-
Justiça do Peru anula sentença do ex-presidente Humala no caso Odebrecht
-
Entrada de 60.000 migrantes no enclave espanhol de Ceuta desata crise europeia
-
Participação de opositora Machado em diálogos na Venezuela é 'fundamental', diz ex-ministro
-
Espanhol Santi Denia é o novo técnico da República Tcheca
-
Franco Baresi, lendário zagueiro italiano, morre aos 66 anos
-
Nova York processa Kalshi, gigante do mercado de apostas online
-
Enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla, plataformas que atraem imigração irregular para a Europa
-
Sonda japonesa realiza sobrevoo mais próximo de um asteroide já registrado
-
Aumenta oposição ao projeto de investimento privado da Fifa e Infantino fica sob pressão
-
Rumores e alvoroço semeiam caos na fronteira entre Marrocos e Ceuta
-
O que se sabe sobre a entrada em massa de migrantes no território espanhol de Ceuta?
-
Alpinista Nirmal Purja desaparece junto com outras nove pessoas após avalanche no Paquistão
-
Após incêndios na Espanha e França, chamas devastam ilha grega de Creta
-
O que se sabe sobre o acordo para o desarmamento do Hamas e a retirada israelense de Gaza
-
Milhares de pessoas entram em Ceuta em nova crise migratória
-
Hamas aceita acordo para seu desarmamento e retirada de Israel de Gaza
-
Morre Franco Baresi, lendário zagueiro italiano
-
Noosha Aubel sob pressão: a Câmara Municipal de Potsdam entre decisões unilaterais e o escândalo das creches
-
Нооша Аубель під тиском: мерія Потсдама між самостійними кроками та скандалом із дитячими садками
-
Fontes do Hamas confirmam acordo para seu desarmamento e retirada israelense de Gaza
-
Milei promove reforma do Banco Central e 'shutdown' em caso de déficit na Argentina
-
Tabilo avança às quartas de final em Washington; De Minaur vence jovem Cruz Hewitt
-
Trump anuncia acordo para "desarmamento total" do Hamas e retirada israelense de Gaza
-
'Não é Hollywood': Rússia desencoraja panamenhos de participar da guerra
-
'Eu vim jogar no Inter Miami só por causa do Messi', diz Casemiro
-
Real Madrid contrata atacante Carlos Espí, do Levante
-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem ódio contra a Argentina
-
Concacaf rejeita plano da Fifa de abertura a investidores privados
-
Pai de adolescente que matou quatro pessoas é condenado à prisão nos EUA
-
Incêndios em França e Espanha diminuem mas novos focos surgem na Europa
-
Bombardeio russo com mísseis dizima uma família na Ucrânia
-
John Stones se transfere para Inter de Milão após dez temporadas no City
-
Rafa Márquez fará estreia como técnico do México em amistosos contra Colômbia, Peru e Chile
-
Imprensa britânica noticia saída iminente do técnico do Newcastle, Eddie Howe
-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra Argentina
-
Fifa notifica Barça por negociação com Julián Álvarez, do Atlético de Madrid
-
Chelsea contrata o zagueiro francês Maxence Lacroix
-
Rashford se despede do Barcelona e deverá voltar ao Manchester United
-
Roma contrata atacante argentino Santiago Castro
-
Brasil anuncia amistoso contra Índia em 3 de outubro
-
Djokovic anuncia seu retorno no Masters 1000 de Cincinnati
-
Uefa ameaça, por unanimidade, boicotar as competições da Fifa
-
Trump avalia retirar temporariamente indicação do procurador-geral por objeções de republicanos
-
População japonesa fica abaixo dos 120 milhões pela 1ª vez em décadas
-
Paquistão afirma que EUA e Irã negociam desescalada após novos bombardeios
Zelensky promete 'retaliações' por ataque russo à cidade de Odessa
A Ucrânia prometeu, neste domingo (23), "retaliações" diante do ataque russo à cidade de Odessa, que matou duas pessoas e danificou a catedral ortodoxa, enquanto Vladimir Putin garantiu que a contraofensiva ucraniana "falhou".
O Ministério do Interior da Ucrânia relatou dois mortos e 22 feridos, incluindo quatro menores.
De acordo com as autoridade ucranianas, a Rússia lançou 19 mísseis por terra, mar e ar contra esta cidade do Mar Negro essencial para o trânsito marítimo na região. Nove desses projéteis foram abatidos.
Atiraram "mísseis contra cidades pacíficas, contra casas, contra uma catedral", disse o presidente Volodimir Zelensky. "Haverá retaliações contra os terroristas russos pelo que aconteceu em Odessa", prometeu.
Os mísseis atingiram a Catedral Ortodoxa da Transfiguração, construída no século XVIII no centro histórico de Odessa, sob proteção da Unesco.
Os padres conseguiram resgatar ícones dos escombros dentro do prédio danificado.
"Houve um ataque direto à catedral e três altares foram completamente danificados", disse o padre Miroslav, vice-reitor do templo. Segundo ele, o prédio está "muito danificado por dentro", e "apenas a torre sineira permaneceu intacta".
A Ucrânia descreveu o ataque como um "crime de guerra" e acrescentou que a catedral "foi destruída duas vezes, por Stalin e por Putin".
O templo foi demolido sob Stalin em 1936 e reconstruído na década de 1990, após a queda da União Soviética.
A Rússia, por sua vez, culpou as defesas aéreas de Kiev pelo que aconteceu na catedral e afirmou ter atingido todos os alvos definidos em Odessa.
No entanto, moradores de Odessa contam que os alvos eram prédios residenciais.
"Aqui o que temos são casas. Nada militar", disse à AFP Tetiana, dona de um salão de beleza.
Em uma carta endereçada ao patriarca russo Kirill e publicada nas redes sociais, o arcebispo Viktor, da diocese de Odessa, da Igreja Ortodoxa ucraniana, pediu no domingo para "cessar o derramamento de sangue".
A Unesco condenou "veementemente" os "brutais bombardeios" em Odessa e afirmou que eles "significam uma nova escalada de violência contra o patrimônio cultural da Ucrânia", denunciou Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, agência da ONU para cultura, educação e ciência.
Odessa tem sido repetidamente bombardeada desde que a Rússia se retirou, há uma semana, do acordo que permitia que grãos ucranianos fossem exportados através do Mar Negro.
- A contraofensiva ucraniana "fracassou", diz Putin -
O bombardeio ocorreu horas antes de uma reunião entre Putin e o presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, em São Petersburgo.
A reunião entre os dois líderes ocorre pela primeira vez desde que Belarus atuou como mediadora para o fim da rebelião do grupo paramilitar Wagner na Rússia, há quatro semanas.
No início do encontro, no Palácio Konstantinovsky, o presidente russo afirmou que a contraofensiva ucraniana lançada no início de junho para tentar recuperar os terrenos invadidos por Moscou a sul e a leste "falhou".
Já Lukashenko atribuiu o incidente com o grupo paramilitar como o maior desafio ao poder de Putin, segundo muitos analistas, e reforçou que está controlando "o que está acontecendo", em menção à presença do grupo Wagner na fronteira com a Polônia.
"Eles pedem para ir para o oeste e me pedem permissão (...) para fazer uma viagem a Varsóvia, a Rzeszow", em território polonês, disse o bielorrusso a Putin, que respondeu com um sorriso. "Mas é claro que os mantenho no centro de Belarus, como combinamos", acrescentou.
Desde o acordo para o fim da rebelião em 24 de junho, os militares do grupo Wagner estão centralizados em Belarus.
B.Shevchenko--BTB