-
'Estou triste': crianças tentam lidar com tragédia após ataque a tiros em escola do Oregon
-
Napoli perde na visita ao lanterna Venezia (1-0) e pressão sobre Allegri aumenta
-
Bukele esclarece que libertação antecipada será para colaboradores ocasionais de gangues
-
João Fonseca encerra sua temporada e vai focar em 2027
-
Leão XIV retorna ao Vaticano após cirurgia para tratar câncer de pulmão
-
Davidovich ou Jódar: Xangai terá, pela primeira vez, um espanhol campeão
-
Libertado o líder do movimento das 'baratas' da Índia
-
'Tomamos a Bastilha': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Como apostas sobre as eleições brasileiras se tornaram falsas pesquisas?
-
'Estamos sufocando': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Trump isenta Rússia de novas sanções e Moscou comemora
-
FMI e Banco Mundial encerram suas assembleias entre 'otimismo' e 'preocupação'
-
Leão XIV retorna ao Vaticano neste sábado após cirurgia no pulmão
-
Céline Dion se despede de Paris em seu último show antes de voltar em maio
-
Flávio Bolsonaro diz que não planeja dar um cargo ao pai se for eleito
-
Noosha Aubel: vezetői kudarc új kezdet helyett – alkalmas-e Potsdam polgármestere a tisztsége betöltésére?
-
نوشا آوبل: ناکامی در مدیریت بهجای آغازی نو؛ آیا شهردار پوتسدام از عهدهٔ مسئولیتهایش برمیآید؟
-
Нуша Аубел: управленски провал вместо ново начало — на висотата на поста си ли е кметицата на Потсдам?
-
Noosha Aubel: eșec la conducere în locul unui nou început – este primărița Potsdamului la înălțimea funcției sale?
-
Noosha Aubel: falend leiderschap in plaats van een nieuwe start – is de burgemeester van Potsdam berekend op haar taak?
-
Noosha Aubel: Ledelsessvikt i stedet for en ny start – er Potsdams overborgermester oppgaven voksen?
-
Noosha Aubel: Misslyckat ledarskap i stället för en nystart – är Potsdams överborgmästare vuxen uppgiften?
-
Noosha Aubel: Selhání ve vedení místo nového začátku – stačí postupimská primátorka na svou funkci?
-
Trump exime Rússia de novas sanções aprovadas pelo Congresso
-
Coreia do Norte testa sistema de torpedo com inteligência artificial
-
Primeira-dama da Colômbia nega irregularidades em doações por terremoto
-
Musk apresenta 'carro voador' da Tesla
-
Zelensky obtém apoio europeu em meio a nova disputa com Trump
-
Irã nega envolvimento em ataques houthis e desmente Arábia Saudita
-
Bolívia recebe primeira visita de Estado de um presidente chileno em 71 anos
-
Jovem suspeito de ataque a tiros nos EUA parecia solitário e retraído, dizem vizinhos
-
Protestos abalam Albânia pelo quarto dia e premier denuncia interferência estrangeira
-
Conselho de Segurança veta candidatos a chefe da ONU em nova votação preliminar
-
'Sportswashing' ou investimento? Ruanda enfrenta desafio de receber a Fórmula 1
-
Vinícius Júnior encara desafio de recuperar sua melhor forma
-
Morre Chiaki Ishii, primeiro medalhista olímpico do Brasil no judô
-
Putin diz que um de seus principais objetivos é conquistar região de Donetsk
-
Real Madrid exige demissão do presidente da LaLiga por comparação com métodos da propaganda nazista
-
Porta-voz da Casa Branca deixa o cargo uma semana após ser nomeada por Trump
-
Após choque energético, ONU adverte sobre possível crise alimentar mundial
-
NBA restringe alguns tipos de apostas para nova temporada
-
Trump diz que sua nova porta-voz presidencial deveria 'reconsiderar' sua nomeação
Exército ucraniano sem novos recrutas para o 'front'
Depois de 22 meses, o Exército ucraniano enfrenta dificuldades para encontrar novos recrutas para lutar contras as forças russas no "front".
"Nossas unidades não têm pessoal suficiente. Precisamos de jovens, abaixo de 40 anos, e motivados", explica o major Oleksandre Volkov, comandante de um batalhão da 24ª brigada.
O oficial preferiu cancelar nesta manhã um sessão de treinamento ao ar livre perto de Bakhmut para novos recrutas, devido ao frio que congelou os arredores e evitar o desgaste de seus homens. Serão ministradas apenas aulas sobre montagem e desmontagem de armas pessoais e primeiros socorros.
"A sociedade atual provavelmente foi enganada por alguns meios de comunicação, que afirmavam que está tudo bem (para o Exército ucraniano), que vencemos o inimigo e a vitória ocorrerá em um futuro próximo", lamenta o major.
"Mas a situação não é tão simples. O inimigo é muito forte e poderoso. Faremos todo o possível para contê-lo e vencê-lo", acrescenta.
Após o fracasso da contraofensiva ucraniana no "front" sul diante da sólida defesa russa, as tropas de Moscou retomaram a iniciativa desde o outono e estão atacando vários setores, em especial o leste.
Com mais recursos humanos e munições, o Exército russo avança lentamente no terreno - Kupiansk, Bakhmut, Avdiïvka, Marinka -, apesar das grandes baixas de homens e material.
No "front", os ucranianos lutam para defendê-lo, após dois anos de combates exaustivos, no calor de dois verões, a lama e a neve dos invernos e os bombardeios constantes sobre as trincheiras.
Alguns soldados, presentes desde o início em 24 de fevereiro de 2022, estão esgotados. Há dificuldades para substituir mortos e feridos, e os voluntários são raros.
- Adrenalina e exaltação -
No início do conflito, "havia muita adrenalina, uma espécie de exaltação. Todos se apressaram para lutar, e não havia problema de efetivos", afirma o tenente Igor Prokopiak.
"Mas, com o tempo, as pessoas tiveram acesso às redes sociais e viram o lado terrível da guerra. A adrenalina inicial se dissipou, o cérebro entrou em alerta, o medo apareceu e, como resultado, as pessoas passaram a temer por suas vidas", afirma o oficial de 32 anos.
Oleksandre Volkov constata que os civis "não têm muito interesse em se unir às Forças Armadas".
E a idade média dos soldados no "front" está aumentando. O major afirma que, em sua unidade, 40% dos soldados têm 45 anos, ou mais.
"Muitos jovens são vistos na vida civil. Não sei por que não foram mobilizados", afirma.
"É necessário que o Estado responda, que recrute, que substitua as pessoas que lutam há dois anos, eu inclusive", insiste.
Há algumas semanas, as esposas dos soldados se manifestam também em Kiev para pedir o retorno de seus maridos do "front", entre outras causas.
"Está na vez dos outros", gritam.
Em 1º de dezembro, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, pediu ao comando militar que revisasse o sistema de recrutamento.
O major Volkov critica as oficinas de mobilização "soviéticas" demais, com uma abordagem, na qual "a qualidade é secundária".
"Se concentram apenas no resultado quantitativo", afirma.
O sistema também se viu afetado pela corrupção, que permitiu aos recrutas se esquivarem do Exército, levando Zelensky a demitir todos os responsáveis regionais pelo recrutamento no verão passado.
S.Keller--BTB