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Sem Mourinho e Prestianni, bola retoma seu papel de protagonista no jogo Real Madrid-Benfica
O Real Madrid recebe o Benfica nesta quarta-feira (25), no jogo de volta da repescagem da Liga dos Campeões (vitória por 1 a 0 para o time espanhol no jogo de ida), com o clima ainda tenso após a denúncia de Vinícius Junior sobre os insultos racistas supostamente dirigidos a ele por Gianluca Prestianni no Estádio da Luz, em Lisboa.
No entanto, a suspensão provisória imposta ao atacante argentino pela Uefa na segunda-feira, por ter chamado o brasileiro de "macaco", pode aliviar as tensões e trazer o foco de volta para a partida, em um confronto entre dois clubes com história na principal competição europeia, ambos lutando por uma vaga nas oitavas de final.
Isso é especialmente relevante considerando que José Mourinho, que comandou o time da casa entre 2010 e 2013 e atualmente é o treinador do Benfica, também estará ausente do Bernabéu após ter sido expulso no jogo de ida.
Embora uma homenagem de seus antigos torcedores não tenha sido descartada, os comentários do técnico de 63 anos, acusando Vini de provocá-lo com sua dança durante a comemoração do único gol da partida, não foram bem recebidos na 'casa blanca'.
Mourinho, que conquistou um título da LaLiga pelo Real Madrid durante seus três anos no comando, deixou uma marca profunda no gigante espanhol durante um período de rivalidade particularmente acirrada com o Barcelona.
A admiração do presidente madridista, Florentino Pérez, pelo técnico português é notória, e persistem os rumores de que Mourinho poderia ser contratado na próxima temporada para substituir Álvaro Arbeloa, caso a equipe não alcance seus objetivos.
"Não podemos retratar a vítima como provocadora. Nada do que ele fez justifica um ato racista", declarou há alguns dias o técnico do Real Madrid, Álvaro Arbeloa, que se define como um grande "mourinhista".
- Contas a acertar -
Talvez para amenizar os ânimos e evitar colocar Mourinho no centro das atenções, o Benfica anunciou na segunda-feira que deixaria para seu auxiliar, João Tralhão, a participação na coletiva de imprensa pré-jogo nesta terça-feira.
A partida tampouco contará com Vinícius Junior e Prestianni frente a frente mais uma vez, após a polêmica no jogo de ida. Depois de marcar o único gol da partida, o brasileiro comemorou com uma dancinha, à qual o argentino teria respondido, segundo Vini, chamando-o de "macaco".
O polêmico ponta do Real Madrid correu até o árbitro para denunciar a ofensa. O árbitro aplicou o protocolo antirracismo e a partida foi interrompida por quinze minutos. No entanto, como a culpa de Prestianni não pôde ser comprovada (ele cobriu a boca com a camisa), o argentino foi autorizado a continuar em campo.
Apesar de tudo, tanto Mourinho quanto Prestianni viajaram para a capital espanhola nesta terça-feira. O jogador espera um improvável levantamento da medida cautelar... e com o treinador, tudo é possível.
"Nada foi comprovado. Prestianni não é racista. Caso contrário, não seria mais jogador do Benfica", declarou o presidente do clube lisboeta, Rui Costa, no aeroporto.
Além dos fatores extracampo, Real Madrid e Benfica são duas equipes com contas a acertar e muita vontade de resolvê-las. Este será o terceiro encontro entre os dois em menos de um mês, após a épica partida da última rodada da fase de liga, vencida pelo time português (4-2) com um gol de cabeça de seu goleiro no último lance, e o jogo de ida da repescagem, que o Real Madrid venceu por 1 a 0.
Os dois clubes se enfrentaram na final da Copa dos Campeões Europeus de 1962, antecessora da Liga dos Campeões, com o Benfica saindo vitorioso. No entanto, o time lisboeta não conseguiu vencer os últimos cinco confrontos eliminatórios de torneios da Uefa contra equipes espanholas.
L.Janezki--BTB