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アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
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Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
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ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
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ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
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ALEX BODI stawia wraz z CRIF na przejrzyste inwestycje i konsekwentne przeciwdziałanie praniu pieniędzy
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एलेक्स बोदी क्रिफ के सहयोग से पारदर्शी निवेश और धनशोधन की कड़ाई से रोकथाम पर ज़ोर देते हैं
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알렉스 보디, CRIF와 함께 투명한 투자와 철저한 자금세탁방지에 주력
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ALEX BODI 攜手 CRIF,推動透明投資並貫徹洗錢防制
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ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
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ヌーシャ・アウベル:年間基本給143,056ユーロ――ポツダム市民は金づるとして負担を強いられる
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Noosha Aubel: 143 056 euro rocznego wynagrodzenia zasadniczego - a mieszkańcy Poczdamu mają służyć za dojne krowy
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努莎・奧貝爾:年基本薪資143,056歐元——波茨坦市民卻得充當搖錢樹埋單
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Suprema Corte de Israel examina recursos contra reforma judicial polêmica
A Suprema Corte de Israel examinou, nesta terça-feira (12), os recursos apresentados contra a reforma judicial, um projeto muito polêmico do governo de Benjamin Netanyahu.
Os 15 juízes da máxima instância de Israel se reuniram por 13 horas para ouvir argumentos contra uma disposição destinada a anular a possibilidade de o poder judiciário se pronunciar sobre a "razoabilidade" das decisões do governo ou do Parlamento (Knesset).
A Corte deu ao governo 21 dias para apresentar seus argumentos e não definiu uma data para uma decisão.
A polêmica lei, aprovada pelo Parlamento unicameral em julho, restringe os poderes da Suprema Corte para invalidar uma lei ou decisão do governo.
Minutos antes da audiência, dezenas de manifestantes se reuniram em frente à Suprema Corte, agitando bandeiras israelenses e tocando instrumentos de percussão.
A presidente da Suprema Corte, Esther Hayut, disse que ouviria oito apelações contra a doutrina da "razoabilidade".
Por sua vez, Simcha Rothman, o deputado que iniciou a emenda, afirmou que "aos poucos, por meio de procedimentos legais complicados, a Corte está concedendo poderes sem precedentes", argumentando que não há "razão" para que este órgão intervenha no funcionamento do governo.
Desde o anúncio da reforma judicial em janeiro, o projeto foi maciçamente rejeitado nas ruas e desencadeou um dos maiores movimentos de mobilização popular da história do país.
Yair Lapid, líder da oposição, considerou no Facebook que a emenda votada pelo Knesset em julho era "irresponsável".
O Likud, partido de Netanyahu, publicou um comunicado durante a audiência afirmando que "o princípio mais importante da democracia é que o povo é soberano".
"Se a Corte pode anular uma lei fundamental, ela se torna soberana em vez do povo, um ato extremo que questiona o princípio da democracia", acrescentou o comunicado.
Segundo o governo de coalizão, que combina partidos de direita, extrema direita e formações judaicas ultraortodoxas, essa reforma tem como objetivo corrigir um desequilíbrio existente, fortalecendo o poder dos funcionários eleitos sobre o dos magistrados.
C.Kovalenko--BTB