-
Messi é dúvida do Inter Miami contra Columbus Crew; rodada da MLS tem duelo Son-Thomas Müller
-
OpenAI anuncia que tem mais de um bilhão de usuários ativos
-
Mudryk, suspenso por doping, é liberado para voltar a jogar pelo Chelsea
-
Eddie Howe deixa cargo de técnico do Newcastle
-
Grécia evacua parte de um subúrbio de Atenas devido aos incêndios
-
Justiça do Peru anula sentença do ex-presidente Humala no caso Odebrecht
-
Entrada de 60.000 migrantes no enclave espanhol de Ceuta desata crise europeia
-
Participação de opositora Machado em diálogos na Venezuela é 'fundamental', diz ex-ministro
-
Espanhol Santi Denia é o novo técnico da República Tcheca
-
Franco Baresi, lendário zagueiro italiano, morre aos 66 anos
-
Nova York processa Kalshi, gigante do mercado de apostas online
-
Enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla, plataformas que atraem imigração irregular para a Europa
-
Sonda japonesa realiza sobrevoo mais próximo de um asteroide já registrado
-
Aumenta oposição ao projeto de investimento privado da Fifa e Infantino fica sob pressão
-
Rumores e alvoroço semeiam caos na fronteira entre Marrocos e Ceuta
-
O que se sabe sobre a entrada em massa de migrantes no território espanhol de Ceuta?
-
Alpinista Nirmal Purja desaparece junto com outras nove pessoas após avalanche no Paquistão
-
Após incêndios na Espanha e França, chamas devastam ilha grega de Creta
-
O que se sabe sobre o acordo para o desarmamento do Hamas e a retirada israelense de Gaza
-
Milhares de pessoas entram em Ceuta em nova crise migratória
-
Hamas aceita acordo para seu desarmamento e retirada de Israel de Gaza
-
Morre Franco Baresi, lendário zagueiro italiano
-
Noosha Aubel sob pressão: a Câmara Municipal de Potsdam entre decisões unilaterais e o escândalo das creches
-
Нооша Аубель під тиском: мерія Потсдама між самостійними кроками та скандалом із дитячими садками
-
Fontes do Hamas confirmam acordo para seu desarmamento e retirada israelense de Gaza
-
Milei promove reforma do Banco Central e 'shutdown' em caso de déficit na Argentina
-
Tabilo avança às quartas de final em Washington; De Minaur vence jovem Cruz Hewitt
-
Trump anuncia acordo para "desarmamento total" do Hamas e retirada israelense de Gaza
-
'Não é Hollywood': Rússia desencoraja panamenhos de participar da guerra
-
'Eu vim jogar no Inter Miami só por causa do Messi', diz Casemiro
-
Real Madrid contrata atacante Carlos Espí, do Levante
-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem ódio contra a Argentina
-
Concacaf rejeita plano da Fifa de abertura a investidores privados
-
Pai de adolescente que matou quatro pessoas é condenado à prisão nos EUA
-
Incêndios em França e Espanha diminuem mas novos focos surgem na Europa
-
Bombardeio russo com mísseis dizima uma família na Ucrânia
-
John Stones se transfere para Inter de Milão após dez temporadas no City
-
Rafa Márquez fará estreia como técnico do México em amistosos contra Colômbia, Peru e Chile
-
Imprensa britânica noticia saída iminente do técnico do Newcastle, Eddie Howe
-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra Argentina
-
Fifa notifica Barça por negociação com Julián Álvarez, do Atlético de Madrid
Venezuela se diz esperançosa após reunião com UE e presidentes da América do Sul
O chanceler da Venezuela, Yván Gil, disse, nesta quarta-feira (19), ter "esperança" em fazer "avançar um acordo" que elimine as sanções contra o seu país para reativar as congeladas negociações políticas, após uma reunião, em Bruxelas, entre representantes do governo e da oposição e os presidentes de França, Argentina, Brasil e Colômbia.
"Vimos como unanimemente, incluindo a União Europeia, incluindo países como França, Brasil, Colômbia, Argentina, eles pediram para avançar em um esquema que elimine, suspenda as sanções e, a partir daí, comece a trabalhar na retomada do diálogo político entre os venezuelanos", disse Gil em entrevista por telefone à televisão estatal.
"Nos dá um pouco de esperança porque temos visto que o nosso discurso de condenação às sanções [...] tem ganhado mais espaço", disse o ministro das Relações Exteriores da Venezuela.
Gil referiu-se a uma reunião realizada na noite da última segunda-feira em Bruxelas, na qual participaram representantes do governo venezuelano e da oposição e os presidentes de França, Emmanuel Macron; Argentina, Alberto Fernández; Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; e Colômbia, Gustavo Petro; além do chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, e o principal negociador da oposição, Gerardo Blyde, estiveram no encontro paralelo à cúpula da UE e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
"Avançar" para "realizar eleições de forma inclusiva, eleições livres que possam ser reconhecidas pela comunidade internacional" foi o ponto central do encontro, segundo Borrell.
A reunião faz parte dos novos esforços para tentar relançar o diálogo político iniciado no México sobre a crise venezuelana, paralisado desde novembro do ano passado, aguardando o desembolso de cerca de 3 bilhões de dólares (R$ 15 bilhões) congelados pelos Estados Unidos que seriam destinados a projetos sociais.
"Devemos dizer que a primeira coisa que ficou clara foi o efeito pernicioso das sanções", disse Gil.
No entanto, as sanções são a principal moeda de troca da oposição para pressionar por condições eleitorais com vistas às eleições presidenciais de 2024, incluindo a suspensão de inabilitações políticas impostas a adversários que se candidatem.
Na terça-feira, a oposição reiterou que os "presos políticos" também devem ser libertados e que deve haver um "acordo social" para enfrentar a crise econômica pela qual o país se arrasta há anos.
O governo venezuelano, no entanto, pede a suspensão de "todas as sanções" para retomar as negociações.
"Eles passam o tempo todo falando sobre eleições livres e justas e a Venezuela foi submetida a um cerco brutal", afirmou, nesta quarta-feira, o negociador-chefe do governo de Nicolás Maduro e presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez.
I.Meyer--BTB