-
Coreia do Sul criminalizará o uso de óculos inteligentes em exames
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque 'complexo' de US$ 6,3 bilhões
-
China nega espionagem contra o CEO da Nvidia
-
BP quadriplica lucro líquido no 3º trimestre com aumento do preço do petróleo
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e Ucrânia
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque de US$ 6,3 bilhões
-
Acnur pede doações para ajudar 9 milhões de pessoas no inverno
-
Voo de fuga de Flávio foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono do avião
-
Bloco de Netanyahu lidera eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Bloco de Netanyahu lidera resultados nas eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Bukele envia blindados e helicópteros ao Haiti para resgatar militares desaparecidos
-
Colômbia militariza cidade na fronteira com a Venezuela por onda de violência
-
Flávio Bolsonaro isolado e ridicularizado em seu exílio nos Estados Unidos
-
Cidades de Honduras proíbem Halloween por promover supostas práticas "demoníacas"
-
Djokovic cai nas oitavas de final do ATP 500 da Basileia
-
Liga argentina terá novo formato na próxima temporada
-
Morreu Patrick Stewart, ator de 'Jornada nas Estrelas' e 'X-Men'
-
Zverev será o novo número 1 do tênis masculino a partir da próxima semana
-
Espanha busca respostas para segunda tragédia ferroviária do ano
-
Ancelotti aposta em Vini e na juventude para amistosos contra Japão e Singapura
-
Polícia britânica investigará gestão de carta de acusação contra pai de Meghan Markle
-
Kimi Antonelli pode se tornar campeão mais jovem da F1 no GP do México
-
María Corina Machado agradece a Trump por abrir a "comporta para a liberdade" da Venezuela
-
FMI recomenda que Argentina fortaleça criação de empregos e atraia mais investimentos
-
Alcaraz vence Basilashvili e vai às quartas do ATP 500 de Viena
-
María Corina Machado questiona transparência de acordo petrolífero com EUA
-
"Temos que aguentar isso", diz ministro alemão ao defender diálogo com a Rússia no G20
-
UE e Canadá querem levar relação "ao mais alto nível possível" em cúpula em Montreal
-
Carrick acredita que pode 'melhorar as coisas' no Manchester United
-
Quatro petroleiros pegam fogo no Estreito de Ormuz após colisão com minas
-
Desabamento de coluna rochosa deixa três mortos na Capadócia, na Turquia
-
Irã recebe carta do vice-presidente dos EUA
-
EUA demite o principal estrategista do Exército (imprensa)
-
Rybakina vai às quartas do WTA 500 de Tóquio e terminará ano como número 1 do mundo
-
Governador do Alasca ordena investigação sobre dois candidatos ao Senado com o mesmo nome
-
Atirador francês abriu fogo intencionalmente contra muçulmanos e africanos
-
Bloco de Netanyahu ataca os partidos árabes após seu histórico resultado eleitoral
-
Catar nega acusações de interferência em eleições israelenses
-
Petrolíferas obtêm enormes lucros em um mercado impactado pela guerra
-
Líder de Hong Kong pede desculpas por incêndio mortal quase um ano depois
-
Ataque com drone russo deixa 14 mortos em estação de trem na Ucrânia
-
Economia americana tem crescimento expressivo no 3º trimestre; inflação segue alta
-
Oposição acende sinalizadores e bombas de fumaça no Parlamento da Albânia
-
Latinos decepcionados com Trump abrem caminho para os democratas no Texas
-
Ataque com drone russo deixa 13 mortos em estação de trem na Ucrânia
-
Christine Lagarde deixará a presidência do BCE em fevereiro de 2027
-
China adota medidas para reforçar disciplina no Partido Comunista
Em seu primeiro ato juntos, Biden e Kamala dão impulso à campanha democrata
Joe Biden e Kamala Harris deram uma demonstração de unidade, nesta quinta-feira (15), ao realizarem seu primeiro evento público conjunto desde que a vice-presidente o substituiu como candidata do Partido Democrata para as eleições presidenciais de novembro nos Estados Unidos.
Cânticos de "Obrigado Joe!" ressoaram entre o público em um colégio em Maryland, perto de Washington.
Biden foi celebrado quando atribuiu para si o mérito de um importante acordo para reduzir os preços dos medicamentos para os beneficiários do seguro médico federal Medicare.
No entanto, a maior estrela foi a vice-presidente de Biden, que uniu o Partido Democrata e tem superado nas pesquisas o republicano Donald Trump desde que entrou de forma abrupta na corrida eleitoral. "Ela pode ser uma grande presidente", disse Biden sobre Kamala.
A aparição conjunta ocorreu algumas horas antes de Trump realizar uma coletiva de imprensa em seu clube de golfe em Nova Jersey.
O magnata do setor imobiliário e ex-presidente (2017-2021) tem apresentado dificuldades para seguir com sua campanha desde que Biden se retirou da disputa em 21 de julho, em meio a temores do partido de que estava muito velho e fatigado para enfrentar Trump.
Até então, Trump estava subindo de maneira constante nas pesquisas, em grande parte por sua mensagem de que Biden estava perdendo sua acuidade mental, uma acusação que ganhou força quando o presidente teve um desempenho sofrível em um debate presidencial na televisão.
Agora é Kamala Harris, de 59 anos, que ganha impulso contra Trump, de 78. E Biden, aos 81 anos e no final de seu mandato, parece revitalizado, abraçando o papel de mentor que passa o bastão para sua protegida.
Em seu discurso, Biden disse que o plano dos democratas era "dar uma surra" nos adversários republicanos e provocou risos ao fingir que não sabia o nome de Trump: "Donald Dump [lixeira em inglês]", brincou.
- 'Histórico' -
Kamala, que será coroada como candidata democrata na convenção do partido que acontece em Chicago na próxima semana, deu uma demonstração de deferência vice-presidencial, fazendo apenas comentários breves e destacando que foi uma honra para ela servir sob o comando do "ser humano mais extraordinário".
"Há muito amor nesta sala por nosso presidente", disse ela entre aplausos.
O acordo do governo com as farmacêuticas reduzirá o preço que os aposentados pagam por dez medicamentos-chave, que incluem tratamentos para diabetes e insuficiência cardíaca.
O acordo com os produtores que, segundo a Casa Branca, fará os beneficiários do seguro médico federal Medicare - ou seja, pessoas acima dos 65 anos - e os contribuintes economizarem, respectivamente, US$ 1,5 bilhão (R$ 8,19 bilhões) e US$ 6 bilhões (R$ 32,7 bilhões), no primeiro ano de sua entrada em vigor, tem conotações eleitorais para Kamala, já que o custo de vida será um fator determinante no pleito.
"Durante anos, milhões de americanos tiveram que escolher entre comprar remédios ou alimentos", disse Biden em comunicado, "mas enfrentamos [os laboratórios] e ganhamos", acrescentou.
A vice-presidente, por sua vez, prometeu que a medida não pararia por aí, ao apontar que o custo de outros medicamentos será discutido nos próximos anos.
Em sua declaração, Kamala qualificou as negociações com as companhias farmacêuticas de "históricas" e "que mudaram a vida" dos americanos que pagam pelos medicamentos receitados.
Os preços dos medicamentos, que não são regulados em nível nacional nos Estados Unidos, costumam ser muito mais elevados do que em outros países desenvolvidos. É comum que até mesmo os segurados tenham que pagar parte do custo do próprio bolso.
- Programa econômico -
Nesta sexta-feira, Kamala vai apresentar pela primeira vez os detalhes de seu programa econômico.
Espera-se que a vice-presidente siga em grande medida a agenda econômica de Biden, enquanto também tenta se diferenciar e evitar a repulsa dos eleitores pelo aumento da inflação depois da pandemia de covid-19.
As pesquisas mostravam que os americanos confiavam mais em Trump do que em Biden para gerir a maior economia do mundo, mas um levantamento recente do jornal Financial Times e da Universidade de Michigan revelou que Kamala já ultrapassou o republicano: 42% contra 41%.
F.Pavlenko--BTB