-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
-
Trump proíbe acesso à Casa Branca para CNN, MS NOW e Politico
-
Barcelona encaminha renovação de Raphinha até 2030
-
Atacante argentino Taty Castellanos é acusado de cuspir em adversário na 2ª divisão inglesa
-
Canais CNN e MS NOW têm acesso negado à Casa Branca
-
Organização dos Jogos Asiáticos se desculpa por execução do hino da Coreia do Norte em jogo da Coreia do Sul
-
Pedro Porro é cortado da seleção espanhola por lesão
-
Morre Sandro Mazzola, ídolo da Inter de Milão nos anos 1960
-
EUA aprova venda de US$ 2,7 bilhões em sistemas de defesa para Ucrânia
-
Trump cita 25 'grandes conquistas' antes das eleições de meio de mandato
-
Capital saudita em alerta de ataque aéreo; incêndio perto do aeroporto
-
Homenageada em San Sebastián, Naomi Watts mantém a fome de papéis arriscados
-
Rússia denuncia ciberataques no segundo dia das eleições legislativas
-
Manifestantes protestam no Kennedy Center após ameaça de demolição anunciada por Trump
-
Bolívia elimina subsídio ao diesel
-
Capital saudita emite primeiro alerta aéreo desde a retomada dos combates no Iêmen
-
Dinamarca celebra acordo 'vinculante' com Trump sobre a Groenlândia
Após quebra do SVB, Fed reconhece falhas de supevisão e deseja reforçar regulação
O Banco Central americano, Federal Reserve (Fed), reconheceu falhas por "não apreciar plenamente ao alcance das vulnerabilidades" do SVB, em um relatório publicado, nesta sexta (28), sobre a quebra desse banco americano, no qual pede para reforçar a supervisão e a regulação do setor.
"Após a quebra do Silicon Valley Bank, devemos fortalecer a supervisão e a regulação do Fed (ndlr, sobre o setor bancário) em função do que aprendemos", disse o vice-presidente de supervisão do Federal Reserve, Michael Barr, em um comunicado que acompanha o informe.
Barr avalia que a direção do SVB não soube gerir o risco de colapso do banco e que supervisores do Fed não tomaram medidas fortes, apesar de terem identificado problemas nesse banco de empréstimos centrado no setor tecnológico da Califórnia.
O SVB quebrou em 10 de março, em boa medida, por sua alta exposição a uma alta das taxas de juros.
Seu colapso contaminou todo o setor bancário e provocou a quebra de outro banco regional americano e a compra precipitada do banco de investimentos Credit Suisse pela UBS.
Os esforços concentrados dos reguladores dos dois lados do Atlântico nos dias que seguiram o colapso do SVB parecem ter reduzido as turbulências bancárias e a volatilidade nos mercados financeiros.
O relatório conclui que o Fed "não avaliou a gravidade das deficiências críticas na gestão, a liquidez e o manejo do risco das taxas de juros da empresa", porque os ativos do SVB se duplicaram entre 2019 e 2021, em meio a um booom da indústria tecnológica.
Em resposta, Barr anunciou que Banco Central americano fortalecerá o supervisionamento bancário para poder identificar mais rapidamente riscos e vulnerabilidades.
Também reforçará o marco regulatório para os bancos e avaliará endurecer as regras sobre o risco das taxas de juros, os requisitos de liquidez e capital e os testes de resistência.
S.Keller--BTB