-
Governo francês exige que plataformas retirem anúncios de objetos saqueados em protestos
-
Adolescentes palestinos amputados contam suas esperanças e seus sonhos perdidos
-
Tenista Elina Svitolina anuncia divórcio com Gaël Monfils
-
Mães e esposas lutam contra a letalidade policial no Brasil
-
Meta tem 24 horas para comprovar que fornece o mesmo tratamento a Lula e Flávio Bolsonaro, diz TSE
-
França anuncia 'toques de recolher' para impedir distúrbios e saques
-
Coreia do Norte alerta para 'situação grave' na fronteira sul
-
Primeiro-ministro francês solicita 'toques de recolher' em cidades após distúrbios
-
Sob pressão, Macron admite 'falhas' na gestão policial dos distúrbios na França
-
Musk diz que quer dar ações da SpaceX a todas as crianças dos EUA
-
PMA vai deixar de ajudar meio milhão de pessoas em Gaza por falta de recursos
-
Estudantes bloqueiam o acesso ao Museu do Louvre
-
Ucrânia não recebeu aviso de aliados antes dos bombardeios noturnos russos, afirma Zelensky
-
Macron admite 'falhas' e pede ação dura contra 'vândalos'
-
Rubio nega 'pausa' na troca de informações com a Ucrânia
-
'Miliciano', 'corrupto': Lula e Flávio trocam insultos no primeiro debate eleitoral
-
'Miliciano', 'corrupto': Lula e Flávio se insultam em primeiro debate eleitoral
-
Lazio vence Juventus e assume a liderança da Serie A
-
Trump declara apoio a Netanyahu antes de eleições acirradas em Israel
-
Avião procedente de Israel faz pouso de emergência após ameaça de bomba
-
Real Madrid goleia Sevilla (4-1) com dois gols de Mbappé e é 3º no Espanhol
-
Lula e Flávio se enfrentam em debate a uma semana do segundo turno
-
Lyon vence Nice (1-0) e assume liderança da Ligue 1
-
Zelensky conversa com enviados dos EUA para tentar aliviar tensão
-
Macron promete firmeza em meio a novos distúrbios na França
-
Com grande atuação de Rabiot, Milan vence Atalanta (3-2) e é 4º colocado na Serie A
-
Zelensky conversa com enviados de Trump em tentativa de aliviar tensões com os EUA
-
Arsenal vence Nottingham Forest (1-0) e segue na cola do líder City
-
Oposição venezuelana ratifica María Corina como líder política
-
Trump declara apoio a aliado Netanyahu antes de eleições acirradas em Israel
-
Incêndio em base militar mata quatro soldados no Canadá
-
Confrontos em Milão após protesto contra o custo de vida
-
Paris registra novos confrontos e saques após dia de protestos
-
Lula e Flávio Bolsonaro se enfrentam em debate a uma semana do 2º turno
-
Leverkusen vence Freiburg (2-1) e Bayern volta a liderar a Bundesliga
-
PSG perde lateral Nuno Mendes para duelo contra o Barça na Champions
-
Polícia usa gás lacrimogêneo para dispersar novo protesto em Paris
-
Dibu Martínez sofre fratura na mandíbula e ficará afastado por várias semanas
-
Rubio chega ao Uzbequistão para reforçar laços com a Ásia Central
-
Com virada épica, Davidovich vence Jódar e conquista Masters 1000 de Xangai
Sindicato automobilístico UAW, dos EUA, pede voto para Biden
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, recebeu, nesta quarta-feira (24), o apoio do principal sindicato automobilístico dos Estados Unidos, um respaldo para o democrata do crucial voto operário para as eleições presidenciais de novembro.
"É preciso conquistar nosso apoio. Joe Biden o conquistou", disse o número um do United Auto Workers (UAW), Shawn Fain, a uma multidão reunida em Washington, antes de Biden subir ao palanque.
Donald Trump, que se perfila como o possível rival de Biden nas presidenciais, quer "prejudicar a classe trabalhadora americana", afirmou Fain.
Os membros do sindicato vaiaram quando o nome de Trump foi mencionado e gritaram "Joe!" quando Fain perguntou quem eles queriam como presidente após a eleição de novembro.
"Estou do seu lado e vocês estão do meu lado", disse Biden à multidão.
Mas seu discurso foi interrompido brevemente pelo segundo dia consecutivo quando um pequeno grupo de manifestantes contra a guerra de Israel em Gaza começou a gritar, antes de serem retirados por seguranças.
Do lado de fora, diversos manifestantes pró-palestinos também gritaram lemas, acusando Biden de "genocídio".
Em dezembro, o UAW pediu um cessar-fogo em Gaza, tornando-se o maior sindicato americano a tomar tal atitude, colocando-o em um campo oposto a Biden, que tem apoiado fortemente Israel desde os ataques do movimento islamista palestino Hamas de 7 de outubro.
O apoio do sindicato chega em um momento significativo para Biden, que se centra em uma possível revanche com Trump, depois que o ex-presidente praticamente assegurou a indicação republicana nas primárias de New Hampshire na terça-feira.
Ganhar o voto operário foi crucial para a vitória eleitoral de Trump em 2016 e para a de Biden em 2020, e se dá por garantido que voltará a ser em novembro.
De megafone na mão, Biden se tornou no ano passado o primeiro presidente americano em exercício a visitar um piquete, quando apoiou Fain em Michigan, em plena greve dos trabalhadores que exigiam melhores condições salariais.
O democrata, partidário de longa data dos sindicatos, pressionou os fabricantes de automóveis Ford, General Motors e Stellantis para que oferecessem aos sindicatos um acordo melhor acordo e, desta forma, pudessem pôr fim à greve.
A mobilização se traduziu em aumentos salariais maiores aos oferecidos pelas marcas.
"Este novembro podemos nos levantar e escolher alguém que esteja conosco e apoie a nossa causa. Ou podemos eleger alguém que nos dividirá e se colocará contra nós", disse Shawn Fain.
J.Bergmann--BTB