-
Fils abandona e Fritz vai à semifinal do ATP 500 da Basileia
-
Democratas pedem explicações a governo Trump por fuga de Flávio Bolsonaro para os EUA
-
França reforça segurança diante de mais um sábado de manifestações de alto risco
-
UE e Canadá lançam nova "aliança" com acordos sobre minerais críticos, IA, Ucrânia
-
Técnico do Chelsea, Xabi Alonso não cogita empréstimo de Estêvão
-
Zverev e Alcaraz vão às semifinais do ATP 500 de Viena; Medvedev se garante no Finals
-
"Mentiram para nós": queda nos fundos de pensão preocupa aposentados no Chile
-
Ucranianos aproveitam trégua para fugir de cidade ocupada por Moscou
-
Meta faz acordo e deixa Snap como única acusada em julgamento sobre redes sociais nos EUA
-
Alcaraz vai à semifinal do ATP 500 de Viena; Medvedev garante vaga no Finals
-
Papa Leão XIV votou nas eleições de meio de mandato dos EUA
-
Trump remarca comícios cancelados em Kansas e Iowa antes das eleições de meio de mandato
-
Americana que sobreviveu à execução diz que vive com dores constantes
-
Técnico do Barça diz que Yamal 'reagiu muito bem' após perder Bola de Ouro
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e na Ucrânia
-
Número 1 do mundo, Elena Rybakina abandona WTA 500 de Tóquio por lesão
-
Júri dos EUA decide a favor da Bayer em ação sobre câncer ligado a herbicida
-
Medvedev avança à semifinal do ATP 500 de Viena e garante vaga no Finals
-
Moradores começam a deixar a cidade ucraniana de Oleshki
-
COP17 sobre biodiversidade entra na reta final sem perspectiva de consenso
-
'Trump nos traiu', eleitores latinos do Arizona se afastam do presidente
-
Japão inicia tratamento para doença de Parkinson com células-tronco
-
Jornal independente russo Novaya Gazeta anuncia fechamento sob pressão das autoridades
-
Milhares de estudantes e trabalhadores protestam na Itália sob um forte esquema de segurança
-
Custo de vida irrita americanos nas eleições legislativas
-
Paris decreta toque de recolher em duas áreas centrais antes de novos protestos
-
Espanha identifica vítimas de colisão de trens diante da angústia das famílias
-
Polícia escocesa investiga estadia de Epstein no castelo da família real britânica
-
Coreia do Sul criminalizará o uso de óculos inteligentes em exames
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque 'complexo' de US$ 6,3 bilhões
-
China nega espionagem contra o CEO da Nvidia
-
BP quadriplica lucro líquido no 3º trimestre com aumento do preço do petróleo
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e Ucrânia
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque de US$ 6,3 bilhões
-
Acnur pede doações para ajudar 9 milhões de pessoas no inverno
-
Voo de fuga de Flávio foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono do avião
-
Bloco de Netanyahu lidera eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Bloco de Netanyahu lidera resultados nas eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Chervon lança o Advanced Momentum Program para contratar e desenvolver a próxima geração de líderes
-
Bukele envia blindados e helicópteros ao Haiti para resgatar militares desaparecidos
-
Colômbia militariza cidade na fronteira com a Venezuela por onda de violência
-
Flávio Bolsonaro isolado e ridicularizado em seu exílio nos Estados Unidos
-
Cidades de Honduras proíbem Halloween por promover supostas práticas "demoníacas"
-
Djokovic cai nas oitavas de final do ATP 500 da Basileia
-
Liga argentina terá novo formato na próxima temporada
-
Morreu Patrick Stewart, ator de 'Jornada nas Estrelas' e 'X-Men'
-
Zverev será o novo número 1 do tênis masculino a partir da próxima semana
Setor de fusões e aquisições dos EUA se pergunta o que virá após anos difíceis com Biden
A saída de Joe Biden, um fervoroso defensor da concorrência em benefício do consumidor, levanta dúvidas para o setor bilionário de fusões e aquisições de empresas nos Estados Unidos.
Biden nomeou Lina Khan para liderar a Comissão Federal de Comércio (FTC) e Jonathan Kanter como adjunto do secretário de Justiça, com a missão de reforçar a supervisão do governo sobre essas operações e considerar seu impacto nos trabalhadores e em outras empresas que tentam competir.
O setor afirmou que as medidas do atual governo aumentaram os custos dessas transações, enquanto Khan e Kanter insistem que evitaram acordos problemáticos.
Agora, o setor se pergunta o que virá após as eleições presidenciais de 5 de novembro e o fim do mandato de Biden, em janeiro.
O candidato republicano Donald Trump é visto como mais favorável a grandes operações deste tipo do que sua rival democrata, a vice-presidente Kamala Harris.
"Há muita incerteza", resumiu o professor da Universidade de Nova York, Harry First.
Por exemplo, o companheiro de chapa de Trump, o senador JD Vance, elogiou o trabalho de Khan.
Uma vitória de Trump poderia ser de "levemente positiva a muito positiva" para o setor, estimou um banqueiro de Wall Street que pediu anonimato.
No entanto, ele alertou que o otimismo sobre uma mudança nas políticas de concorrência de Biden poderia ser moderado por preocupações sobre um aumento na guerra comercial com a China.
- Cético -
Biden sempre foi cético em relação às operações que permitem a uma empresa adquirir ou se fundir com outra. O presidente afirmou que muitas grandes empresas "devoram seus concorrentes".
O presidente assinou em julho de 2021 um decreto que reforçou a regulamentação para evitar que as multinacionais "acumulem mais e mais poder".
Em agosto deste ano, o Google foi condenado por práticas anticompetitivas com seu mecanismo de busca, embora as investigações que levaram a essa sentença tenham começado durante a era Trump. Outras grandes operações prosperaram durante o mandato de Biden.
- Vantagens e desvantagens -
Um estudo publicado em 2023 por Ryan Quillian, ex-integrante da FTC e atualmente advogado do escritório Covington & Burling, destacou que o órgão lançou menos processos sob o governo de Biden do que durante administrações anteriores, mas isso se deve ao fato de que o discurso e o método "desencorajam" as operações de fusão e aquisição, como são conhecidas nos Estados Unidos.
As empresas consideram o risco de que a FTC ou o Departamento de Justiça intervenham. "Não há dúvidas de que os clientes pensam duas, ou três vezes, antes de fazer um negócio", disse um banqueiro de Nova York.
O American Investment Council (AIC), que promove o investimento no país, se opôs a uma proposta do governo Biden que pretende obrigar as empresas a fornecerem mais dados sobre as consequências de uma operação antes de lançá-la.
Essa iniciativa, que ainda está em estudo, "tornará essas operações ainda mais caras" e impactará a economia, afirmou o AIC no final de setembro de 2023, algo que, segundo eles, prejudicaria os próprios consumidores.
É incerto se essa iniciativa seguirá seu curso após as eleições.
O.Lorenz--BTB