-
Protestos contra crise da moradia continuam em Portugal
-
CAS anunciará decisão sobre final da Copa Africana de Nações em novembro
-
Flórida acusa ex-presidente cubano Raúl Castro por derrubada de aviões em 1996
-
Argentina incentiva demissões de 20 mil empregados públicos
-
Província de Alberta realiza votação decisiva para unidade do Canadá
-
Vitinha diz que PSG não teme Lamine Yamal
-
Semenyo pode desfalcar Manchester City por dois meses, diz Maresca
-
Governo francês exige que plataformas retirem anúncios de objetos saqueados em protestos
-
Adolescentes palestinos amputados contam suas esperanças e seus sonhos perdidos
-
Tenista Elina Svitolina anuncia divórcio com Gaël Monfils
-
Mães e esposas lutam contra a letalidade policial no Brasil
-
Meta tem 24 horas para comprovar que fornece o mesmo tratamento a Lula e Flávio Bolsonaro, diz TSE
-
França anuncia 'toques de recolher' para impedir distúrbios e saques
-
Coreia do Norte alerta para 'situação grave' na fronteira sul
-
Primeiro-ministro francês solicita 'toques de recolher' em cidades após distúrbios
-
Sob pressão, Macron admite 'falhas' na gestão policial dos distúrbios na França
-
Musk diz que quer dar ações da SpaceX a todas as crianças dos EUA
-
PMA vai deixar de ajudar meio milhão de pessoas em Gaza por falta de recursos
-
Estudantes bloqueiam o acesso ao Museu do Louvre
-
Ucrânia não recebeu aviso de aliados antes dos bombardeios noturnos russos, afirma Zelensky
-
Macron admite 'falhas' e pede ação dura contra 'vândalos'
-
Rubio nega 'pausa' na troca de informações com a Ucrânia
-
'Miliciano', 'corrupto': Lula e Flávio trocam insultos no primeiro debate eleitoral
-
'Miliciano', 'corrupto': Lula e Flávio se insultam em primeiro debate eleitoral
-
Lazio vence Juventus e assume a liderança da Serie A
-
Trump declara apoio a Netanyahu antes de eleições acirradas em Israel
-
Avião procedente de Israel faz pouso de emergência após ameaça de bomba
-
Real Madrid goleia Sevilla (4-1) com dois gols de Mbappé e é 3º no Espanhol
-
Lula e Flávio se enfrentam em debate a uma semana do segundo turno
-
Lyon vence Nice (1-0) e assume liderança da Ligue 1
-
Zelensky conversa com enviados dos EUA para tentar aliviar tensão
-
Macron promete firmeza em meio a novos distúrbios na França
-
Com grande atuação de Rabiot, Milan vence Atalanta (3-2) e é 4º colocado na Serie A
-
Zelensky conversa com enviados de Trump em tentativa de aliviar tensões com os EUA
-
Arsenal vence Nottingham Forest (1-0) e segue na cola do líder City
-
Oposição venezuelana ratifica María Corina como líder política
-
Trump declara apoio a aliado Netanyahu antes de eleições acirradas em Israel
-
Incêndio em base militar mata quatro soldados no Canadá
-
Confrontos em Milão após protesto contra o custo de vida
-
Paris registra novos confrontos e saques após dia de protestos
-
Lula e Flávio Bolsonaro se enfrentam em debate a uma semana do 2º turno
-
Leverkusen vence Freiburg (2-1) e Bayern volta a liderar a Bundesliga
Agência da ONU demite funcionários em Gaza e EUA suspende seu financiamento
Os Estados Unidos suspenderam nesta sexta-feira (26) o financiamento à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), depois que este órgão, há muito tempo na mira de Israel, demitiu vários supostos envolvidos no ataque do Hamas em 7 de outubro.
"Decidi rescindir com efeito imediato os contratos desses funcionários e iniciar uma investigação para estabelecer a verdade sem demora", declarou o comissário-geral da UNRWA, Philippe Lazzarini, após ser informado por Israel sobre a suspeita.
"Qualquer funcionário que tenha envolvimento em atos de terrorismo terá que prestar contas, inclusive mediante ações legais", acrescentou Lazzarini em comunicado.
Pouco depois, os Estados Unidos anunciaram que suspenderiam "temporariamente o financiamento adicional" à agência da ONU.
Washington está "extremamente preocupado" com as acusações de que 12 funcionários da UNRWA teriam envolvimento no ataque, indicou o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, em comunicado.
O titular da diplomacia americana, Antony Blinken, destacou a "necessidade de uma investigação rápida e exaustiva sobre esta questão", em uma conversa com o secretário-geral da ONU, António Guterres.
O ministro das Relações Exteriores israelense exigiu, por sua vez, uma "investigação interna exaustiva das atividades do Hamas e outras organizações terroristas" na UNRWA.
- Duro golpe à UNRWA -
Israel já havia acusado a agência da ONU de corrupção e conivência com o Hamas, o que a UNRWA sempre negou.
As informações desta sexta representam um duro golpe para a agência, que já vinha tendo dificuldades para financiar suas operações nos últimos anos.
Os Estados Unidos, os principais contribuintes, haviam cancelado seu financiamento durante o mandato do ex-presidente Donald Trump, que considerou que suas atividades não eram neutras.
A chegada de Joe Biden à Presidência representou um respiro, com o anunciado restabelecimento de ajudas pelo valor de 340 milhões de dólares em 2021 (quase R$ 2 bilhões, em valores da época).
As relações entre Israel e UNRWA pioraram depois que a agência atribuiu, na quarta-feira, a tanques israelenses os disparos contra um de seus centros de acolhimento de deslocados em Khan Yunis, no sul de Gaza.
Pelo menos 13 pessoas morreram e 56 ficaram feridas nesse ataque segundo a agência, que denunciou uma "flagrante violação das regras fundamentais da guerra".
O Exército israelense afirmou que vai abrir uma "investigação exaustiva" de suas operações na área, mas não descartou a responsabilidade do Hamas no ataque.
O Exército israelense é a única força a ter tanques destacados em Gaza, que é bombardeada sem descanso desde o ataque do Hamas em Israel em 7 de outubro, que causou a morte de aproximadamente 1.140 pessoas, a maioria civis, segundo um balanço da AFP realizado com base em dados oficiais israelenses.
A ofensiva militar lançada por Israel em resposta deixa, até o momento, 26.083 mortos, a maioria mulheres e menores de idade, segundo o Hamas, que governa o território palestino.
A UNRWA lembrou nesta sexta que "mais de 2 milhões de pessoas" dependem em Gaza da ajuda que proporciona desde o início da guerra.
W.Lapointe--BTB