-
Israel decide se concede mais um mandato a Netanyahu em eleições marcadas pela guerra
-
Zelensky acusa EUA de atrasar entrega de mísseis interceptadores à Ucrânia
-
Província de Alberta rejeita organizar referendo de independência do Canadá
-
Governo dos Estados Unidos veta uso da IA chinesa DeepSeek em agências governamentais
-
França aplicará toques de recolher localizados na terça-feira, anuncia primeiro-ministro
-
TSE pressiona Meta a demonstrar tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
-
Revelação da esquerda brasileira, Ana Elisa leva Lula à era das selfies
-
Democratas veem "última grande oportunidade" de vencer no Texas, histórico bastião republicano
-
Entram em vigor primeiros toques de recolher na França após distúrbios
-
Tottenham consegue primeira vitória e sai da zona de rebaixamento no Inglês
-
Após batalha pelo Maracanã, Vasco decide vaga na final da Sul-Americana contra o Boca
-
Cristiano Ronaldo é punido com 30 dias de suspensão pela Federação Portuguesa
-
Imigrantes ou extrema esquerda? Duas visões sobre os distúrbios na França
-
'Um bom teste', diz técnico do Barça sobre duelo com PSG na Champions
-
Guru julgado pela morte de 191 pessoas em seita é declarado culpado no Quênia
-
França decreta toques de recolher para conter confrontos e saques
-
Protestos contra crise da moradia continuam em Portugal
-
CAS anunciará decisão sobre final da Copa Africana de Nações em novembro
-
Flórida acusa ex-presidente cubano Raúl Castro por derrubada de aviões em 1996
-
Argentina incentiva demissões de 20 mil empregados públicos
-
Província de Alberta realiza votação decisiva para unidade do Canadá
-
Vitinha diz que PSG não teme Lamine Yamal
-
Semenyo pode desfalcar Manchester City por dois meses, diz Maresca
-
Governo francês exige que plataformas retirem anúncios de objetos saqueados em protestos
-
Adolescentes palestinos amputados contam suas esperanças e seus sonhos perdidos
-
Tenista Elina Svitolina anuncia divórcio com Gaël Monfils
-
Mães e esposas lutam contra a letalidade policial no Brasil
-
Meta tem 24 horas para comprovar que fornece o mesmo tratamento a Lula e Flávio Bolsonaro, diz TSE
-
França anuncia 'toques de recolher' para impedir distúrbios e saques
-
Coreia do Norte alerta para 'situação grave' na fronteira sul
-
Primeiro-ministro francês solicita 'toques de recolher' em cidades após distúrbios
-
Sob pressão, Macron admite 'falhas' na gestão policial dos distúrbios na França
-
Musk diz que quer dar ações da SpaceX a todas as crianças dos EUA
-
PMA vai deixar de ajudar meio milhão de pessoas em Gaza por falta de recursos
-
Estudantes bloqueiam o acesso ao Museu do Louvre
Biden confunde Macron com ex-presidente francês Mitterrand
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, confundiu seu contraparte da França, Emmanuel Macron, com o ex-presidente francês François Mitterrand, falecido há quase 30 anos, em um discurso de campanha compartilhado nas redes sociais.
Durante um evento em Las Vegas no domingo (4), o líder americano de 81 anos relatou uma anedota sobre a reação de Macron a um discurso durante uma reunião do G7 em 2020.
Além de errar o nome do governante francês, Biden também se confundiu quanto à sua nacionalidade, embora tenha se corrigido imediatamente.
"Eu disse: 'Os Estados Unidos estão de volta'", conta Biden em um vídeo. "E Mitterrand da Alemanha, quero dizer, da França, olhou para mim e disse: 'Sabe, o que, por que, por quanto tempo está de volta?'".
Posteriormente, uma transcrição de suas palavras feita pela Casa Branca inseriu o nome correto, Macron, entre parênteses.
Mitterrand foi presidente da França de 1981 a 1995 e morreu em 1996. Macron governa o país desde 2017.
O vídeo com essa confusão foi amplamente visto e compartilhado na rede social X, o antigo Twitter.
Biden já cometeu erros públicos semelhantes no passado. Um dos mais lembrados ocorreu em setembro de 2022, quando chamou uma congressista falecida em uma conferência que ela ajudou a organizar.
"Jackie, você está aqui? Onde está Jackie? Acho que ela deveria estar aqui", disse Biden na ocasião, referindo-se à representante de Indiana, Jackie Walorski, que havia morrido um mês antes.
O antecessor de Biden e seu provável adversário nas eleições presidenciais de novembro, Donald Trump, também cometeu um erro no mês passado, ao confundir sua rival de partido, Nikki Haley, com a ex-presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.
Trump, de 77 anos, afirmou erroneamente que Haley era encarregada da segurança durante o ataque ao Capitólio dos Estados Unidos em 6 de janeiro de 2021, levando-a a questionar sua aptidão mental durante um discurso de campanha.
K.Brown--BTB