuba no primeiro trimestre de 2026
-
Chanceler do Irã se reúne com Putin após fracasso das negociações de paz
-
Colômbia registra 31 ataques da guerrilha desde a sexta-feira
-
Americana relata sofrimento em investigação francesa contra Al Fayed
-
BRIT School, um berço de talentos de onde surgiram Amy Winehouse, Olivia Dean e Adele
Colômbia garante que manterá cooperação em inteligência com EUA
O governo da Colômbia disse, nesta quinta-feira (13), que manterá a cooperação em inteligência com os Estados Unidos, após sinalizar que a ordem de suspendê-la foi "mal interpretada".
Na terça-feira, o presidente Gustavo Petro ordenou suspender a troca de informações de inteligência em segurança com Washington como resposta aos bombardeios americanos contra embarcações supostamente utilizadas pelo narcotráfico no Caribe e no Pacífico.
O anúncio ocorreu em meio à crise diplomática com o governo de Donald Trump pela operação militar marítima, e provocou reações de reprovação de políticos da oposição, bem como de ex-militares e chefes de inteligência colombianos.
A mensagem de Petro na terça-feira foi clara: "Todos os níveis de inteligência da força pública receberam ordens para suspender o envio de comunicações e outras interações com agências de segurança americanas".
"Tal medida será mantida enquanto persistirem os ataques com mísseis a lanchas no Caribe", acrescentou.
Contudo, o presidente colombiano enfatizou, nesta quinta, que a cooperação com Washington continua.
"As informações de inteligência são fornecidas em conformidade com as normas de direitos humanos. Todas as informações de inteligência são entregues aos Estados Unidos, desde que estes concordem em não utilizá-las em violação dos tratados de direitos humanos", afirmou o primeiro presidente de esquerda da Colômbia durante uma cerimônia de promoção de policiais em Bogotá.
Petro também anunciou uma proposta de coordenação contra o tráfico de drogas entre países caribenhos diante da "tática" de Trump.
Desde o início de setembro, forças dos Estados Unidos realizaram ataques contra dezenas de lanchas supostamente utilizadas pelos traficantes em águas internacionais da região, causando a morte de pelo menos 76 pessoas, segundo números dos Estados Unidos.
- 'Desinformação' -
Em seu discurso desta quinta-feira, Petro falou de "desinformação" em relação ao tema, sem detalhar sobre o que se referia.
Mais cedo, seu ministro do Interior, Armando Benedetti, havia assinalado: "Houve uma má interpretação por parte da imprensa colombiana e de alguns funcionários do alto governo".
"O presidente Petro nunca disse que as agências de controle americanas FBI, DEA, HSI vão deixar de trabalhar na Colômbia em conjunto com nossas agências de inteligência", escreveu Benedetti no X.
Fontes do governo e da força pública consultadas pela AFP coincidem em que os anúncios frequentes de Petro nas redes sociais sobre assuntos de segurança não costumam ser consultados com a cúpula militar.
As relações entre os Estados Unidos e a Colômbia se deterioraram desde o retorno de Trump à Casa Branca em janeiro.
Sem apresentar provas, Trump acusou Petro, no poder desde 2022, de envolvimento com o tráfico de drogas.
Washington retirou este ano a Colômbia da lista de países aliados contra o tráfico de drogas, revogou os vistos de Petro e de vários de seus funcionários e impôs sanções financeiras ao mandatário colombiano e a seus aliados.
O fim da colaboração de inteligência com agências americanas afetaria a Colômbia, pois seria uma "festa" para as máfias, disse à AFP o ex-comandante da polícia Óscar Naranjo.
Mas também teria consequências para Washington, com um possível aumento do narcotráfico em um dos principais consumidores do mundo, opina Douglas Farah, analista e especialista em narcotráfico na América Latina.
A administração Trump é próxima da oposição de direita na Colômbia, que aspira vencer as eleições legislativas e presidenciais de 2026.
O.Bulka--BTB