-
Raphinha e Wesley estão fora de amistoso contra Croácia por lesão
-
Grupo pró-Irã hackeia e-mail do diretor do FBI, segundo imprensa dos EUA
-
Veleiros que saíram do México com ajuda para Cuba 'passaram com segurança', diz EUA
-
Novo estádio do Inter Miami terá arquibancada com nome de Messi
-
Transações suspeitas com petróleo antes de anúncio de Trump provocam indignação
-
Argentina se livra de dívida de US$ 16 bi após vitória judicial em Nova York
-
Pierre Gasly quer ser o 'estraga-prazeres' dos grandes da F1
-
Djokovic não vai disputar Masters 1000 de Monte Carlo; Monfils e Kouamé são convidados
-
Tenista belga David Goffin vai se aposentar ao final da temporada
-
Bolsonaro deixa hospital e vai para casa cumprir prisão domiciliar
-
Santiago Bernabéu terá quadra de tênis durante o Madrid Open
-
'Arrancou uma parte de mim': iranianos contam sua vida em meio à guerra
-
Irã desafia Trump e insta civis a se afastarem dos americanos
-
Bolsonaro deixa hospital e cumpre prisão domiciliar em casa
-
México procura dois barcos desaparecidos que transportavam ajuda a Cuba
-
JD Vance e Rubio emergem como possíveis herdeiros republicanos na era pós-Trump
-
Itália investiga LVMH por promover cosméticos para crianças e adolescentes
-
Senado dos EUA age para acabar com o caos nos aeroportos
-
Caixa-preta para o Estado, refúgio para investidores: uso das criptomoedas no Irã
-
Ucrânia e Arábia Saudita assinam acordo de defesa aérea
-
Rapper Balendra Shah toma posse como primeiro-ministro do Nepal
-
Trump adia ultimato ao Irã e crise no Estreito de Ormuz será debatida no G7
-
Croácia, próximo adversário do Brasil, vence Colômbia (2-1) de virada em amistoso
-
Venezuela decreta uma semana de feriado devido a crise de energia
-
Exército de Israel anuncia ataques ‘em grande escala’ contra Teerã
-
Sabalenka vence Rybakina em Miami e está a um passo do 'Sunshine Double'
-
Coreia do Norte e Belarus assinam tratado de cooperação durante visita de Lukashenko
-
África do Sul é convidada e depois excluída de reunião do G7 na França
-
Juiza suspende sanções do governo americano contra a Anthropic
-
Zverev vence Cerúndolo e avança às semifinais do Masters 1000 de Miami
-
Bolívia vence Suriname (2-1) e vai enfrentar Iraque por vaga na Copa de 2026
-
A Ucrânia destrói as exportações russas de petróleo do terror
-
'Uma decisão difícil e talvez injusta', admite Tuchel sobre não convocar Alexander-Arnold
-
Trump adia prazo para ataques contra Irã em meio a negociações
-
Falta de adversários de peso preocupa Argentina antes da Copa de 2026
-
Dinamarca e República Tcheca vão se enfrentar numa das finais da repescagem europeia para Copa
-
Brasil perde para França (2-1) em amistoso preparatório para Copa
-
Suécia bate Ucrânia (3-1) e vai enfrentar Polônia por vaga na Copa do Mundo
-
Itália vence Irlanda do Norte (2-0) e vai à final de sua repescagem para Copa de 2026
-
Gauff vence Muchova e avança pela 1ª vez à final do WTA 1000 de Miami
-
Cerimônia do Oscar vai deixar Hollywood a partir de 2029
-
Espanha vai enfrentar Peru em Puebla, em seu último amistoso antes da Copa do Mundo
-
Cerimônia do Oscar vai deixar Hollywood
-
Milhares de estudantes no Chile protestam contra Kast por cortes na educação
-
Um sorridente Nicolás Maduro comparece novamente perante a justiça em Nova York
-
Turquia vence Romênia (1-0) e avança na repescagem europeia para Copa do Mundo
-
Sinner bate Tiafoe e vai à semifinal do Masters 1000 de Miami
-
Aparência, genes, hormônios: quando o esporte analisa os sinais de feminilidade
-
'Confiamos no sistema judicial dos EUA', diz filho de Maduro à AFP
-
'Hijo mayor', ou como honrar a memória da migração sul-coreana na Argentina
Onda de carros chineses sacode o mercado de luxo do México
BAIC, JMC, Changan, BYD: a ascensão dos carros chineses no México chegou ao segmento de luxo, cujas marcas europeias tradicionais estão acumulando quedas significativas nas vendas diante de concorrentes asiáticos cada vez mais atrativos.
Por trás dessa tendência está uma mudança nas preferências dos consumidores, mais seduzidos pela combinação de conforto, tecnologia e preço das picapes chinesas do que pelos modelos sedãs que dominaram o mercado, explicam fontes do setor.
Este fator não passa despercebido em um país onde marcas como Audi e BMW têm fábricas de montagem e no qual os carros chineses tinham má reputação até recentemente.
De acordo com a Associação Mexicana de Distribuidores Automotivos (AMDA), o segmento de alto padrão registrou uma queda de 8,1% de janeiro a novembro deste ano.
A Audi teve uma redução de 21,9% nas vendas, enquanto a Mercedes Benz sofreu uma queda de 9,8%, de acordo com o instituto de estatísticas INEGI (estatal).
Em contraste, nos primeiros 11 meses deste ano, a Motornation, que comercializa as marcas BAIC, JMC e Changan, acumulou um aumento de 8,8% nas vendas e a Jetour registrou uma alta de 131%, de acordo com o INEGI.
As marcas chinesas quase quadruplicaram sua participação no mercado do país em três anos, passando de 2,6% em 2021 para 9,3% até agora neste ano, destaca a AMDA.
As "marcas de origem chinesa estão chegando para competir no segmento de picapes" e oferecem muitos componentes das "versões de alta qualidade oferecidas pelas marcas premium", afirma Guillermo Rosales, presidente da AMDA, à AFP.
"Elas estão atraindo a preferência de uma parte do mercado" através de "um preço mais baixo", acrescenta.
Para o aposentado Miguel Reyes, de 71 anos, escolher um carro chinês em vez de outras marcas foi "aritmética simples".
"Eu precisava de um carro que tivesse a tecnologia necessária, como assistências de direção para tornar a direção mais segura", diz Reyes.
Ele pagou cerca de 550.000 pesos (cerca de US$ 27.320 ou R$ 168 mil na cotação atual) pela versão mais equipada de um SUV e afirma que um modelo semelhante de marcas tradicionais teria lhe custado entre US$ 40.000 e US$ 50.000 (R$ 247 mil e R$ 308 mil).
- Tensões com Trump -
A crescente presença de carros chineses no México, um grande produtor e exportador de veículos, ocorre no momento em que a China é um ponto de discordância entre Estados Unidos, México e Canadá, parceiros no acordo de livre comércio T-MEC.
Em sua campanha eleitoral, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, alegou que a China estava construindo fábricas de automóveis no México para vendê-los nos Estados Unidos, enquanto autoridades canadenses afirmaram que o país era um trampolim para a entrada de produtos asiáticos na região, acusações negadas pelas autoridades mexicanas.
As marcas chinesas não possuem fábricas de montagem em solo mexicano, e é improvável que os carros vindos da China entrem nos mercados dos EUA e do Canadá devido às altas tarifas impostas por estes países aos veículos fabricados na Ásia.
A presidente mexicana Claudia Sheinbaum lembrou a seus parceiros do T-MEC que os veículos fabricados no país têm apenas 7% de componentes chineses. E as empresas que os utilizam são europeias, japonesas e americanas.
"Não há nenhuma evidência que prove que o México está sendo este trampolim" para os produtos chineses, argumenta Diego Marroquín, especialista em política comercial do Wilson Center.
"É uma narrativa política que vem dos Estados Unidos e agora do Canadá", afirmou.
N.Fournier--BTB