-
Napoli derrota Bodo/Glimt (4-3) em casa em sua primeira vitória na Champions
-
Milhares de pessoas se mobilizam em Portugal após remoção de acampamentos por moradia
-
Atlético de Madrid empata fora de casa com Stuttgart (1-1) na Champions
-
PSG vence Barcelona (4-2) pela 3ª rodada da Champions
-
Liverpool vence Villarreal (4-3) de virada na 3ª rodada da Champions
-
Manchester City goleia AEK Atenas (5-1) com hat-trick de Phil Foden
-
Atlético de Madrid fora de casa com Stuttgart (1-1) na Champions
-
Zelensky comemora retomada do compartilhamento de informações de inteligência com os EUA
-
Sergen Yalçin é anunciado como novo técnico da seleção da Turquia
-
Importador de alimentos dos EUA busca anular tarifas de Trump ao Canadá
-
Ten Hag diz que Cristiano Ronaldo decepcionou no Manchester United
-
Itália enviará 500 militares a Milão e endurecerá penas após distúrbios
-
Príncipe Harry espera 'virar a página' e deixar para trás conflitos com sua família
-
Zelensky se reúne com emissários dos EUA em Oslo para retomar esforços diplomáticos
-
BBC anuncia corte de mais de 100 empregos
-
Gnabry elogia ex-companheiro Arteta antes de Bayern x Arsenal na Champions
-
Execuções polêmicas reacendem o debate sobre a pena de morte nos EUA
-
Congresso da Colômbia aprova orçamento do governo e projeta grave déficit fiscal
-
Governo francês responsabiliza 'extrema esquerda' por onda de violência no país
-
'Lesões não são desculpa', diz técnico do Aston Villa antes de jogo da Champions
-
Guatemalteco é condenado a 30 anos de prisão por morte de 53 migrantes nos EUA
-
Kompany pode não comandar Bayern contra o Arsenal na Champions devido a virose
-
Flávio Bolsonaro, o herdeiro da dinastia de extrema direita
-
Meta diz que cumpriu ordens do TSE para tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
-
Apoio a novos líderes de direita está em queda na América Latina
-
UE apresenta nova estratégia para o Ártico diante de ameaças dos EUA e da Rússia
-
Exército turco permanecerá no Iraque e na Síria, afirma ministro à AFP
-
Swiatek desiste do WTA 500 de Ningbo por lesão e fica com vaga no Finals ameaçada
-
Comitê de supervisão da Meta critica 'falhas recorrentes' na moderação de conteúdos eleitorais
-
Le Pen aposta em discurso de ordem em meio à onda de violência na França
-
Diretor da AIE é pessimista quanto a uma 'normalização' do mercado do petróleo em 2027
-
Mourinho lembra que nenhum jogador é 'intocável'
-
Premiê francês acusa 'extrema esquerda' de planejar 'insurreição'
-
Primeiro-ministro da Albânia cita 'guerra híbrida' como causa de protestos violentos
-
Iêmen registra mais de 250 mil deslocados internos desde agosto
-
Vice-presidente dos EUA se distancia de Trump e se abstém de apoiar Netanyahu
-
Presidência da Colômbia inaugura sede em 'Casa Branca' do Caribe
-
Lula ou Flávio Bolsonaro: a escolha final
-
Lula perante si mesmo e a história
-
França começa a julgar detidos em distúrbios e anuncia novos toques de recolher
-
Zelensky se reúne com emissários dos EUA após acusar Washington de atrasar a entrega de mísseis
-
Israel decide se concede mais um mandato a Netanyahu em eleições marcadas pela guerra
-
努莎・奧貝爾:未見嶄新開局,卻見領導失能——波茨坦市長能否勝任其職?
-
Zelensky acusa EUA de atrasar entrega de mísseis interceptadores à Ucrânia
-
Província de Alberta rejeita organizar referendo de independência do Canadá
-
Governo dos Estados Unidos veta uso da IA chinesa DeepSeek em agências governamentais
-
França aplicará toques de recolher localizados na terça-feira, anuncia primeiro-ministro
-
TSE pressiona Meta a demonstrar tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
Equipe de Navalny acusa Rússia de reter seus restos mortais para 'cobrir seus rastros'
A Rússia continua mantendo o silêncio neste sábado (17) sobre a morte repentina na prisão do opositor do Kremlin Alexei Navalny, cujo entorno acusa as autoridades de reter seus restos mortais para "cobrir seus rastros".
Apesar da repressão e do risco de serem presos, centenas de russos participaram de pequenas concentrações neste sábado para homenagear o famoso detrator do Kremlin, que morreu ontem em uma prisão no Ártico russo.
Desde a sexta-feira, a polícia prendeu 231 pessoas nestas manifestações, segundo a ONG de direitos humanos OVD-Info.
A equipe de Alexei Navalny afirmou que as autoridades se negam a entregar o corpo para sua mãe, argumentando que ainda não foi determinada a causa da morte.
"É evidente que os assassinos querem cobrir seus rastros e, por isso, não entregam o corpo de Alexei, escondendo-o inclusive de sua mãe", afirmou o entorno do opositor no Telegram.
A porta-voz de Navalny, Kira Yarmish, afirmou que os investigadores comunicaram ao advogado que os resultados de um novo exame ao qual o cadáver será se submetido não estarão disponíveis até a próxima semana.
Yarmish também indicou que a mãe de Navalny, Lyudmila Navalnaya, foi notificada com um "documento oficial" de que ele morreu em 16 de fevereiro às 14h17 locais (06h17 em Brasília).
"Alexei Navalny foi assassinado", acrescentou a porta-voz, exilada como muitos dissidentes para evitar a prisão.
Sua morte aos 47 anos, após três anos na prisão, priva uma oposição russa exausta de seu principal nome.
- Silêncio e poucos detalhes -
Navalny, condenado por "extremismo", cumpria uma pena de 19 anos em uma remota colônia penitenciária do Ártico, após julgamentos, segundo muitas vozes, com motivações políticas.
As autoridades russas forneceram poucos detalhes sobre as circunstâncias da morte e se limitaram a garantir que todos os esforços foram empenhados para reanimar o opositor, cuja saúde ficou debilitada com a prisão, um envenenamento em 2020 e uma greve de fome em 2021.
"O prisioneiro Navalny A.A. sentiu-se mal após uma caminhada e quase imediatamente perdeu a consciência", indicou o serviço penitenciário de Yamal em nota.
O presidente russo Vladimir Putin mantém silêncio desde que foi divulgada a notícia da morte de seu principal opositor, que acontece a um mês das eleições presidenciais que, previsivelmente, consolidarão o poder do mandatário após anos de repressão.
Assim que soube da morte de Navalny, o presidente americano Joe Biden se disse "chocado" e afirmou que o chefe de Estado russo "é responsável" pela morte do opositor, uma mensagem compartilhada por outras lideranças ocidentais, que apontaram para o regime russo.
Os ministros de Relações Exteriores dos membros do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), reunidos em Munique, fizeram um minuto de silêncio por Navalny, indicou o gabinete do chanceler italiano Antonio Tajani.
Na sexta-feira, o Kremlin classificou como "totalmente inaceitáveis" as acusações dos países ocidentais.
- 'Não se rendam' -
Por sua vez, a China, um aliado cada vez mais importante do Kremlin, não quis comentar a morte de Navalny, alegando que se trata de um "assunto interno da Rússia".
As autoridades russas mantêm silêncio sobre as circunstâncias da morte do opositor, mas avisaram à população para que não organizem nenhuma manifestação.
Não obstante, alguns russos se reuniram neste sábado em diversas cidades para depositar flores em monumentos de memória a dissidentes políticos.
Em Moscou, a polícia prendeu pelo menos 15 pessoas diante de um monumento às vítimas da repressão soviética, segundo o veículo de informação independente Sota.
Pouco depois, jornalistas da AFP testemunharam uma nova prisão. Contudo, no início da tarde, curiosos puderam se aproximar do monumento, sob forte vigilância policial, e deixar flores e mensagens.
"Não se rendam!", "Jamais esqueceremos, jamais nos renderemos, a Rússia será livre", diziam as mensagens em folhas de papel espalhadas entre as flores sob o "muro do luto", perto da avenida Sakharov, lugar tradicional de concentrações da oposição e batizada com o nome de um famoso dissidente soviético.
Na quinta-feira, Navalny participou de duas videoconferências com um tribunal da região de Vladimir e não se queixou de seu estado de saúde, segundo a agência estatal de notícias Ria Novosti.
Sua mãe declarou que viu seu filho na segunda-feira "saudável e bem humorado", informou o jornal independente Novaya Gazeta, citando uma postagem no Facebook.
A prisão não minou a determinação de Navalny, que não deixou de criticar Putin durante as audiências de seus julgamentos e em mensagens difundidas através de sua equipe.
Em seu julgamento por "extremismo", denunciou "a guerra mais estúpida e sem sentido do século XXI", em referência à ofensiva russa na Ucrânia, lançada em 24 de fevereiro de 2022.
bur-alf-pop-jnd/led/sba/jvb/hgs/eg/jc/rpr
W.Lapointe--BTB