-
Os julgamentos coletivos de El Salvador: a angústia de quem paga 'pelos pecadores'
-
Toque de recolher comercial afeta vida noturna na cidade do Cairo
-
Butcha: Quando os assassinos russos chegaram...
-
O Irão, um Estado terrorista sem direito à existência
-
Irã anuncia novos ataques e alerta para represálias 'devastadoras' após ameaças de Trump
-
Poupança de energia no dia-a-dia ou pura extorsão?
-
Direita lidera pesquisas a uma semana das eleições presidenciais no Peru
-
Pepsi e Diageo retiram patrocínio a festival com Kanye West em Londres
-
O que se sabe sobre a corrida para resgatar um piloto americano no Irã
-
Inter goleia Roma (5-2) e segue firme na liderança do Italiano
-
Cristãos libaneses celebram Páscoa em solidariedade com o sul em guerra
-
Perri brilha nos pênaltis e Leeds vai à semifinal da Copa da Inglaterra
-
Trump parece prorrogar prazo ao Irã para reabrir Estreito
-
St. Pauli desperdiça oportunidade de se afastar do rebaixamento no Alemão
-
Candidato da direita na Colômbia denuncia 'interceptações ilegais' do presidente
-
Imprensa americana diz que EUA percorreu regiões profundas do Irã para resgatar piloto
-
Família real britânica aparece unida em missa do domingo de Páscoa
-
Naufrágio deixa mais de 70 desaparecidos no Mediterrâneo, dizem ONGs
-
Ataques israelenses deixam quatro mortos em Gaza
-
Lyon empata sem gols com Angers e emenda 6º jogo sem vitória no Francês
-
Opep+ volta a aumentar cotas de produção em 206.000 barris por dia
-
Israel recorre à IA para aperfeiçoar seu sistema de alerta de ataques aéreos
-
Trump ameaça desatar 'inferno' se Irã não reabrir Estreito de Ormuz
-
PSV Eindhoven é campeão holandês pela 27ª vez
-
Astronautas da Artemis vislumbram 'Grand Canyon' da Lua antes de sobrevoá-la
-
Papa pede que se 'escolha a paz' em sua primeira mensagem de Páscoa
-
Trump anuncia resgate de segundo piloto acidentado no Irã
-
Petro denuncia que líder guerrilheiro suborna oficiais colombianos para evitar prisão
-
Ataques de Israel matam sete pessoas no Líbano
-
Lens perde para Lille e se afasta da briga pelo título francês
-
EUA anuncia prisão de familiares de general iraniano
-
Barcelona vence Atlético e abre 7 pontos do Real Madrid
-
Com Itália fora da Copa, Canadá tenta atrair torcida dos residentes italianos
-
Ataque de Israel mata meninas no Líbano
-
Real Madrid perde para Mallorca e se complica na disputa do título espanhol
-
Barcos franceses zarpam para nova flotilha rumo a Gaza
-
Erdogan e Zelensky se reúnem na Turquia
-
Salvadorenhos confeccionam tapete de sal com mais de 1 km na Semana Santa
-
Meia Oscar se aposenta do futebol após problema cardíaco
-
Real Madrid perde pra Mallorca e se complica na disputa do título espanhol
-
A vida cotidiana dos astronautas da missão Artemis II no espaço
-
Bayern vira sobre Freiburg e vai embalado para duelo com Real Madrid na Champions
-
Trump dá 48 horas para alcançar acordo sobre Ormuz; bombardeios no Irã atingem área de usina nuclear
-
Botafogo inicia processo judicial para cobrar dívida de R$ 745 milhões do Lyon
-
City atropela Liverpool (4-0) na Copa da Inglaterra com hat-trick de Haaland
-
Astronauta Jeremy Hansen descreve sua sensação de 'cair do céu'
-
Astronautas da Artemis II já estão na metade do caminho até a Lua
-
Nicaraguenses comemoram a Semana Santa com proibição de procissões nas ruas
-
Irã e EUA disputam busca por piloto do caça americano derrubado
-
Documentário sobre trabalho dos repórteres da AFP em Gaza é premiado na França
Missão africana chega à Rússia em busca de mediação já rejeitada pela Ucrânia
Líderes africanos começaram a chegar a São Petersburgo neste sábado (17) para se reunirem com o presidente russo, Vladimir Putin, na tentativa de mediar o conflito com a Ucrânia, que já se recusou a negociar enquanto as tropas russas estiverem em seu território.
O chefe de Estado sul-africano, Cyril Ramaphosa, que lidera a delegação, foi o primeiro a chegar à antiga capital imperial russa, "para buscar um caminho para a paz após 16 meses do conflito russo-ucraniano que provocou [...] instabilidade global", segundo a Presidência sul-africana.
Também devem chegar os presidente senegalês, Macky Sall; o da Zâmbia, Hakainde Hichilema; e representantes congoleses, ugandenses e egípcios, segundo o Kremlin.
A missão fez sua primeira parada na sexta-feira em Kiev, onde se reuniu com o presidente ucraniano Volodimir Zelensky.
O mandatário ucraniano descartou uma possível mediação e destacou a prioridade da contraofensiva lançada por seu país para recuperar territórios tomados pela Rússia desde o início da operação militar, em fevereiro de 2022.
"Autorizar qualquer tipo de negociação com a Rússia, quando o ocupante está em nossa terra, equivaleria a congelar a guerra, congelar a dor e o sofrimento" e seria um "erro" que pode favorecer Moscou, declarou o presidente junto aos membros da delegação africana.
A Presidência sul-africana afirmou que a missão manteve "discussões construtivas" com Zelensky e novamente pediu "uma desescalada de ambos os lados".
Ramaphosa insistiu que é "importante ouvir com atenção" os dois países.
- Contraofensiva -
Na sexta-feira, Putin disse que a contraofensiva ucraniana não tem "nenhuma chance" de sucesso e não está alcançando nenhum de seus objetivos.
Kiev, por outro lado, garante que libertou algumas cidades e 100 km² de território, especialmente na frente sul.
"As forças ucranianas continuam realizando operações ofensivas e defensivas com relativo sucesso", disse Hanna Maliar, vice-ministra da Defesa da Ucrânia.
Em Bakhmut (leste), "nossas tropas realizam ações ofensivas, tomando áreas de altitude e áreas arborizadas para expulsar progressivamente o inimigo", acrescentou.
A Rússia alegou ter repelido um ataque de drone ucraniano a uma refinaria de petróleo na província de Briansk, que faz fronteira com a Ucrânia.
Os ataques de drones contra o território russo e a península da Crimeia, anexada por Moscou em 2014, se multiplicaram nas últimas semanas.
O ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, pediu a produção de mais tanques para "atender às necessidades das forças" na operação na Ucrânia.
A missão africana é a mais recente de uma série de esforços diplomáticos que tentaram mediar o conflito, até agora sem sucesso.
O conflito na Ucrânia atingiu duramente o continente africano, após o bloqueio e a desaceleração no fornecimento de grãos ucranianos e fertilizantes russos, o que disparou os preços dos alimentos.
A África do Sul, no entanto, se recusa a condenar a Rússia por sua agressão e os aliados da Ucrânia veem suas posições muitas vezes muito próximas do Kremlin.
Putin tenta apelar aos líderes africanos, argumentando que a Rússia está lutando contra o imperialismo ocidental.
"O sistema internacional neocolonial [...] deixou de existir e o mundo multipolar, por outro lado, está se fortalecendo", declarou o presidente russo na sexta-feira.
burs-ant/fio/ybl/es/avl/aa/rpr
W.Lapointe--BTB