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アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
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Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
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ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
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ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
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ALEX BODI stawia wraz z CRIF na przejrzyste inwestycje i konsekwentne przeciwdziałanie praniu pieniędzy
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एलेक्स बोदी क्रिफ के सहयोग से पारदर्शी निवेश और धनशोधन की कड़ाई से रोकथाम पर ज़ोर देते हैं
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알렉스 보디, CRIF와 함께 투명한 투자와 철저한 자금세탁방지에 주력
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ALEX BODI 攜手 CRIF,推動透明投資並貫徹洗錢防制
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ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
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Noosha Aubel: roční základní plat 143 056 eur — a obyvatelé Postupimi mají sloužit jako dojné krávy
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ヌーシャ・アウベル:年間基本給143,056ユーロ――ポツダム市民は金づるとして負担を強いられる
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Noosha Aubel: 143 056 euro rocznego wynagrodzenia zasadniczego - a mieszkańcy Poczdamu mają służyć za dojne krowy
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努莎・奧貝爾:年基本薪資143,056歐元——波茨坦市民卻得充當搖錢樹埋單
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'Escudos humanos' de Saddam Hussein anunciam processo contra governo britânico e companhia aérea
Passageiros e tripulantes de um avião da British Airways tomados como reféns em 1990 no Kuwait, no começo da primeira Guerra do Golfo, anunciaram nesta terça-feira (12) que irão processar o governo britânico e a companhia aérea.
O voo BA149, que ia de Londres para Kuala Lumpur, fez escala na Cidade do Kuwait em 2 de agosto de 1990, horas após o início da invasão ordenada pelo líder iraquiano Saddam Hussein. Os passageiros foram mantidos por alguns dias em um hotel próximo, controlado pelo Estado-Maior do Iraque, transferidos para Bagdá e usados como "escudos humanos" em locais estratégicos.
Alguns dos 367 passageiros e tripulantes passaram mais de quatro meses em cativeiro, posicionados em potenciais alvos da coalizão ocidental. Em novembro de 2021, o governo britânico pediu desculpas por não ter alertado a companhia sobre a invasão.
“As vítimas tomam medidas legais para que a verdade seja totalmente revelada, para que os responsáveis prestem contas e para que uma indenização seja paga”, informou o escritório de advogados McCue Jury & Partners, que representa mais de 50 vítimas e que pretende entrar com o processo no começo de 2024, no Tribunal Superior de Londres. “No cativeiro, os reféns foram agredidos, violados e vítimas de simulações de execução", acrescentou o escritório.
“Durante 33 anos, todos tivemos que conviver com as sequelas, enquanto o horror do ocorrido foi varrido para debaixo do tapete pelos que eram cúmplices", denunciou Nicola Dowling, membro da tripulação.
O.Lorenz--BTB