-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
-
Trump proíbe acesso à Casa Branca para CNN, MS NOW e Politico
'Partimos para sempre': Maduro afirma que Venezuela não voltará à OEA
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou, nesta segunda-feira, que seu país não voltará a fazer parte da Organização dos Estados Americanos (OEA), da qual se retirou em 2019 devido a divergências.
“Partimos para sempre e não pensamos em voltar", afirmou Maduro em seu programa de TV, após endossar as palavras de seu colega mexicano, Andrés Manuel López Obrador, sobre a organização.
“Recomendo que a OEA desapareça, não serve para nada", declarou López Obrador na semana passada, em sua conferência matinal. Maduro concordou: “Nosso caminho é a Unasul, a Celac, a Alba."
A Venezuela deixou de pertencer à OEA em abril de 2019, após tê-lo solicitado dois anos antes, devido a divergências. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, defendeu recentemente o retorno do país vizinho à organização.
Maduro e Petro haviam conversado em novembro passado sobre o reingresso da Venezuela no sistema interamericano, sem uma conclusão definitiva. Maduro mantém um discurso crítico em relação à OEA há anos, principalmente desde que a organização reconheceu como autoridade legítima da Venezuela a Assembleia Nacional "democraticamente eleita" em 2015, liderada pelo opositor Juan Guaidó.
F.Pavlenko--BTB