-
Reino Unido enviará navio e helicópteros para proteger bases britânicas no Chipre
-
Evacuações no Oriente Médio começam com tráfego aéreo limitado
-
'Segurança e bem-estar' guiarão calendário da Fórmula 1, diz presidente da FIA
-
Trump recebe chefe do governo alemão, primeiro convidado desde início da guerra no Irã
-
Com guerra de EUA e Israel contra Irã, 'Eixo da Resistência' entra em 'modo sobrevivência'
-
Inflação sobe para 1,9% em fevereiro na zona do euro
-
River Plate anuncia Eduardo Coudet como novo técnico
-
Justiça decide se 44 mortes em implosão do submarino argentino eram 'evitáveis'
-
COI faz apelo para garantir 'segurança dos atletas' nos Jogos Paralímpicos de Inverno
-
EUA e Israel atacam Teerã; Irã multiplica ofensiva no Oriente Médio
-
Teerã, uma cidade fantasma sob as bombas de EUA e Israel
-
'Futuro do Irã não deve ser decidido fora de suas fronteiras', diz viúva do último xá à AFP
-
Imigração chinesa no México, mais de um século explorado a partir de um baú de lembranças familiares
-
Rodrygo sofre grave lesão no joelho e está fora da Copa do Mundo
-
Documentário iraniano indicado ao Oscar oferece uma visão sobre a liderança feminina
-
Economia do Brasil cresceu 2,3% em 2025 mas perde força
-
Documentários indicados ao Oscar dissecam problemas sociais dos EUA
-
Potosí, a mina da Bolívia que devora jovens atraídos pelo boom dos metais
-
Começa julgamento na Argentina pela morte de 44 marinheiros em implosão de submarino em 2017
-
Irã ataca embaixada americana em Riade; Israel avança no Líbano
-
Centenas de passageiros retidos em Bali devido à guerra no Oriente Médio
-
Filipe Luís não é mais técnico do Flamengo
-
França mobiliza caças sobre os Emirados Árabes Unidos para proteger suas bases militares
-
Bolsas operam em queda e preço do petróleo dispara com a guerra no Oriente Médio
-
Ataque contra embaixada dos EUA em Riade e bombardeios no Líbano e Irã no quarto dia de guerra no Oriente Médio
-
Líbano proíbe atividades militares do Hezbollah após ataques a Israel
-
Petróleo se mantém estável e ações caem na Ásia
-
Diante de comitê do Congresso, Bill Clinton diz que não sabia de crimes de Epstein
-
Trump vai participar pela primeira vez de jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca
-
Guerra no Irã se espalha e arrasta Oriente Médio para crise
-
Equador anuncia início de 'operações conjuntas' antidrogas com EUA
-
Comissão do Congresso publica depoimentos dos Clinton sobre caso Epstein
-
Real Madrid perde para Getafe no Bernabéu e se complica na luta pelo título espanhol
-
Melania Trump preside Conselho de Segurança da ONU enquanto guerra se intensifica no Oriente Médio
-
EUA atacou Irã de forma preventiva após saber dos planos de Israel, diz Rubio
-
Primeira ação contra reforma trabalhista de Milei é apresentada na Argentina
-
França reforçará seu arsenal atômico e quer impulsionar a dissuasão europeia
-
Trump é visto com grande mancha vermelha no pescoço
-
Ao bombardear Irã, Trump mostra uma 'fúria épica', mas sem objetivo definido
-
Hezbollah arrasta Líbano para guerra com ataques a Israel
-
Semana de Moda de Paris começa com 'consolidação' de estilos
-
Davide Ancelotti volta à comissão técnica da Seleção
-
Governo da Bolívia militariza refinarias após denunciar sabotagem
-
Guerra no Irã se estende e arrasta Oriente Médio para uma crise
-
Tesouro dos EUA diz que deixará de usar tecnologias da Anthropic
-
Real Madrid confirma entorse no joelho de Mbappé
-
Nova temporada da F1 terá novas regras, mas os favoritos de sempre
-
Petróleo e gás disparam e bolsas recuam com intensificação da guerra no Oriente Médio
-
Trump não descarta o envio de tropas dos Estados Unidos ao Irã
-
Mbappé vai a Paris para fazer exames no joelho, sem previsão de cirurgia 'no momento'
Economia do Brasil cresceu 2,3% em 2025 mas perde força
A economia do Brasil cresceu 2,3% em 2025, uma desaceleração na comparação com o ano anterior, no contexto de uma política monetária restritiva, segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira (3).
O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 3,4% em 2024.
No quarto trimestre do ano passado, a economia avançou 0,1% em relação ao trimestre anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O índice que mede o desempenho da economia brasileira está de acordo com as expectativas do mercado, segundo as estimativas de instituições financeiras consultadas pelo jornal econômico Valor.
"O PIB ficou estável em relação ao terceiro trimestre, mesmo com a queda nos investimentos, por conta da estabilidade do consumo das famílias e do crescimento no consumo do governo", afirmou Rebeca Palis, coordenadora de contas nacionais do IBGE.
Ela acrescentou que o crescimento da economia foi impulsionado pelas atividades "menos afetadas pela política monetária contracionista".
O setor agropecuário liderou o crescimento com uma alta de 11,7%, estimulado por safras recorde de milho (23,6%) e soja (14,6%). A extração de petróleo e gás também contribuiu consideravelmente dentro do setor industrial.
O setor de serviços cresceu 1,8%, com bons resultados em tecnologia e informação e na área financeira. A indústria, por sua vez, avançou 1,4%.
O dado confirma uma desaceleração a sete meses das eleições presidenciais de outubro, nas quais Luiz Inácio Lula da Silva disputará um quarto mandato.
O Banco Central manteve a taxa básica de juros, a Selic, sem alterações em janeiro pela quinta vez consecutiva, a 15%, em um esforço para conter a inflação, que continua próxima do intervalo de tolerância da meta oficial.
O BC, no entanto, antecipou uma possível redução a partir de março, condicionada à evolução dos preços e ao "contexto externo incerto", em referência às tensões comerciais globais e à política econômica dos Estados Unidos.
Lula já afirmou diversas vezes que as taxas de juros elevadas afetam a economia.
- Tarifas e inflação -
Desde então, Washington anunciou isenções para diversos setores, incluindo carne bovina e café, dos quais o Brasil é o maior produtor e exportador mundial.
O país registrou em janeiro uma inflação acumulada em 12 meses de 4,44%, uma leve alta na comparação com dezembro.
O Banco Central estabelece a meta de inflação em 3%, com um intervalo de tolerância de mais ou menos 1,5 ponto percentual.
O consumo das famílias em 2025 cresceu 1,3%, muito abaixo dos 5,1% de 2024.
A.Gasser--BTB