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Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
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Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
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Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
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Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
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Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
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Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
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Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
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Justiça ordena que presidente da Colômbia se desculpe por ato religioso em sua posse
Um juiz da Colômbia ordenou que o presidente Abelardo de la Espriella se desculpe por ter falhado com o princípio do Estado laico durante seu ato de posse, no qual foi organizada uma cerimônia com a participação de um rabino, um padre católico e um pastor evangélico.
O presidente direitista tomou posse em 7 de agosto em uma cerimônia na cidade de Cali, durante a qual houve uma sessão denominada na ordem do dia como "invocação e louvor", com cânticos, orações e vivas a Israel junto a um altar da virgem de Fátima.
Segundo a decisão em primeira instância, De la Espriella deverá se desculpar em 30 de setembro às 19h locais (21h de Brasília) em transmissão de rádio e televisão "por ter violado a neutralidade religiosa do Estado", que é laico, segundo a Constituição.
Ele também deverá emitir uma diretriz que ordene aos funcionários públicos que "respeitem e façam respeitar" essa neutralidade em todos os atos públicos, segundo o documento ao qual a AFP teve acesso nesta quinta-feira.
O presidente invoca a Deus com frequência. Dias antes de assumir o cargo, divulgou um "retiro espiritual" do qual participou com sua esposa e membros do gabinete então designado, aos quais entregou uma bíblia. Vídeos publicados em suas redes sociais o mostram ajoelhado, rezando.
Embora no passado este advogado milionário tenha se declarado ateu, durante a campanha assegurou ter vivido um processo de transformação espiritual que o levou a se aproximar de Deus. Diferentes igrejas apoiaram sua candidatura e em seu gabinete há figuras de setores evangélicos.
A oposição questiona a chamada "batalha cultural" que o governo promove pois, segundo a esquerda, busca retroceder em direitos fundamentais e impulsionar a família tradicional e a religião.
Uma de suas primeiras decisões criticadas nessa linha foi um decreto do ministério da Educação para que as igrejas participem de estratégias pedagógicas em escolas públicas.
Também foi alvo de críticas a decisão da entidade encarregada da defesa dos menores de idade no país para eliminar a expressão "meninos e meninas" dos documentos oficiais e substituí-la por "infância".
N.Fournier--BTB