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Wagner Moura, de Pablo Escobar a agente secreto em Cannes
Wagner Moura ganhou neste sábado (24) o prêmio de melhor ator em Cannes pelo filme "Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho.
Aos 48 anos, Moura é um dos rostos mais conhecidos do cinema brasileiro internacionalmente por causas de suas participações na série Narcos e em filmes como Guerra Civil e Elysium.
Nascido em Salvador, começou no teatro, mas rapidamente foi para as telonas e participou de filmes como "Deus é Brasileiro" (2003), de Cacá Diegues; Tropa de Elite (2007) e Praia do Futuro (2014).
Seu papel como capitão Nascimento em Tropa de Elite, um sucesso mundial, o catapultou para a cena internacional. O filme ganhou o Urso de Ouro do Festival de Berlim.
Em 2013, atuou na produção americana "Elysium", ao lado de estrelas como Matt Damon e Jodie Foster.
E, dois anos depois, chegou "Narcos", sobre Pablo Escobar, uma das séries de maior sucesso da Netflix e um dos expoentes da recente fascinação do mundo do cinema com a figura do narcotraficante colombiano.
Wagner, sem saber se receberia o papel, se mudou durante seis meses para Medellín para estudar o idioma e percorrer suas ruas, em busca de capturar a visão que ainda havia sobre o "El Patrón".
O intérprete, que foi indicado ao Globo de Ouro por esse papel, considera que "o narcotráfico é uma realidade para todos os países latino-americanos" que merece ser contada.
"A série conta precisamente como começou, como se envolveram nessa guerra antidrogas [com os Estados Unidos] e [como] a tornaram uma guerra equivocada", disse ele em uma entrevista à AFP.
- Filmar em português -
Após o sucesso mundial da série, o ator buscou se distanciar um pouco dos papéis latinos.
"Quero fazer filmes nos Estados Unidos que não reforcem os estereótipos latinos, especialmente depois de interpretar Escobar", comentou.
Desde então, participou de grandes produções, entre elas "Sergio" (2020), com Ana de Armas, e "Guerra Civil" (2024) com Kirsten Dunst.
Com "O Agente Secreto", de Kléber Mendonça Filho, voltou a filmar no Brasil, onde não trabalhava como ator desde 2012.
"'Narcos' é seguramente a obra mais contundente que fiz", afirmou esta semana em Cannes. "Foi uma aventura totalmente extraordinária", mas "realmente precisava voltar ao Brasil, filmar em português".
A série "durou três anos, depois houve a pandemia, e depois o governo fascista que chegou ao poder destruiu todas as possibilidades de fazer um filme", prosseguiu.
Em "O Agente Secreto", Moura dá vida a um professor que volta a Recife para se reunir com seu filho, sem saber que seu passado, no qual enfrentou a corrupção, o colocará em perigo.
"O personagem que interpreto quer viver apenas com os valores que o representam. É terrível que, nos momentos distópicos, se prender a seus valores de dignidade seja perigoso", disse em Cannes.
I.Meyer--BTB