-
Niterói escolhe Corte Momesca do Carnaval 2027 na quadra da Viradouro
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos e envia texto à promulgação
-
Sporting derrota Shakhtar Donetsk por 1-0 na Liga dos Campeões
-
Cancro do pâncreas causou mais de duas mil mortes em Portugal num ano
-
Montenegro convoca PS e Chega para reuniões sobre crise da habitação
-
Lucro do novobanco recua 4,1% para 585,6 milhões de euros até setembro
-
Ministro espanhol dos Transportes demite-se após acidente ferroviário mortal
-
Óculos inteligentes da Meta levantam novas dúvidas sobre privacidade e vigilância
-
Trump responsabiliza guerra no Irão pela derrota republicana nas intercalares
-
Francisco Rodrigues dos Santos deixa CDS e critica aproximação à direita radical
-
Artigo de opinião questiona prestação de contas do PS no concelho da Moita
-
Artigo de opinião alerta para dificuldades financeiras dos bombeiros voluntários
-
Obra sobre os Círios da Arrábida reúne música, memória e património religioso
-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Índia busca triplicar estoques de carvão para evitar apagões no verão
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
Nova Zelândia oferece desculpas históricas a sobreviventes de abuso estatal
O primeiro-ministro da Nova Zelândia apresentou nesta terça-feira (12, data local) uma desculpa histórica às vítimas de abusos estatais, ao reconhecer a "dor inimaginável" sofrida nos lares infantis e hospitais psiquiátricos.
Cerca de 200 mil pessoas foram abusadas em centros estatais ao longo de décadas, segundo uma recente investigação pública que classificou suas descobertas como uma "catástrofe nacional impensável".
Crianças sofreram abusos sexuais pelas mãos de cuidadores eclesiásticos, mães tiveram que entregar seus filhos para adoção e pacientes problemáticos foram amarrados a suas camas para serem submetidos à terapia eletroconvulsiva.
O primeiro-ministro Christopher Luxon se desculpou nesta terça-feira em nome dos vários governos que fizeram pouco caso das denúncias desoladoras.
"Lamento que não acreditamos em vocês quando denunciaram seus abusos", declarou ele ao Parlamento.
"Alguns de vocês sentirão que minhas palavras significam pouco depois de tanto tempo e tanta dor", expressou.
"Mas espero que hoje, com este pedido de desculpas e reconhecimento do seu sofrimento, tudo fique um pouco mais leve para alguns de vocês".
Luxon citou o hospital psiquiátrico Lake Alice em uma zona rural. Os pacientes relatam que foram esterilizados sem conhecimento, utilizados para experimentos médicos não éticos e castigados com descargas elétricas.
"A vocês que foram torturados em Lake Alice, pessoas jovens, solitárias e submetidas à dor inimaginável, lamento profundamente", disse.
Muitas vítimas reportaram um trauma persistente que provocou vícios e outros problemas.
O relatório determinou que grande parte do abuso estava "tingido de racismo" ao ser dirigido para os indígenas maori.
A investigação começou em 2018 e incluiu 233 recomendações que o governo de Luxon prometeu considerar.
H.Seidel--BTB