-
Sobreviventes da ditadura argentina recordam o horror após 50 anos do golpe
-
Guerra no Oriente Médio e Venezuela dominam fórum sobre petróleo em Houston
-
Antes da Copa do Mundo, pioneiras do futebol no México buscam driblar o esquecimento
-
Dois mortos em colisão de avião e veículo no aeroporto LaGuardia de Nova York
-
Ex-primeiro-ministro francês Lionel Jospin morre aos 88 anos
-
Petróleo opera em alta e Bolsas em queda após ultimato de Trump ao Irã
-
Cuba restabelece serviço de energia elétrica após segundo apagão em uma semana
-
Israel lança ataques contra Teerã; Irã ameaça instalações de energia do Golfo
-
Com 2 de Vini, Real Madrid vence clássico contra o Atlético; Barça segue líder isolado
-
Líder Inter cede empate com Fiorentina; Como emenda 5ª vitória seguida
-
Carlos Alcaraz é eliminado na 3ª rodada do Masters 1000 de Miami
-
Esquerda mantém Paris e Marselha em eleições municipais acirradas a um ano das presidenciais
-
Israel prevê 'várias semanas de combates' contra Irã e Hezbollah
-
Olympique de Marselha perde em casa para o Lille com gol de Giroud
-
Israel 'intensificará' operações terrestres no Líbano após atacar ponte-chave
-
Fechadas sessões eleitorais na França, resultado incerto em Paris
-
Manchester City derrota Arsenal (2-0) e é campeão da Copa da Liga Inglesa
-
Colonos israelenses incendiam edifícios e carros na Cisjordânia Ocupada
-
Botafogo demite técnico argentino Martín Anselmi
-
'Conselho de Comércio' EUA-China pode estreitar laços, mas preocupar o mercado
-
Dimitri Payet anuncia aposentadoria do futebol
-
Cuba se prepara para 'possível ataque' dos EUA
-
Aston Villa vence West Ham e se consolida no G4; Tottenham segue em queda livre
-
Trump ordena envio de agentes do ICE para aeroportos em meio a paralisação orçamentária
-
Irã ameaça atacar infraestruturas energéticas após ultimato de Trump
-
Barcelona vence Rayo Vallecano e abre 7 pontos do Real Madrid antes de clássico com Atlético
-
Cruzeiro anuncia Artur Jorge como novo técnico
-
O bloqueio do Estreito de Ormuz em números
-
França realiza segundo turno de disputadas eleições municipais
-
Itália vota em referendo uma controversa reforma judiciária
-
Primeiro-ministro chinês promete expandir o 'bolo' do comércio mundial
-
Show do BTS reuniu mais de 100 mil pessoas na capital sul-coreana
-
PSG goleia Nice e recupera liderança do Campeonato Francês
-
Liverpool e Chelsea perdem e abrem caminho para Aston Villa em luta por vaga na Champions
-
Irã ataca instalação nuclear em Israel
-
Milan vence Torino e recupera vice-liderança do Campeonato Italiano
-
De Gaza ao Líbano, o cirurgião que opera crianças feridas na guerra
-
Guerra de Trump contra Irã abala indecisos às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Bayern goleia Union Berlin e segue líder isolado do Alemão
-
EUA afirma ter destruído instalação iraniana no Estreito de Ormuz
-
Arsenal x City: o discípulo Arteta e o professor Guardiola duelam pela Copa da Liga Inglesa
-
Arbeloa diz que Mbappé está '100%' antes de clássico contra Atlético de Madrid
-
Hezbollah confirma confrontos com exército israelense em duas cidades do sul do Líbano
-
Borussia Dortmund renova contrato do capitão Emre Can, apesar de lesão
-
Liverpool perde para Brighton e segue fora do G4 no Inglês
-
Reis do k-pop BTS fazem show de retorno em Seul
-
Iranianos celebram fim do Ramadã sem Khamenei
-
Lens goleia Angers (5-1) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Juiz dos EUA declara restrições do Pentágono à imprensa como inconstitucionais
-
EUA autoriza venda e entrega de petróleo iraniano carregado em navios
Chevron, protagonista energética em meio ao embargo dos EUA à Venezuela
A Chevron tem sido um grande ator energético na Venezuela desde o início da crise com os Estados Unidos, primeiro com o embargo ao petróleo e agora com a escalada militar.
A gigante americana recebeu uma nova autorização de Washington para operar na Venezuela, só que desta vez veio com uma condição: pagar ao governo de Nicolás Maduro com petróleo e não com dinheiro.
O presidente americano, Donald Trump, impôs em 2019 — durante seu primeiro mandato — o embargo como parte de uma série de sanções que buscavam sufocar Maduro.
Washington não reconhece as duas reeleições de Maduro, a primeira em 2018 e depois em 2024. Mas flexibilizou o embargo com isenções para multinacionais explorarem petróleo.
A principal licença foi concedida à Chevron, que produz mais de um terço do petróleo na Venezuela.
A empresa era também a principal fonte de dólares para o governo venezuelano, em meio às dificuldades enfrentadas pela estatal PDVSA para comercializar sua produção com descontos em transações complexas no mercado clandestino.
No final de julho, Trump concedeu uma nova licença à Chevron que mudou as regras: agora não paga em dinheiro, mas sim com petróleo.
A economista Tamara Herrera explicou à AFP que deixar de receber divisas em troca de petróleo é um problema para a Venezuela, já que depois precisa revender o petróleo a preços reduzidos. Além disso, a Chevron não injeta mais os dólares que produzia na economia venezuelana.
Para o analista Elías Ferrer, essa mudança é, na verdade, uma vantagem, já que recebe petróleo em vez dos bolívares (moeda venezuelana) que a Chevron trocava por dólares no setor bancário para pagar ao Estado.
Ambos concordam que a mudança na licença contribuiu para o colapso do bolívar e para o aumento dramático da diferença entre o câmbio oficial e o do mercado clandestino, que supera os 40%.
A situação reduz ainda mais o poder de compra da população e mergulha o país em uma nova espiral inflacionária, já que o governo deixou de "queimar" seus dólares no mercado cambial para "sustentar o preço do bolívar", disse Ferrer.
Muitos analistas destacam que a fragilidade da economia venezuelana se deve principalmente a anos de má gestão de uma economia dependente de recursos por parte do governo. A mudança na licença, apesar de suas consequências para os venezuelanos, não é mais do que um sintoma da fragilidade econômica do país.
I.Meyer--BTB