-
Príncipe Harry visita o Reino Unido em meio a tensão com família real
-
Trump revela novo projeto de renovação para a Casa Branca: um heliporto
-
Kylian Mbappé, a transformação do capitão
-
'Desprezível', responde Mbappé após ser alvo de ataques racistas de senadora paraguaia
-
Bombardeios russos contra Kiev matam 24 pessoas antes da reunião da Otan
-
Presidente da Colômbia insiste em negar 'legitimidade' de sucessor da extrema direita
-
Microsoft corta 4.800 postos de trabalho em meio à reestruturação do Xbox
-
Tottenham contrata Sandro Tonali, meio-campista italiano do Newcastle
-
'Não surpreende', diz argentino Paredes após eliminação do Brasil
-
Atriz criada por IA que irritou Hollywood será protagonista de longa-metragem
-
Novo apagão generalizado atinge Cuba em meio a bloqueio petrolífero dos EUA
-
UE pede que França altere projeto que proíbe redes sociais para menores
-
CBF defende Raphael Claus após Trump chamar árbitro brasileiro de 'suspeito'
-
General afastado por ordem de Petro será ministro da Defesa da Colômbia
-
Revogação da suspensão de Balogun gera indignação e preocupação na Europa
-
Infantino afirma ter dito a Trump que órgãos da Fifa são 'independentes'
-
Anderson brinca com plissados na alta-costura para a Dior
-
Netanyahu insta EUA a não vender aviões de combate F-35 à Turquia
-
Trump confirma que pediu à Fifa para revisar cartão vermelho de Balogun
-
Bombardeios russos contra Kiev matam 22 pessoas antes da reunião de cúpula da Otan
-
Haaland comanda remada viking da Noruega com atuação 'surreal' contra o Brasil
-
Microsoft elimina 4.800 empregos em meio à reestruturação da Xbox
-
George Clooney receberá Leão de Ouro honorário no Festival de Cinema de Veneza
-
Surto de ebola na RD Congo causou mais de 500 mortes, segundo a OMS
-
Bombardeio contra Kiev mata 18 pessoas antes da reunião de cúpula da Otan
-
Imprensa brasileira lamenta eliminação da Seleção
-
China realiza teste de mísseis no Pacífico
-
Confusão em torno da visita do príncipe Harry ao Reino Unido
-
Hamas dissolve seu órgão de governo em Gaza
-
Japão divulga imagem de asteroide em forma de boneco de neve
-
Supertufão causa danos significativos perto de Guam, no Pacífico
-
Primeiras fotos da princesa Mette-Marit da Noruega após transplante de pulmão
-
Chefe da ONU pede governança da IA para não ditar 'futuro da humanidade'
-
Portugal-Espanha, duelo de destaque nas oitavas após abalo provocado por interferência de Trump
-
Multidão acompanha o cortejo fúnebre do líder supremo Ali Khamenei em Teerã
-
Bombardeio contra Kiev mata 14 pessoas antes da reunião de cúpula da Otan
-
Supertufão Bavi provoca 'grandes danos' em passagem por ilhas americanas
-
Multidão comparece ao cortejo fúnebre do líder supremo iraniano Ali Khamenei
-
Petro anuncia despedida pública da presidência antes da posse do sucessor
-
Inglaterra resiste com um a menos, vence México (3-2) e vai enfrentar Noruega nas quartas da Copa
-
Neymar em sua última Copa do Mundo: alguns minutos, um gol e muitas lágrimas
-
Solbakken diz que decisão sobre caso Balogun é 'um grande erro da Fifa'
-
Vinícius Jr se defende por não ter cobrado pênalti contra Noruega
-
Solbakken celebra 'melhor noite do futebol norueguês' após eliminar o Brasil
-
'Merecíamos esse título": tristeza toma conta do Brasil após derrota para Noruega
-
Venezuelanos se reencontram em missas, após duplo terremoto que sacudiu seu país
-
Supertufão Bavi provoca 'grandes danos' na ilha americana de Rota, no Pacífico
-
'O mais difícil foi sair', diz venezuelano resgatado após passar oito dias soterrado
-
Noruega comemora vitória sobre o Brasil: 'Um milagre!'
-
Nyland, o outro herói da Noruega: 'Fizemos um pouco de história'
Jornalistas do mundo todo lotam a já movimentada fronteira Colômbia-Venezuela
A confusão reina na ponte fronteiriça entre a Colômbia e a Venezuela, assim como a esperança dos venezuelanos após a deposição de Nicolás Maduro, enquanto um batalhão de jornalistas de todo o mundo tenta fazer a travessia para contar uma história sem um desfecho claro.
"Obrigado por contar tudo sobre a Venezuela, não vão embora!", gritam aos jornalistas alguns venezuelanos que cruzam a Ponte Internacional Simón Bolívar de San Antonio del Táchira para a cidade colombiana de Villa del Rosario.
A movimentada fronteira está lotada de jornalistas que desde o domingo chegaram a Cúcuta vindos de Polônia, França, Canadá, Estados Unidos e Argentina, entre colaboradores locais para veículos de China, Irã e Turquia. Alguns esperam o momento oportuno para atravessar, mas as esperanças de chegar a Caracas se dissipam com o passar dos dias e o aumento da tensão.
Estúdios de TV improvisados em barracas de camping e um emaranhado de cabos, microfones e tripés de veículos de mídia se somam à paisagem dominada por três tanques do exército colombiano posicionados no acesso à ponte.
Tudo gira em torno do ataque dos Estados Unidos na madrugada de sábado, que terminou com a captura em Caracas e detenção em Nova York do presidente deposto Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
"Viemos para cá sabendo que cruzar a fronteira seria praticamente impossível", contou à AFP o repórter do canal Chilevisión Roberto Cox, que em dezembro ficou retido durante seis horas juntamente com sua equipe em outra ponte fronteiriça e, embora tenha sido liberado, perdeu todo o registro de suas fotos pessoais no celular.
"Não se deve passar até que as autoridades permitam", alerta Cox nestes dias em que alguns jornalistas se aventuram a entrar de alguma maneira. Alguns foram retidos pela Guarda Nacional da Venezuela, que exige visto de trabalho inclusive dos jornalistas venezuelanos.
Outros tentaram sem sucesso pedir o visto no consulado venezuelano em Cúcuta e, embora a princípio tenham pensado em entrar após uma ampla abertura de fronteiras, as esperanças se dissipam.
O sindicato venezuelano de jornalistas reportou a detenção e posterior libertação de 16 jornalistas e trabalhadores da imprensa durante a posse do novo Parlamento, na segunda-feira.
- "Vamos sair das trevas!" -
"Viemos passar o Natal e fazer alguns trâmites de documentos e ainda não conseguimos acreditar", conta a arquiteta Evelyn Cárdenas, de 57 anos, originária da cidade venezuelana de San Cristóbal, que mora no Chile há nove anos.
Cárdenas arrastava uma mala grande, seguida do marido. Assim que cruzou a fronteira, quis falar, enquanto suspirava: "Todos os venezuelanos estão felizes, mas nós não podemos expressar isso abertamente". "Posso dizê-lo agora porque cruzei a ponte", acrescentou.
Ela diz que planeja pegar um ônibus e depois um avião para Santiago.
"Temos a convicção de que agora, sim, vai acontecer algo positivo para o nosso país. Finalmente, vamos sair das trevas!", acrescentou.
Quem mora na Venezuela e atravessa frequentemente para Cúcuta para fazer compras a preços mais acessíveis evitou dar sua opinião por medo. "Ali dentro está estranho", disseram alguns.
- "Em choque" -
Walter Monsalve, de 55 anos, professor nos dois lados da fronteira, se disse ainda "em choque".
"Nunca devia ter acontecido assim, fosse pelo que fosse, que entrem na casa da gente" vindos de outro país, afirmou à AFP, ao contar que entre seus vizinhos e sua família ainda há muita confusão e expectativa sobre o desenrolar dos acontecimentos.
Trump disse que por trás da deposição de Maduro está o objetivo essencial de manter o controle sobre o petróleo da Venezuela, país que tem as maiores reservas do mundo do chamado ouro negro.
"O que estão fazendo agora é vendo ao que se agarram", diz Monsalve. "Não sei para o que serve a ONU, estes organismos internacionais, que não param estas situações".
O.Lorenz--BTB