-
Astronauta francesa diz que viu um planeta sem divisões nem fronteiras
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 11 mortos
-
Líder do movimento das 'baratas' detido antes de manifestação na Índia
-
Max Verstappen vence corrida sprint do GP de Singapura de F1
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa mais de 20 feridos no Panamá
-
Protestos em Nova York contra ICE por balear dominicano
-
Real Madrid retorna a LaLiga com Mbappé em destaque
-
Ministério Público processa Shell por enchentes de 2024 e pede R$ 541 milhões
-
Trump comemora acordo sobre diesel com a Rússia antes de eleições nos EUA
-
EUA ainda não decidiu se execução de condenado será transmitida ao vivo
-
Serie A encontra nas novas regras um antídoto para os empates sem gols
-
Fumaça de incêndios leva Manaus a fechar escolas
-
"Tenho total confiança no clube", diz técnico do City, Enzo Maresca
-
Ataques dos houthis contra aeroporto de Riade matam três sauditas
-
Lens vence por 2 a 1 e tira liderança do Lyon
-
Sanções dos EUA, uma "prova de resiliência" para o TPI
-
Borussia Dortmund cede empate no fim contra o Werder Bremen (2-2)
-
Terremoto de magnitude 7,7 provoca pânico e danos em prédios no Panamá
-
Mourinho diz que críticas a Mbappé são 'ridículas'
-
Flick confirma desfalque de Raphinha contra Getafe e Galatasaray
-
Aumenta pressão para que Pentágono não transmita execução ao vivo
-
Qinwen e Mertens completam semifinais do WTA 1000 de Pequim
-
Copiloto da Flydubai planejava atentado em Israel inspirado no 11 de Setembro
-
EUA anuncia sanções ao TPI após Nobel da Paz para Navi Pillay, ex-juíza do tribunal
-
Mike Ditka, lenda do futebol americano, morre aos 86 anos
-
Verstappen confirma seu retorno com pole para corrida sprint do GP de Singapura
-
Decisão do Pentágono de transmitir execução ao vivo gera indignação crescente
-
Secretário de Segurança Interna critica prefeito de Nova York por pedir extinção do ICE
-
Djokovic sente cansaço e é eliminado em sua estreia no Masters 1000 de Xangai
-
Seleção da Turquia demite técnico Vincenzo Montella
-
Federação Italiana de Futebol vai eleger seu presidente em 14 de dezembro
-
UE retira Panamá de sua lista de paraísos fiscais
-
Governo do Iêmen lança 'operação' para retomar território estratégico para os houthis
-
China aceita 'moderar' suas exportações de veículos híbridos para a UE, segundo comissário europeu
-
EUA lidera novas negociações de paz para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Justiça argentina restabelece limites para a venda de terras a estrangeiros
-
Protestos estudantis geram cenas de caos em Bruxelas
-
Rubio insta opositores venezuelanos a participar da negociação com o governo
-
Trump cria painel para investigar governadora do Fed
-
EUA impõe sanções ao TPI após Nobel a sua ex-magistrada Pillay
-
Documentário retrata a vida privada de figura do Vale do Silício condenada por fraude
-
Preços do diesel e dos fertilizantes põem à prova apoio de agricultores dos EUA aos republicanos
-
China e União Europeia reforçam diálogo comercial e alcançam acordos sobre veículos híbridos
-
Ex-príncipe Andrew é indenizado em 300 mil libras por deixar residência de Windsor
-
Jair Bolsonaro buscará revanche caso seu filho assuma o poder
-
Partido de Machado pede a revogação 'imediata' da inabilitação política de sua líder na Venezuela
-
Pillay dedica seu Nobel da Paz aos 'sobreviventes de crimes internacionais'
-
EUA transmitirá ao vivo execução de condenado por ataque militar
-
Dois quadros de Renoir roubados de museu na França são encontrados
Em Jackson Hole, presidente do Fed mostra firmeza contra a inflação
Parar ou seguir com o aumento das taxas de juros? O presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central) americano, Jerome Powell, deu um primeiro sinal de resposta em seu discurso de abertura da reunião anual de banqueiros centrais de Jackson Hole (Wioming), ao reiterar que a porta está aberta para novos aumentos antes do fim do ano.
Neste encontro entre os principais bancos centrais mundiais, muito esperado pelos mercados, o discurso do titular do Fed não deu muito lugar a dúvidas sobre a determinação do Banco Central em conter a inflação por meio de uma política de juros "restritiva".
Falando a um mês da próxima reunião do Comitê de Política Monetária do organismo (FOMC), Powell apontou que apesar de "a inflação ter cedido desde seu pico", também "segue muito alta".
Estamos prontos para aumentar ainda mais as taxas de juros caso seja necessário e temos a intenção de manter uma política monetária restritiva até que tenhamos a certeza de que a inflação se orienta de forma duradoura em direção ao nosso objetivo", acrescentou.
"Para levar a inflação de forma duradoura aos 2%, será necessário um período de crescimento econômico inferior à tendência (atual), assim como uma moderação das condições do mercado de trabalho", que segue com taxas de desemprego muito baixas de cerca de 3,6%, explicou Powell.
"Todo indício de um crescimento superior à tendência poderia bloquear futuros avanços em matéria de inflação e exigir um ajuste monetário", advertiu.
Há 18 meses, o Fed mantém o norte: aumentar suas taxas rapidamente para impedir que as expectativas de uma inflação duradouramente alta se consolidem, com riscos importantes para a economia.
Como resultado, desde março de 2022, a instituição aumentou 11 vezes suas taxas, as quais levou de um nível próximo a zero para um patamar de 5,25%-5,5%.
As taxas altas encarecem o crédito e desestimulam tanto o consumo como o investimento, baixando assim a pressão sobre os preços.
Em junho de 2022, a inflação teve um máximo próximo aos 9% anual, e depois veio caindo de forma sustentada para chegar aos 3% em junho, segundo o índice PCE, que é o mais seguido pelo Fed.
Muitos economistas concordam em que levá-la ao patamar dos 2% poderia ser a etapa mais difícil.
- Sem consenso -
No caso do Banco Central Europeu (BCE), cuja presidente Christine Lagarde falará no início da tarde desta sexta em Jackson Hole, a questão é basicamente a mesma.
O BCE aumentou suas taxas pelas primeira vez em meados de julho de 2022, e as elevou oito vezes desde então até os atuais 3,75%, um recorde desde a primavera (norte) de 2001.
A situação na zona do euro, no entanto, é mais complicada, com uma inflação que se modera, mas muito lentamente e se localiza ainda em 5,3% de acordo com a medição de julho. Porém, sobretudo, ocorre uma grande disparidade entre os países da União Europeia. A Espanha tem taxas abaixo de 2%, enquanto Alemanha e França apresentam registros mais altos e a Eslováquia supera os 10%.
Os membros do Fed têm diferentes opções sobre a importância de fazer uma pausa ou não nas altas das taxas. Alguns consideram que o grosso do trabalho já está feito, outros, mais ortodoxos, desejam continuar com as altas.
Nos Estados Unidos, apesar do rápido e amplo aumento das taxas, a economia está resistente.
Os mercados antecipam, com um consenso de 78% (era de 80% antes do discurso), uma nova pausa no ajuste monetário na próxima reunião do Fed em 20 de setembro, segundo dados do CME Group.
J.Bergmann--BTB