-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
Médicos britânicos comparam perigos das redes sociais aos do tabagismo
O uso das redes sociais representa uma ameaça à saúde dos jovens comparável ao tabagismo, alertam médicos britânicos, em uma consulta pública patrocinada pelo governo que termina nesta terça-feira (26).
Em seu relatório, a Academy of Medical Royal Colleges, organização que reúne as principais instituições médicas britânicas, considera o uso das redes sociais um problema de saúde pública "comparável ao tabagismo e ao uso do cinto de segurança no carro".
Entre os 454 médicos entrevistados, metade relatou tratar pelo menos uma criança por semana com angústia mental ou lesões físicas relacionadas a conteúdos na internet.
Os médicos também relatam observar uma "onda de crianças radicalizadas" devido à exposição a conteúdos "de ódio, viciantes e extremamente perturbadores".
O alerta dos médicos britânicos surge no último dia de uma consulta pública iniciada em janeiro pelo governo trabalhista sobre a possibilidade de proibir o uso de redes sociais para menores de 16 anos no Reino Unido, seguindo o modelo australiano.
O primeiro-ministro, Keir Starmer, deve se reunir nesta terça-feira com pais que acreditam que as redes sociais contribuíram para a morte de seus filhos.
Entre eles estão os defensores da proibição do uso de redes sociais por menores, como Esther Ghey, mãe de uma adolescente transgênero assassinada por dois adolescentes em 2023.
Mas também há opositores à proibição, como Ian Russell, cuja filha tirou a própria vida aos 14 anos após acessar conteúdos que promoviam o suicídio.
Wes Streeting, que deixou o cargo de secretário da Saúde neste mês e é um potencial rival de Keir Starmer pela liderança do Partido Trabalhista e pelo cargo de primeiro-ministro, expressou apoio à proibição do uso de redes sociais por menores.
"Acho que o que vimos das grandes empresas de tecnologia é semelhante ao comportamento da indústria do tabaco", disse ele à BBC.
Em meados de abril, Starmer insinuou que poderia restringir o acesso de menores às redes sociais devido a riscos à segurança, embora tenha insistido que esperaria até o final da consulta pública antes de tomar uma decisão final.
O primeiro-ministro britânico também não descartou a proibição do uso de redes sociais por menores. A ministra da Tecnologia, Liz Kendall, indicou que o governo agirá antes do final do ano para implementar os resultados da consulta.
M.Furrer--BTB