-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Índia busca triplicar estoques de carvão para evitar apagões no verão
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
EUA deixa de financiar pesquisa em universidades israelenses na Cisjordânia
Os Estados Unidos informaram, nesta segunda-feira (26), que deixarão de financiar a pesquisa científica em instituições acadêmicas israelenses na Cisjordânia ocupada.
A decisão do governo do presidente Joe Biden reverte uma medida tomada durante o mandato de seu antecessor, o republicano Donald Trump, que questionava o consenso internacional de que Israel ocupa ilegalmente a Cisjordânia desde a Guerra dos Seis Dias de 1967.
Um novo roteiro para as agências governamentais americanas assinala que, "participar na cooperação científica e tecnológica bilateral com Israel em áreas geográficas que ficaram sob a administração de Israel depois de 1967 e que continuam sendo objeto de negociações sobre o status final, é contraditório com a política externa dos Estados Unidos", afirmou o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller.
Segundo ele, esta restrição "reflete a posição americana de décadas". Mas acrescentou que os Estados Unidos "valorizam muito a cooperação científica e tecnológica com Israel".
Entre os centros que serão afetados pela medida está a Universidade Ariel, uma importante instituição acadêmica fundada em 1982.
Membros do Partido Republicano, em contrapartida, criticaram a decisão do governo Biden.
O senador Ted Cruz, conhecido por suas críticas ao atual presidente, classificou a decisão de "discriminação antissemita" contra os judeus da Cisjordânia e disse que o governo estava "patologicamente obcecado a minar Israel".
David Friedman, embaixador de Trump em Israel e defensor da Universidade Ariel, acusou o governo Biden de seguir o movimento ativista que reivindica um boicote a Israel.
O governo, no entanto, garante que é contrário ao movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), que pede a interrupção dos laços com Israel em seu conjunto.
Durante o mandato do secretário de Estado de Trump, Mike Pompeo, Washington tomou medidas para normalizar os assentamentos israelenses na Cisjordânia, inclusive permitindo que seus produtos fossem etiquetados como "Made in Israel" (fabricado em Israel).
O governo Biden retomou a posição americana de pedir uma solução de dois Estados - um israelense e outro palestino - e de criticar a expansão dos assentamentos durante o governo do premiê Benjamin Netanyahu.
Washington desistiu de negociar um acordo de paz por ora porque o considera bastante improvável com Netanyahu, que lidera o governo mais à direita da história de Israel.
W.Lapointe--BTB