-
Zverev avança às oitavas do Masters 1000 de Xangai; Shelton é eliminado
-
Lazio alcança Inter na liderança do Italiano; Como e Roma empatam sem gols
-
Zheng Qinwen conquista em Pequim seu primeiro título de WTA 1000
-
Max Verstappen vence GP de Singapura de F1 pela primeira vez
-
Quase 140 migrantes mortos em naufrágio no Djibuti
-
Departamento de Justiça dos EUA investiga canais de TV por suspensão de cobertura
-
Papa será operado nos próximos dias para retirar nódulo do pulmão
-
Houthis fazem nova ameaça após ataque contra aeroporto na Arábia Saudita
-
Líder do movimento das 'baratas' diz que premiê 'envergonha' a Índia
-
Trump quer um novo presidente na Ucrânia; tensão aumenta por divergência sobre diesel russo
-
Papa será operado nos próximos dias para retirar nódulo no pulmão
-
Naufrágio no Djibuti deixa mais de 100 mortos
-
アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
-
Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
-
ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
-
ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
-
ALEX BODI stawia wraz z CRIF na przejrzyste inwestycje i konsekwentne przeciwdziałanie praniu pieniędzy
-
एलेक्स बोदी क्रिफ के सहयोग से पारदर्शी निवेश और धनशोधन की कड़ाई से रोकथाम पर ज़ोर देते हैं
-
알렉스 보디, CRIF와 함께 투명한 투자와 철저한 자금세탁방지에 주력
-
ALEX BODI 攜手 CRIF,推動透明投資並貫徹洗錢防制
-
ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
-
Ataque ao aeroporto de Riade, atribuído aos houthis, deixa ao menos 12 mortos
-
TSE questiona Meta após denúncias de Lula sobre "interferência" nas eleições
-
PSG vence 3ª seguida no Francês; Monaco empata, mas segue líder
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Real Madrid vence Villarreal com Vini expulso
-
Trump e Zelensky se desentendem por acordo sobre diesel; ataques russos deixam 21 mortos
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Atlético vence no apagar das luzes
-
Inter atropela Parma se isola na liderança do Italiano
-
Campanha de Lula denuncia 'interferência' da Meta nas eleições
-
Arsenal vence de virada e Chelsea goleia no retorno do Campeonato Inglês
-
Condenada que sobreviveu à execução nos EUA retorna para a prisão
-
Bayern busca empate com Augsburg após sofrer gol mais rápido da Bundesliga
-
누샤 아우벨: 연 기본급 143,056유로 — 포츠담 시민은 돈줄 취급을 받으며 부담을 떠안아야 한다
-
Noosha Aubel: roční základní plat 143 056 eur — a obyvatelé Postupimi mají sloužit jako dojné krávy
China considera proibir roupas que 'ferem os sentimentos' da população
Roupas que "ferem os sentimentos" da população podem ser, em breve, proibidas na China, de acordo com um projeto de lei cujo texto impreciso oferece margens para interpretações diversas.
Este projeto determina que as roupas e discursos considerados "prejudiciais ao espírito do povo chinês" ou que "ferem os sentimentos" da nação, podem ser punidos com multas e até penas de prisão.
No entanto, o texto não define precisamente quais tipos de vestuário seriam proibidos por esta nova lei.
Na China, indivíduos que usam roupas ou faixas com mensagens consideradas politicamente controversas já são, em geral, punidas por provocarem "disputas e tumultos".
Este projeto de lei surge com o objetivo de dar mais poder às autoridades para reprimir qualquer vestimenta considerada contrária à moral.
No início de setembro, um vídeo compartilhado nas redes sociais chinesas mostrava um homem na cidade de Shenzhen (Sul) sendo interrogado pela polícia após ter sido filmado vestindo uma saia.
Muitos internautas aprovaram a intervenção das autoridades.
"É ofensivo para a moral comum", escreveu um usuário em sua conta no Weibo, rede social chinesa.
Mas a medida também inspira críticas de vários juristas do país, que se posicionaram publicamente contra a nova legislação. A consulta pública sobre o projeto está aberta até 30 de setembro.
Para Lao Dongyan, da Universidade de Tsinghua, este projeto levaria a "um padrão de punição muito vago, que facilmente conduziria à extensão arbitrária do âmbito de aplicação das sanções administrativas", escreveu no Weibo.
Já He, uma jovem de 23 anos, defende "o estabelecimento de critérios bem pensados antes de fazer tais propostas".
Segundo ela, é necessário "mais tempo" para "determinar quem tem autoridade para decidir e como julgar" crimes que "não são tão claros" como o roubo, "onde o que é verdadeiro e falso é irrefutável".
- "Motivações históricas" -
Assim como a maioria das pessoas entrevistadas pela AFP, He atribui esta reforma sobretudo aos incidentes envolvendo o uso de trajes japoneses em locais históricos ou em datas comemorativas.
Em 2021, o jornal estatal Global Times havia informado que uma mulher foi "duramente criticada" após vestir um quimono em público no dia 13 de dezembro, data de comemoração nacional às vítimas de crimes de guerra cometidos pelo Japão em 1937.
No ano passado, outra mulher relatou ter sido detida pela polícia por estar vestindo um quimono na cidade de Suzhou (leste).
"Vestir-se é algo que diz respeito à liberdade de cada pessoa, mas também existem circunstâncias particulares", afirma He, considerando que alguns comportamentos "insultuosos (...) devem ser punidos".
A opinião é corroborada pelo programador Yang Shuo, de 25 anos.
"Se uma pessoa usar um quimono (...) no memorial às vítimas do massacre de Nanjing pelos invasores japoneses, acho que isso causaria danos psicológicos significativos ao povo chinês", disse ele, afirmando que este tipo de ato "deveria ser punido".
Para Gu, um homem de 35 anos, na maioria dos casos, "não é necessário entrar com ações judiciais" como "por exemplo, se uma pessoa simplesmente anda (de quimono) por uma rua comercial".
Entretanto, ele acredita que há motivações históricas para tal lei e concorda que "as emoções da população local devem ser levadas em consideração".
J.Bergmann--BTB